O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.
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sábado, 29 de junho de 2019

Capacitação para professores de escola bíblica - tema: Escatologia


Quando o Cristianismo iniciou sua expansão, a preocupação apostólica se externou na forma de escrita apologética para conter possíveis desvios do paradigma, além de orientar a Igreja quanto à condição permanente de uniformização doutrinária, estando os cristãos perto ou longe. A Igreja deveria estar unida através das mesmas convicções em consonância com todos os ensinos provenientes do Salvador. A obra messiânica desdobrou-se também para a pregação e observação do preceito absoluto e imutável nas muitas exposições da Verdade (simbolicamente o manto de mestre de Cristo não foi rasgado exatamente para conservar o pensamento da unidade doutrinária). Desta maneira, a Igreja alcançaria o ideal de firmeza na Verdade, sendo forte para resistir as intempéries filosóficas e pensamentos emergentes nos seus respectivos tempos.
Tendo em vista reverenciado cuidado, o Instituto Pietista de Cultura organizou neste sábado a Primeira Capacitação de Professores de Escola Bíblica da Igreja Batista Renovada Moriá. O tema tratado foi a Escatologia Bíblica, abordando não só o texto em si, mas também algumas das diversas formas de pensar a profecia apocalíptica que culminaram em equívoco teológico e heresia. Apesar de não conseguirmos esgotar o tema, dada sua profundidade e detalhamento das profecias, procuramos nos ater aos assuntos em evidência, colocando, assim, os professores a par do pensamento das correntes teológicas vigentes e fornecendo-lhes os subsídios necessários para a contraposição (quando for necessário). Mas, a pretensão foi a visão estritamente cristã e bíblica, numa mentalidade muito própria daquela percebida no Cristianismo primeiro.
Procurando reproduzir aquela mentalidade, os participantes da Capacitação para professores de Escola Bíblica foram recebidos calorosamente antes do início do evento, marcado para às 8h. Razão pela qual se formou um ambiente de serenidade e de grandes expectativas para aprender com profundidade a doutrina das últimas coisas. À medida que chegavam, recebiam seus kits personalizados com todo o material necessário para o bom aproveitamento das exposições ao longo do dia. Nos intervalos para Coffee Break (manhã e tarde) e almoço, o clima de confraternização e de diálogos sobre os temas até então apresentados faziam o clima ficar ainda mais agradável. De fato, foram conversas proveitosas, revelando o espírito de comunhão e o nível de espiritualidade tão preciosos para a uniformidade doutrinária.
Por acreditarmos na univocidade bíblica, trabalhamos com grande afinco para alcançá-lo, lembrando sempre da máxima primitiva: “perseverando na doutrina dos apóstolos”, a fim de que todos caminhem pelas mesmas convicções. Dizer que todo mundo pode ter sua própria interpretação do texto bíblico não revela espiritualidade, antes rebeldia, algo bastante problemático para quem quer se intitular cristão. Preferimos acreditar no livre exame, contudo, submetido às orientações do Santo Espírito que nos remete ao profundo conhecimento da vontade de Deus, sendo também Ele o agente vinculador que nos proporcionará a unidade preceituada em Efésios.     
A participação dos professores foi algo marcante. Todos, ou pelo menos a maioria, atenderam ao chamado para o curso. Para o diácono Hélio Machado (também professor de escola bíblica), a doutrina cristã passa por um momento preocupante de modo que a única solução é retornar à simplicidade da fé apostólica com ações como essa capacitação: “Nesses dias de doutrinas fragmentadas é necessário fortalecer a nossa que é a mesma dos apóstolos, a bíblica, e a de Jesus Cristo”. Pitágoras Martins destacou a importância da atribuição de professor e que o mesmo deverá caminhar com responsabilidade no desenvolvimento de sua atividade: “importante é que nós que estamos sendo professores, sejamos responsáveis com a incumbência do cargo que exercemos”.
Concluímos esse evento na certeza de que o conteúdo foi apresentado com toda diligência pela comitiva de professores do IPC, acreditando na internalização dos assuntos pelos participantes, principalmente nos momentos nos quais as dúvidas foram apresentadas, gerando um salutar debate que resultou em grande satisfação pela argumentação explicativa e convincente. Para Luiz Sousa, o curso de capacitação foi “maravilhoso, enriquecedor e esclarecedor... momento épico de Moriá”. Para Fábio Silva, a crise teológica é tamanha que nos obriga a fortalecer os laços, pois “em virtude da grande mistura e falta de amor pela sã doutrina, faz-se extremamente propícios momentos como o que se realizou no dia de hoje para que haja alinhamento e padronização doutrinária, e acima de tudo, a propagação da Palavra de Deus na sua integralidade e verdade”. Certamente, os participantes ainda irão revisitar os pontos apresentados até a plena assimilação da doutrina, seja individualmente seja em outros encontros ora programados, de menores proporções, para a continuidade do aprofundamento da Escatologia Cristã, visto que todos poderão usufruir de um olhar mais atento os últimos dias.














