O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.
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quinta-feira, 9 de julho de 2026

O avanço do Estado sobre a fé, a intervenção em Juazeiro do Norte(CE) e o debate do PL da misoginia

 


A recente recomendação do Ministério Público do Ceará (MPCE) ao Colégio Salesiano (Instagram Salesiano) e os debates em torno do PL 896/2023 também reacenderam o alerta sobre a liberdade religiosa. Para defensores, essas ações representam uma crescente intromissão estatal no livre exercício de instituições e preceitos cristãos, exigindo a proteção da autonomia institucional e do direito à fé.

A recomendação expedida pelo MP em Juazeiro do Norte determinou que a tradicional instituição católica não obrigue estudantes a participarem de celebrações e práticas religiosas. Embora o órgão ministerial alegue a garantia da liberdade de consciência dos alunos, a medida levanta um debate jurídico crítico sobre a laicidade do Estado frente à autonomia de escolas privadas e confessionais. Escolas como o Salesiano possuem um projeto pedagógico baseado em valores cristãos, o qual é explicitamente respaldado pelas famílias. Ao matricularem seus filhos, os pais exercem o direito constitucional e a firme intenção de vê-los educados sob os preceitos morais e doutrinários do catolicismo, buscando uma formação integral que alinhe a excelência acadêmica às virtudes da fé. Assim, a intervenção estatal desconsidera não apenas a identidade da instituição, mas também a soberania da escolha familiar na condução moral de suas crianças e jovens.

Juristas têm alertado para o perigo de um ativismo institucional que beira a perseguição contra a identidade cristã. O advogado e doutor em Direito Constitucional, Dr. Renato Abrantes, é uma das vozes que publicamente criticou a medida do MPCE (https://www.youtube.com/watch?v=DuDGGdAhMXQ), questionando os limites da intervenção do Estado na proposta pedagógica de uma escola particular.

No âmbito legislativo, a tramitação do PL 896/2023, que tipifica o crime de misoginia, também tem gerado apreensão entre líderes religiosos. Entidades como o Instituto Isabel (https://www.acidigital.com/noticia/68723/termos-vagos-do-pl-da-misoginia-trazem-risco-muito-grande-a-liberdade-religiosa-diz-instituto-isabel) alertam que a abertura dada por conceitos vagos da lei pode ser utilizada pelo Judiciário para criminalizar a pregação da doutrina cristã e o modelo bíblico de família. Críticos apontam que a interpretação de trechos bíblicos tradicionais por padres e pastores — como os que tratam das relações familiares e da base estrutural do lar — poderia ser indevidamente enquadrada como discurso de ódio ou machismo.

Sob a ótica da doutrina cristã tradicional, a submissão voluntária da mulher no casamento — baseada no amor mútuo e inteiramente isenta de qualquer forma de violência ou opressão — é compreendida como uma prática virtuosa e um ato de devoção espiritual. Longe de representar um sinal de inferioridade ou subordinação civil, essa postura é vista pela teologia bíblica como o exercício de uma função familiar desempenhada com maestria e dignidade. Nessa perspectiva, a escolha feminina por priorizar o governo do lar, o cuidado atento com a prole e o suporte como auxiliadora do marido é valorizada como um pilar fundamental para garantir a estabilidade emocional, moral e espiritual de uma família bem estruturada.

Assim, instituições e pastores que pregam as Escrituras devem lembram de princípios basilares da fé cristã, que orientam seus líderes a manterem-se firmes na pregação do Evangelho, independentemente das pressões externas. Ironiza-se o fato de que o próprio conceito de Estado laico — um espaço de neutralidade onde todas as pessoas desfrutam da liberdade de possuir um credo religioso ou não — é, historicamente, um produto amadurecido da própria tradição e da teologia cristã, que no passado foi asperamente perseguida por impérios e regimes totalitários justamente por defender que a consciência humana pertence a Deus, e não ao César da vez. Hoje, ao ver suas pregações e escolas sob o crivo de censuras burocráticas, o cristianismo se descobre novamente como vítima de uma intolerância institucionalizada que instrumentaliza a laicidade para sufocar a fé que a gerou. Diante disso, as Sagradas Escrituras mantêm sua urgência ao exortar os cristãos a priorizarem os mandamentos divinos diante de interferências mundanas: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens (Atos 5:29). A liberdade de culto, além de ser uma garantia constitucional fundamental, é vista por religiosos como um direito inalienável outorgado pelo Criador.

