O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Atenção CRISTÃOS!

 APESAR DE INÚMERAS DISCORDÂNCIAS COM O PASTOR SILAS MALAFAIA, NÃO PODEMOS NEGAR SUA FALA NO VÍDEO ABAIXO:


Escola cristã é acusada de homofobia, seria isso o início do novo modelo de perseguição aos cristãos?

Uma escola cristã em Pernambuco está sendo acusada de homofobia por se manifestar contra a propaganda do burger king. Veja a matéria clicando no link abaixo:

https://guiame.com.br/gospel/noticias/escola-crista-de-pe-e-acusada-de-homofobia-por-dizer-que-homossexualidade-e-pecado.html

Será que ninguém está vendo a possibilidade de perseguição contra os cristãos por serem quem são e defender seus princípios?

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Nosso repúdio à aprovação do aborto pelo senado da Argentina


        A insensatez humana que atenta contra a vida, sobretudo a dos indefesos, reflete uma crise profunda de compaixão. Quando o egoísmo se sobrepõe ao amor ao próximo, a sociedade perde o seu rumo ético e moral, justificando atos de extrema violência em nome da conveniência, do lucro ou da ideologia.

O documentário O Grito Silencioso (The Silent Scream), lançado em 1984 pelo médico estadunidense Dr. Bernard Nathanson, tornou-se um marco divisor de águas no debate ético global. O Dr. Nathanson era conhecido como o “Rei do Aborto”. Ele supervisionou e realizou dezenas de milhares de procedimentos ao longo de sua carreira na indústria do aborto.

Com o avanço e a popularização da tecnologia de ultrassom na década de 1970, o Dr. Nathanson pôde observar, em tempo real, o comportamento do feto no útero durante um procedimento. As imagens mostraram uma criança em desenvolvimento se esquivando dos instrumentos cirúrgicos e abrindo a boca em um movimento de extremo pânico, que ele descreveu como um grito silencioso. Isso o fez confrontar a realidade biológica e moral da vida intrauterina.

Chocado com a própria trajetória, ele abandonou a prática abortista, converteu-se em um dos maiores ativistas provida do mundo e dedicou sua vida a denunciar a violência contra os nascituros.

A trajetória de Nathanson e as discussões geradas pelo vídeo expõem o contraste entre a insensatez e a sacralidade da existência. A vida humana é o bem mais fundamental e inviolável que possuímos. Quando escolhemos fechar os olhos para o sofrimento ou para a vulnerabilidade dos que não podem se defender — sejam eles nascituros, idosos, doentes ou marginalizados —, a humanidade regride.

A verdadeira grandeza de uma sociedade é medida pelo modo como ela protege os seus membros mais frágeis. Reconhecer a dignidade em cada ser humano, desde a sua concepção, exige coragem, empatia e um compromisso ativo com a preservação da vida.


sábado, 26 de dezembro de 2020

Histórias de pescador do meu sogro: ilustrações para o Reino de Deus

Meu sogro sempre foi uma pessoa muito simples e humilde. Por seu comportamento gracioso, conquistou muitas posições no labor secular da pesca e na obra do mestre. Certa vez, ao ficar doente e retornar para casa por orientação do seu mestre de pesca, foi chamado, no dia seguinte, pelo dono da empresa onde trabalhava para uma entrevista, a fim de assegurar ao homem de negócios que ele poderia assumir o posto mais elevado entre os pescadores sem lhe causar prejuízo numa embarcação recém-liberada para pesca da lagosta. Segundo ele, a enfermidade foi embora em razão do susto repentino logo ao ser noticiado sobre o interesse daquele empresário em querer falar-lhe e por saber que poderia assumir o barco que clamava por um capitão, pois antigo mestre havia assumido um barco maior.

No gabinete na sede da empresa, o empresário viu um homem de roupas singelas e chapéu de palha entrar, contrastando com o escritório e com os demais participantes da reunião. Então, perguntou-lhe o empresário: “Zé Américo, você me garante trazer quantos quilos de lagosta se eu te entregar o Gaivota?” – ao que meu sogro respondeu: “Nenhum!!!”. “Como assim?!”, retrucou o homem com ar de observação. Respondeu-lhe meu sogro, então, com segurança e honestidade: “a lagosta que cair no manzuá[1], eu trarei para o senhor, mas aquela que não cair, não tenho como garantir trazer”. Aquele empresário se agradou da resposta e promoveu meu sogro para o ofício. Antes dele, haviam sido entrevistados outros dois pescadores que prometeram trazer mais lagosta do que o barco era capaz de suportar, demonstrando, assim, imperícia e falta de conhecimento necessário para aquele serviço. Em meio à satisfação pelo reconhecimento e confiança, também se deparou com a insatisfação dos pescadores antigos e mais velhos (sua tripulação) que deveriam se submeter àquele que fora anteriormente um com eles, porquanto havia sido colocado em nível superior como mestre. Foi, talvez, o primeiro grande obstáculo. Contudo, Deus tinha seus propósitos e foi nas duas primeiras viagens que qualquer estigma foi superado.