terça-feira, 7 de maio de 2019

Livro "de Aldergate a Azuza" da Editora Sal Cultural


O livro narra histórias de mulheres e homens que, por causa de sua preocupação comum pela apropriação em fé da santidade pessoal e comunal, sob a ação poderosa do Espírito Santo, se esforçaram não só por uma vida de intensa piedade interior, mas também por um testemunho público no mundo a fim de corrigir problemas de injustiça sistêmica, a ponto de acolherem lideranças clérigas e leigas que frequentemente desafiaram as prevalecentes exclusões de raça e gênero na sociedade norte-americana. Infelizmente, historiadores da igreja em geral, e do metodismo e do pentecostalismo em particular, não têm dado suficiente atenção a esses históricos antecedentes teológicos do Movimento Pentecostal. O livro editado por Henry Knight III procura preencher essa lacuna e deve despertar entre estudiosos brasileiros o interesse acadêmico renovado nesta negligenciada trajetória de metodistas e pentecostais.
Num tempo de grande confusão identitária entre metodistas e pentecostais brasileiros no caldo da pós-modernidade desvairada dos neopentecostalismos que nos invadem por todos os lados, a publicação em português pela Editora Sal Cultural de “De Aldersgate a Azusa”, deve ser saudada com grande entusiasmo (sem trocadilhos!) por todas as pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos histórico-teológicos sobre o metodismo e o pentecostalismo e deve passar a ser bibliografia obrigatória em todo e qualquer curso de graduação e pós-graduação que preze sua credibilidade acadêmica. 
Este livro estará disponível no templo da Igreja Batista Renovada Moriá para compra por ocasião da palestra do ministro e teólogo Eduardo Vasconcelos, editor chefe da Editora Sal Cultural no dia 27/05/2019.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Curso de Teologia Avançada


O Instituto Pietista de Cultura abre inscrições para seu curso livre de TEOLOGIA AVANÇADA. O curso objetiva capacitar cristãos para os desafios que enfretam diante das proposituras céticas do mundo acadêmico. Os professores são Doutores, Mestres e Especialistas, dedicando parte dos seus estudos ao aprofundamento de temas relevantes da Modernidade que inquietam a Igreja.

O Curso será ministrado em 6 (seis) semestres e receberão os certificados aqueles que lograrem êxito nas disciplinas com notas e presença exigidas pela carga horária.
Nos dois primeiros semestres serão cobrados R$ 100,00 (Cem Reais) por mês, desde a matrícula até o sexto mês. A partir do terceiro semestre, o valor será alterado para R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais).
O curso funcionará às segundas, quartas, sextas (à noite) e sábado (à tarde), conforme o IPC decidir. O local das aulas será na rua Nogueira Acioli, 2195, Joaquim Távora, Fortaleza, Ceará.
Número de vagas: 20
Faça já sua inscrição.            

quinta-feira, 5 de julho de 2018

INSCRIÇÕES para o curso de TEOLOGIA AVANÇADA - IPC


Começam hoje às inscrições para nova turma de Teologia Avançada do Instituto Pietista de Cultura.