Diante desse cenário, a resistência pacífica e a defesa intransigente da liberdade de consciência e de expressão tornam-se imperativas. O texto de Filipenses 1:27 convoca a comunidade da fé a atuar de forma unânime e destemida: Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho. A autonomia da Igreja e das instituições de ensino confessional deve ser preservada contra qualquer viés ideológico que busque silenciar a verdade cristã.


A patrulha ideológica contra a Fé: o perigo da intolerância religiosa institucional

 


O recente episódio envolvendo uma promotora de Justiça no Rio de Janeiro — que repreendeu publicamente a declamação de um poema com o nome de Deus e ameaçou retirar o Ministério Público do evento — reacendeu debates profundos sobre a laicidade do Estado, liberdade religiosa e o papel das instituições no Brasil.

A Constituição Federal de 1988 estabelece claramente que o Brasil é um Estado laico, o que veda o estabelecimento de uma religião oficial ou o favorecimento governamental a um credo específico. Contudo, a laicidade existe para proteger a liberdade de crença, e não para erradicar a expressão da fé da esfera pública. Confundir Estado laico com Estado ateu ou antirreligioso é um erro conceitual grave, frequentemente utilizado para promover censura. O próprio preâmbulo da Constituição da República Federativa do Brasil evoca a proteção divina ao afirmar que foi promulgado “sob a proteção de Deus”.

Quando uma autoridade do Estado utiliza sua posição para silenciar uma manifestação pacífica de fé — como a leitura de um poema chamado “O Abraço de Deus” —, levanta-se um debate pertinente sobre intolerância religiosa por parte do agente público. A postura de exigir que a fé seja exercida exclusivamente em ambiente privado colide com os tratados internacionais de direitos humanos e com a própria Carta Magna, que garantem o livre exercício de cultos e a manifestação pública do pensamento. A imposição de tal visão restringe o direito fundamental à liberdade de consciência.

Ao mencionar taxativamente os evangélicos durante o incidente, a promotora corre o risco de estigmatizar um grupo religioso inteiro. Atitudes como essa abrem precedentes perigosos, servindo muitas vezes como combustível para manifestações de ódio e intolerância contra cristãos que desejam professar publicamente a sua fé. O sentimento de perseguição ou de cerceamento dessa parcela da população não pode ser ignorado.

Não se pode desassociar este episódio da atual conjuntura sociopolítica brasileira. Com o crescimento expressivo da população evangélica e sua forte adesão à pauta conservadora e à Direita política, essa parcela do eleitorado passou a exercer forte influência nos rumos do país. Esse fenômeno, semelhante ao que ocorre nos Estados Unidos, gera um visível desconforto em opositores ideológicos. A tentativa de rotular manifestações religiosas pacíficas como “inconstitucionais” pode ser interpretada, sob essa ótica, não como uma defesa do Estado, mas como uma manobra político-ideológica para limitar a influência cultural e o capital político desse segmento da sociedade.

A atitude da promotora também levanta questões sobre o autoritarismo institucional. Um representante do Ministério Público pode personificar uma instituição de Estado, e não suas convicções pessoais ou políticas? Utilizar o peso do cargo para coagir organizadores de um evento sob a ameaça de retaliação institucional levanta questionamentos jurídicos se a voz de um único agente pode ser invocada para calar o sentimento de fé de uma comunidade majoritária.

Em suma, quando a Constituição promove o nome de Deus em seu preâmbulo, ela não declara o Brasil como uma teocracia, mas reconhece a matriz espiritual e a identidade histórica do povo brasileiro, consagrando que o respeito à fé e à liberdade de expressão deve prevalecer sobre visões ideológicas que buscam higienizar a sociedade de qualquer menção ao transcendente. O verdadeiro espírito da laicidade não reside na construção de uma esfera pública estéril e intolerante, mas no papel do Estado como guardião da coexistência pacífica entre crenças, garantindo que maiorias e minorias se manifestem sem o temor da coerção. Quando agentes da lei utilizam o peso de suas funções institucionais para censurar manifestações religiosas legítimas e pacíficas, rompe-se o equilíbrio democrático, transformando a neutralidade estatal em um salvo-conduto para o autoritarismo e para o silenciamento político de segmentos específicos. Portanto, combater a intolerância travestida de dever funcional é um imperativo urgente para assegurar que a proteção à liberdade de culto e de pensamento permaneça como um pilar inegociável, consolidando o Brasil como uma democracia verdadeiramente plural.