Geralmente, a viagem até o talude, circunvizinhando as regiões onde se assentavam cardumes daquele animal que era como ouro do mar (pelo menos naquela época), durava cerca de quinze dias, pois essa era a estimativa para os frigoríficos encherem. Na sua primeira viagem, como mestre de embarcação, ele pescou uma tonelada e duzentos quilos em oito dias, obrigando-o a retornar ao porto para descarregar a produção e recarregar de provisões para o restante dos dias de pescaria. Ao retornar, ainda pescou quase uma tonelada de lagosta em quatro dias ao que a empresa ordenou que ele retornasse para o porto imediatamente. O resultado foi uma produção de duas toneladas numa navegação de pequeno porte em doze dias, enquanto aquelas de maior capacidade, mesmo passando um mês no mar, não conseguiram superar uma tonelada. Foi com esses atos providenciais que meu sogro acumulou algum recurso para expandir a mensagem do Evangelho em vários distritos de Beberibe-CE: realizou centenas de cultos campais em vários lugarejos, incluindo alguns à base de luz de lamparina, proveu de equipamento de som esses cultos e os carregava nas costas nos dias marcados que eram muitos durante a semana, organizou e realizou cruzadas nos lugares centrais, comprou terrenos, construiu vários templos na região e supriu de bancos, cadeiras e outros utensílios esses templos.

Duas reflexões poderemos extrair da narrativa acima:

Essa história é um entrave para os prepotentes, para os soberbos, para os que se acham superiores, para os que não se dobram nem gostam de se submeter, para os que não respeitam e desconfiam dos humildes, para os que se fazem senhores de igrejas, para aqueles que escravizam e dominam suas igrejas para usufruto próprio.

Moral da história, a humildade é o segredo de todo o sucesso espiritual, é uma das mais encantadoras virtudes cristãs, é poder querer ajudar o próximo mesmo quando este próximo não o considera, ou o menospreza ou age com desconfiança, é poder olhar nos olhos de quem quer que seja para ser honesto (tanto homem ou mulher, autoridade ou não etc), é conhecer seu lugar no propósito de Deus e colocar seu coração à mercê de sua vontade.

Que Deus nos torne plenos de tão profunda e verdadeira virtude.

Pr. Heládio Santos

 



[1] Rede para pescar lagosta.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Enxergando além

 


Oh, que alma feliz eu sou,
Embora eu não possa ver,
estou decidida que neste mundo
ficarei feliz.

Quantas bênçãos eu gozo
Que outras pessoas não
Pra chorar e suspirar porque sou cega
Não posso nem vou.

§

Bíblia bendita, tesouro sagrado,
  Livro precioso, de todos os melhores,
Há conforto que nunca falha,
  E um repouso permanente e tranquilo.
Leia com reverência, e pratique-a,
  versículo por versículo, dia a dia;
 a palavra que Deus falou,
  E não pode passar.

Poemas de Fanny Crosby

Fonte: https://www.wholesomewords.org/poetry/crosby2.html


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Colóquio - COMUNIE 5 ANOS

Como parte da programação dos 5 anos da COMUNIE, no sábado à tarde (12/12/2020), participaram do Colóquio os professores Rui Martinho, Débora Leite, João Batista, Phyllipe Santos, Daniel Cassiano e o Dr. Glauco Barreira Magalhães Filho (organizador do evento).

Em cada fala, os professores demonstraram os desafios de trabalhar no ambiente acadêmico com sua perspectiva cristã, assim como traduziram em palavras suas angústias pelas muitas incompreensões e até perseguições sofridas. Como cristãos, afirmaram nas entrelinhas, não poder retroceder diante dos empecilhos e falaram de suas ações ousadas pelas quais os universitários presentes puderam encontrar referenciais para suas condutas e não pestanejarem quando forem inquiridos sobre sua fé. Nas falas, os professores abordaram temas como a solidariedade que devem demonstrar com o próximo, seguindo especificamente o exemplo da parábola do bom samaritano e não uma solidariedade forjada pela estatização da ação, a convicção que gera empatia, a perseguição que gera santificação, prudência e maior zelo pela doutrina cristã, a experiência de preparação pela qual passaram alguns para o enfrentamento das tenebrosas situações as quais estão sujeitos e o brado inspirado para que a universidade seja retomada para assim voltar a ser o lugar do saber prudente e equilibrado.

Ao final, o reverendo Glauco Filho agradeceu aos participantes a preciosa colaboração e serviu um coffee-break antes do culto da noite.




Professor Rui Martinho

Prof. Glauco Barreira

Prof(a). Débora Leite


Prof. Daniel Cassiano

Prof. João Batista




Prof. Phyllipe Santos

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

COMUNIE 5 ANOS

O pastor Glauco Barreira Magalhães Filho, respeitado professor universitário, e sua equipe promoveram evento anual da COMUNIE (Comunhão Universitária Evangélica) no qual também celebraram 5 (cinco) anos de atividades de capelania para cristãos universitários. Nos Cultos de Integração Cristã, como foram designadas as programações, os participantes ouviram sábias palavras e estímulos edificantes, tendo em vistas serem necessários na conduta acadêmica de um genuíno cristão. Os temas das pregações do pastor Glauco Filho foram extraídos de suas reflexões sobre o livro de Eclesiastes, daí os títulos de “A filosofia bíblica e existencial no livro de Eclesiastes”, parte I e II. Participantes testemunharam da inspiração pastoral na exposição da verdade apresentada.