Local da inscrição: Rua Nogueira Acioly, 2195 – Joaquim Távora – Fortaleza – Ceará
Dias para inscrição: 05, 12, 19 e 26 de julho das 18h às 21h.
Valor da Matrícula: R$ 99,00 (este valor deverá ser pago no ato da inscrição)
No início das aulas será disponibilizado carnê com as outras 5 (cinco) mensalidades de igual valor da matrícula.
Início das aulas: Agosto/2018
Disciplinas ofertadas do primeiro semestre: Comunicação e Expressão, Bibliologia e Antropologia do Antigo e do Novo Testamento.
Duração do curso: 3 anos (6 semestres)
OBSERVAÇÃO: os dias das aulas serão informados previamente aos alunos. A previsão é que ocorram nas noites dos dias de segunda, quarta, sexta (das 18h30 às 21h30) ou sábado (das 14h às 17h);
OBSERVAÇÃO: o material didático será em formato de apostila com textos diversos, livros ou outros meios que os professores julgarem necessários (os custos do material serão por conta do aluno);  
OBSERVAÇÃO: Certificado emitido pela AMEC – Associação Moriá de Educação Cristã. O curso de Teologia Avançada é um curso livre, de acordo com nova regulamentação do MEC não poderá ser utilizado para convalidação de curso posterior de graduação em Teologia.
OBSERVAÇÃO: o Instituto Pietista de Cultura se reserva ao direito de realizar o curso somente a partir de um número mínimo de alunos matriculados em todas as disciplinas, ou seja, 10 (dez) alunos.