 


quinta-feira, 28 de maio de 2026

O laboratório X-brasil

 


A última visita de Alexander Soros ao Brasil (Novembro/2025), marcada por encontros a portas fechadas com o então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e parlamentares de esquerda, reacendeu um debate urgente e incômodo sobre a soberania nacional. Como presidente da Open Society Foundations — herdeiro do megainvestidor George Soros — Alexander desembarcou no país para promover uma pauta progressista que inclui discussões de regulação e um suposto modelo democrático único. No entanto, tratar o Brasil como um mero laboratório para experiências políticas bilionárias ignora a realidade, os anseios e a voz da população.

Enquanto muitos não deram notícias dessas articulações, é fundamental destacar que existe uma expressiva parcela da sociedade brasileira que não concorda com o progressismo imposto por esses grupos. A adoção de pautas identitárias e de engenharia social, frequentemente financiadas por fundações estrangeiras, entra em choque direto com os valores conservadores, culturais e religiosos que sustentam a base da família brasileira. Esse abismo ideológico revela uma tentativa de normalizar uma visão de mundo que é estranha à maioria do povo.

Mais alarmante do que a imposição cultural é a consequência a longo prazo dessa dinâmica. Ao empurrar goela abaixo uma agenda esquerdista que redefine conceitos fundamentais, a sociedade flerta com um cenário autoritário onde discordar dessas diretrizes pode, no futuro, ser criminalizado. Quando pautas globais são tratadas como verdades absolutas pelo establishment, o cidadão comum, que defende os seus valores tradicionais, corre o risco de ser rotulado como um criminoso político ou um propagador de “ódio”, simplesmente por não concordar com o consenso imposto de cima para baixo. Na verdade, estamos vendo isso acontecer hoje.

O Brasil é uma nação com dimensões continentais e uma identidade própria, e não pode ser reduzido a um experimento de manipulação de bilionários. Esta elite global, ancorada em fortunas astronômicas, não convive com as dificuldades reais do povo brasileiro. Eles não sofrem na pele com a inflação, com a falta de segurança pública ou com a precariedade da saúde básica. O verdadeiro objetivo por trás desses encontros não é o bem-estar social, mas a manipulação das engrenagens políticas brasileiras para garantir que o país continue servindo de vitrine internacional para uma agenda ideológica que não soluciona os problemas básicos da nossa gente.

A soberania do Brasil exige que a política seja feita pelo povo brasileiro e para os brasileiros, e não nos corredores palacianos em conluio com interesses estrangeiros. Permitir que agendas externas ditem o nosso futuro é renunciar à nossa própria independência. O Brasil não está à venda, e seus cidadãos não são cobaias de bilionários.

quinta-feira, 10 de agosto de 2023

Jovem GUERREIRO cristão protesta contra apresentação drag queen para crianças nos EUA e é preso

 

Marcus Schroeder não fala como o típico garoto de 19 anos - e certamente não como alguém que foi preso por defender sua fé cristã.

“Minha visão pessoal, para minha vida, é inspirar outros jovens a se envolverem na guerra espiritual que está acontecendo em nossa nação e inspirar os jovens a se juntarem a esta reforma que está ocorrendo entre o cristianismo americano.”

Schroeder estava entre um dos quatro manifestantes que foram presos em 29 de julho em um evento “Pride in the Park” em Watertown, Wisconsin, a cerca de 40 minutos de carro de sua casa em Waukesha.

Embora tenha estimado que havia cerca de 200 manifestantes no evento de várias igrejas, ministérios e grupos ativistas, Schroeder disse que o comparecimento foi mais uma providência divina do que uma organização comunitária.

“Muitos de nós não estávamos conectados uns com os outros de forma alguma”, disse ele ao The Christian Post por telefone na terça-feira. “Nós apenas aparecemos no mesmo evento para protestar.”

Imagens de vídeo do evento e dos protestos que se seguiram rapidamente se tornaram virais, junto com o confronto de Schroder com a polícia enquanto compartilhava o Evangelho em um alto-falante.

Quando acabou, quatro pessoas foram presas, duas das quais receberam citações. Schroeder foi o único que foi algemado e levado para a delegacia.

Mas, apesar da cobertura da mídia nacional que se seguiu, Schroder diz que não foi a busca de atenção que o atraiu ao evento.

“'Ame o seu próximo como a si mesmo' - esse é o segundo maior mandamento cristão nas Escrituras”, disse ele. “Então, se realmente amamos essas crianças, cujas mentes estão sendo pervertidas, que estão sendo levadas para este caminho de destruição, então devemos dizer algo sobre isso.

“O amor não pode ficar calado sobre esse assunto.”

Ele apontou especificamente para imagens perturbadoras compartilhadas por Gays Against Groomers, que postou um vídeo de crianças assistindo enquanto homens vestidos com lingerie dançavam e coletavam dinheiro da platéia. Ver crianças dando notas de dólar a esses artistas drag, disse Schroeder, fez com que tudo parecesse “sendo executado como um show de strip”.

“Se sabemos que algo assim está sendo aceito em nossa cultura e nós, como cristãos, não fazemos nada a respeito, de que vale nosso cristianismo?” ele disse. “Somos o sal da terra; somos uma cidade sobre uma colina”.

Schroeder disse que foi "frustrante" ver os policiais no evento parados enquanto os manifestantes citavam um estatuto local específico que proíbe o comportamento que viram no evento do orgulho.

Um vídeo compartilhado nas mídias sociais do evento mostrou o pastor Matt Trewhella, da Igreja Cristã Mercy Seat, nas proximidades de Richfield, pregando sobre Romanos 13 enquanto os oficiais observavam.

Schroeder disse que uma coisa é a polícia ignorar um suposto crime e outra é ficar parado e observar enquanto isso acontece.

“Basta olhar para a lei, ler a lei. Praticamente todas as partes dessa lei que as drag queens quebraram naquele dia de uma forma ou de outra”, disse ele. “Vê-los serem tão negligentes em seu dever diante da perversão das mentes das crianças, as crianças são as mais vulneráveis ​​entre nós e, portanto, são elas que mais precisam ser protegidas.”

Schroeder, que faz parte do ministério Warriors For Christ (https://warriorsforchristconference.com/) , que realizou um evento em Milwaukee em junho, disse que foi inicialmente atraído pela pregação de rua pela luta contra o aborto quando tinha cerca de 14 anos.

Como um amante dos livros de história, Schroeder disse que gostou particularmente de The Hiding Place, de Corrie ten Boom, e outros contos sobre cristãos que resistiram ao movimento nazista.

Não foi até que ele assistiu a um documentário sobre o aborto e o viu "pelo que era" que ele percebeu que "milhões de crianças estão sendo assassinadas todos os dias em meu país e eu não fiz nada a respeito".

Ele começou do lado de fora das clínicas de aborto, ministrando às mulheres que entravam e saíam, implorando a elas, oferecendo recursos alternativos para a gravidez.

Depois de um protesto específico contra o aborto, Schroeder disse que percebeu que muitas das mesmas pessoas que defendiam o aborto estavam apoiando eventos de arrasto.

“Descobrimos que muitas dessas mesmas pessoas que trabalhavam para a clínica de aborto também iam apoiar o evento drag queen”, disse ele. “É uma fortaleza demoníaca em nossa nação; é uma guerra espiritual em que estamos.”

E embora ele não possa falar muito sobre seu caso legal pendente, Schroeder disse que tem “algumas ofertas” de advogados que querem aceitar o caso.

Mais importante, ele disse, ele sabe que o povo de Watertown o protege, especialmente depois que o prefeito e a polícia estavam “explodindo com telefonemas” com o que ele chamou de “imenso apoio” do povo de Watertown.

É por essas pessoas, disse Schroder, que esta cruzada continua.

“Meu objetivo seria fazer o possível para garantir que isso não aconteça novamente, que homens adultos de lingerie não possam mais fazer danças sexuais na frente de crianças na cidade de Watertown.”

Fonte: https://www.christianpost.com/news/street-preacher-arrested-at-pride-event-says-christians.html

Foto: https://www.foxnews.com/media/christian-warrior-speaks-arrest-reading-bible-protest-drag-queen-performance-kids

 


quarta-feira, 2 de agosto de 2023

Partido chinês está reescrevendo a Bíblia

 

O Partido Comunista Chinês está reescrevendo a Bíblia com revisões que tentam retratar Jesus sob uma luz diferente. Tudo faz parte de um plano de 10 anos para forçar os cidadãos chineses a terem fé no Partido Comunista Chinês em vez de em uma religião.

Tina Ramirez é a fundadora e presidente do Hardwired – um grupo que tem sido uma voz crítica contra o Partido Comunista Chinês e sua perseguição a grupos religiosos e minorias políticas. 

"Por que o Partido Comunista Chinês estaria reescrevendo a Bíblia se eles nem ao menos acreditam em Deus?", ela questionou. “Eles querem que as pessoas tirem os olhos de um Deus e os coloquem em uma boa pessoa e [os cristãos] neguem sua fé, como resultado disso, e suplantem isso com o partido comunista como a divindade final”.

Como o Faithwire da CBN relatou, o regime governante da China anunciou em 2019 seus planos de lançar uma nova tradução da Bíblia que incluirá os princípios confucionistas e budistas.

"Esta nova tradução... realmente apoiaria o Partido Comunista", explicou Todd Nettleton, porta-voz da Voz dos Mártires (VOM) - um cão de guarda de perseguições que serve aos cristãos. 

No ano passado, a VOM compartilhou a versão reimaginada de João 8, a história da Bíblia centrada no amor de Jesus e na compaixão corretiva por uma mulher pega em adultério.

Na versão real da Bíblia, Jesus diz: "Aquele que dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro que lhe atire pedra" e a multidão começa a se retirar. Jesus diz a ela: "Vá agora e não peques mais."

Em uma versão supostamente encontrada em um livro chinês publicado em setembro de 2020 - a multidão se dispersa, mas o texto afirma falsamente: "Quando todos saíram, o próprio Jesus apedrejou a mulher".

Ramirez criticou o governo chinês afirmando que é uma tentativa de fazer com que os cristãos abandonem sua fé. 

"A China levou isso a um nível totalmente novo ao tentar reescrever a escritura", disse Ramirez claramente. "Eu acho que eles não estão mais contentes com seus campos de reeducação que claramente não estão fazendo seu trabalho de forçar as pessoas a acreditar na ideologia ateísta comunista. Os cristãos veem como uma medalha de honra passar por esses campos ou serem torturados e (eles sabem) esse é o teste do que significa ser um cristão na China".

Ela acrescentou: "Eles estão realmente tentando fazer lavagem cerebral nas crianças desde tenra idade sobre o que a Bíblia diz e confundi-las para impedi-las de serem cristãs, mas acho que todos sabemos como cristãos que a palavra de Deus é mais do que um livro.  É uma vida... é o próprio Jesus Cristo. Eles podem tentar o quanto quiserem, mas eu não acho que será bem-sucedido. No final das contas, eu acredito, a Verdade virá à tona."

Fonte: https://www2.cbn.com/news/world/worshiping-government-god-china-tries-rewrite-bible-brainwash-children

Imagem: https://tucson.com/news/nation-world/china-is-rewriting-the-bible-so-that-people-serve-the-communist-party/video_d1b6dcb3-eff1-5061-a3b4-65fcaed352a2.html


quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Organização Chick Publications(USA) alerta sobre associação da pregação do Evangelho ao "discurso do ódio"

Organização cristã tradicional nos Estados Unidos levanta grandes preocupações com a interferência do Estado na pregação do Evangelho. A Chick Publications informou recentemente sobre a criação de uma comissão, cognominada do ódio, para coibir ações de ódio contra pessoas no estado da Califórnia. Pasme o leitor, segundo a organização americana a tentativa também é de calar pontos da pregação do Evangelho naqueles aspectos que abordam pecados bastantes comuns atualmente, pois a pregação já vem sendo associada a um “discurso de ódio”. Veja na íntegra a postagem da Chick Publications:    

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, nomeou cinco membros para uma nova “Comissão do Estado do Ódio” encarregada de revisar os dados de crimes de ódio e fazer recomendações de políticas relacionadas aos direitos civis. Também fornecerá recursos para as vítimas.

A comissão foi estabelecida principalmente para se concentrar em crimes de ódio, mas tem a tarefa de investigar todas as formas de ódio e monitorar e avaliar as tendências relativas ao estado de ódio ou crimes relacionados ao ódio.

Relatórios periódicos devem ser feitos ao Departamento de Justiça, ao procurador-geral e às agências federais, estaduais e locais de aplicação da lei.

A palavra “ódio” tem uma longa história. Quando a Chick Publications começou a expor as práticas pagãs antibíblicas do catolicismo romano nas décadas de 1970 e 1980, padres e ecumenistas imediatamente o rotularam como “literatura de ódio”.

Mais tarde, quando publicamos folhetos explicando a aversão de Deus ao comportamento homossexual, “ódio” foi a acusação que queimou os ouvidos de nossos representantes de atendimento ao cliente que atenderam aos telefonemas.

Embora a Comissão da Califórnia tenha sido formada principalmente para rastrear crimes de ódio, isso é um pequeno passo para o suposto “discurso de ódio”. Países sem a liberdade de expressão garantida constitucionalmente na América conseguiram processar os cristãos com base no discurso ao qual eles se opuseram.

Muitos anos atrás, o Canadá censurou alguns versículos da Bíblia que James Dobson, do programa de rádio Focus on the Family, usava em suas transmissões. Pregadores de rua na Inglaterra foram recentemente acusados ​​de discursos que ofenderam alguns ouvintes. Na Alemanha, o folheto “Doom Town” (cidade condenada) foi proibido porque o governo determinou que seu conteúdo era prejudicial para crianças e não pode mais ser distribuído no país.

Vários países europeus aprovaram leis contra o discurso de ódio. A Finlândia recentemente indiciou um de seus membros do parlamento por citar escrituras contra a homossexualidade.

O Parlamento escocês aprovou recentemente um projeto de lei sobre crimes de ódio que incluía o delito de “incitar o ódio”. Foi levantada uma objeção de que o projeto de lei não continha uma “defesa permanente”. Sem isso, havia a preocupação de que se os vizinhos conversassem e alguém expressasse um ponto de vista contra os direitos dos transgêneros ou a homossexualidade, isso poderia desencadear uma investigação policial.

A Comissão da Califórnia é a primeira de seu tipo nos EUA e outros estados podem seguir em breve. Existe um ditado bem conhecido nos USA: “como a Califórnia vai, assim vai a nação”.

Um exemplo disso está na Virgínia. Quando um governo conservador foi eleito recentemente, eles encontraram uma lei estadual que declarava especificamente que a Virgínia deveria adotar os mesmos padrões automotivos do Conselho de Recursos Aéreos da Califórnia (CARB). Um novo regulamento aprovado pelo CARB proíbe a venda de carros novos movidos a gasolina, a partir de 2035.

O governador Glenn Youngkin, um republicano, prometeu acabar com esta lei dizendo:

“Já estou trabalhando para evitar que esse edital ridículo seja imposto aos virginianos. As leis fora de contato da Califórnia não têm lugar em nossa Comunidade”.

O que acontece na Califórnia tem um impacto significativo sobre o que acontece em outros estados. A Virgínia é um dos 17 estados que seguem os padrões de emissões da Califórnia em parte ou no total. Também vimos quanta influência a indústria do entretenimento da Califórnia teve sobre o resto do país.

Outro lado disso também é preocupante. Um dos membros nomeados para a Comissão trabalhou anteriormente para o Southern Poverty Law Center (SPLC). Esta organização mantém um “mapa do ódio” que identifica mais de 700 organizações nos EUA que eles consideram fornecedores de ódio.

Você pode ver na imagem abaixo porque a Chick Publications tem motivos para se preocupar. 

As principais organizações de notícias e agências governamentais referem-se regularmente ao SPLC como uma fonte autorizada e confiável. Cada ponto branco no mapa dos EUA representa um dos 733 grupos individuais de ódio que o SPLC identificou como um grupo de ódio e eles rastreiam e tentam expor suas atividades ao público, à mídia e às autoridades.

 

Até agora, a América se beneficiou da garantia constitucional da liberdade de expressão e da liberdade de religião. No entanto, ambos estão sob ataque agora por uma cultura cada vez mais ímpia.

Embora ainda tenhamos esse guarda-chuva de proteção, precisamos nos concentrar na Grande Comissão como nunca antes! Afinal, é isso que o Senhor nos pediu, correto?

Marcos 16:15 diz para nós irmos e pregarmos. Poucos de nós temos o dom de ficar de pé e pregar a Palavra de Deus. Mas todos nós podemos colocar pequenos pregadores do evangelho de papel nas mãos daqueles que encontramos no dia-a-dia. Leva apenas alguns segundos, mas pode fazer a diferença na eternidade de alguém. E você estará agradando ao seu Pai celestial ao compartilhar as Boas Novas do Evangelho!

A Chick Publications é responsável pelo conhecidíssimo livreto "Esta foi sua vida!", divulgado no Brasil e em muitos países há décadas.


Fonte: https://www.chick.com/battle-cry/article?id=California-Establishes-Hate-Commission