segunda-feira, 4 de junho de 2018

Os Montanistas e o Cristianismo genuíno


Quando Jesus encontrou Mateus, ordenando, em seguida, que deixasse seu posto fiscal para segui-lo; quando Pedro, João e Tiago foram chamados para deixarem de lado a pescaria a fim de se tornarem pregadores exclusivos do Evangelho; quando competiu a Igreja se concentrar durante dez dias em Jerusalém para orar, em intenso clamor, pelo Espírito da promessa; quando Paulo abnegou sua posição religiosa e cultural, tendo em vista se dedicar ao ministério vocacional de apóstolo; todos não viveram experiências “exageradas” aos olhos convencionais e seculares? Quando o próprio Cristo, enquanto homem, jejuou durante quarenta dias; quando não descansava durante as noites, pretendendo dedicar-se à oração; quando pregava duramente contra a hipocrisia farisaica, desnudando o caráter medonho desse grupo religioso; não estava ele propondo um caminho a seguir bem diferente do convencional e tradicional? Esse comportamento incomodou as tendências religiosas porque se erigia contra o marasmo religioso reinante.   
A internalização daqueles comportamentos prenunciou doutrinas como a renúncia aos bens materiais (Mateus 19:16-24), sobre a renúncia à própria vida (Mateus 16:24-26), com a máxima que dizia o modo de ser verdadeiro de um discípulo de Cristo: “Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo” (Lucas 9:33); também revelou as intenções divinas sobre a negação das paixões carnais (Colossenses 3:5) e o apego àquilo que estava sendo revelado e, ainda, por ser revelado em posteriores eventos.    
          Diante do exposto, percebe-se que o Cristianismo foi fundado sobre princípios bem diferentes da vida cotidiana, sendo privilegiados aqueles que tiveram a oportunidade de ouvir a pregação do Evangelho direto da fonte. Esses princípios não se restringiram ao modus daquele tempo, já que se tratava da apresentação de conceitos absolutos e imutáveis, regidos pelos atributos invariáveis da Divindade. Apesar disso, o pensamento reinante dentre a maioria das vertentes cristãs modernas foi de que essa visão e seu conjunto de práticas estavam limitados ao cânon bíblico, não devendo ser aplicada sua regra no todo aos seguidores posteriores, mas em parte, muito embora esteja claro no texto bíblico a abrangência e a amplitude da soberana vontade sobre seus preceitos. Deste modo, por razões alheias e diversas, preferiram deixar de lado a possibilidade de reprodução daquelas práticas nos movimentos posteriores ao Cristianismo Primitivo (certamente, essa mentalidade em muito contribuiu para a corrente “cristã” de liberalismo teológico e se mostrou contraditória já que muitos destes movimentos reivindicam ligação com o primitivismo sem guardarem seus postulados). Afora isso, somos impelidos a acreditar que esta aceitação restritiva rejeita também a pura pregação, o puro comportamento e as muitas ações neotestamentária, pois, através das diversas tentativas, fazem releituras daqueles eventos dando outras interpretações a que pretendiam os protagonistas bíblicos e readaptam os preceitos segundo a própria conveniência. O erro de tomar a revelação divina e sujeita-la à mentalidade humana com seus incrementos produziu o misto entre Cristo e belial, prática rejeitada pelo apostolado severamente, visto que essa mistura provocou um hibridismo ocasional, diminuindo o poder de subsistência das verdades bíblicas, incorrendo na ausência da providência divina e abrindo precedentes para a formação de um “cristão” adaptado, modelado e sujeito às tendências culturais, aos processos de inovação temporal e às políticas eclesiásticas dominadoras.
         Essa impressão herdada da teologia das reinvenções (termo nosso referente à maneira de pensar a teologia com adaptações) projetou a possibilidade e a necessidade de algo que não deveria ser possível nem necessário: alterar sensivelmente o legado de Cristo e de seus apóstolos. Quem olha o Cristianismo de hoje verifica um movimento profundamente alterado, modificado e recriado, confirmando a tese de que o hidridismo evolutivo do cristianismo produziu outro movimento, fugindo à regra primordial de ser o que era no princípio. Essa regra de conservação, apesar de rejeitada pela corrente híbrida, repousou serena nos grupos marginalizados que viveram paralelamente àqueles impostores da fé cristã. Logo, quando tratamos de movimentos como o Montanismo, devido à rejeição aos postulados apostólicos e não somente a sua história, faz-se ouvir aquele eco ensurdecedor de que ele não representou o puro Cristianismo. Por qual razão? Em razão de Eusébio de Cesareia, um historiador bajulador de Constantino e adepto da teologia das adaptações, assim ter falado? Então, é preferível acreditar em alguém que não foi fiel ao paradigma da eclesiologia primitiva a acreditar em quem queria viver segundo aqueles preceitos?
         A rejeição aos montanistas é tão grande que foram taxados como a heresia mais antiga que surgiu na História da Igreja. Apesar disso, devemos fazer uma pergunta: eles foram heréticos ou reacionários? Quais diferenças devem ser apresentadas para podermos extrair uma compreensão mais coerente dentro da pretensão do texto? O parecer de alguns estudiosos sobre o assunto poderá nos amparar nesse desafio.
         Para John de Soyres: Nossa conclusão é que não havia nada [no Montanismo] oposto ao credo. Anne Jensen afirmou: A erudição moderna demonstrou a ortodoxia essencial do movimento original da Frígia. Sheila E. McGinn reforça a informação quando, referindo-se aos oráculos, enfatizou: Estes poucos oráculos demonstram a ortodoxia doutrinária da Nova Profecia – um ponto que agora é uma questão de consenso entre os estudiosos montanistas. Mesmo quem se opunha religiosamente ao movimento, mas dedicou-se a uma compreensão sensata do movimento soube reconhecer seus valores. O estudioso jesuíta Walter J. Burghardt asseverou: Não posso encontrar evidências convincentes de que o Montanismo primitivo fosse culpado de heresia. David Wrigth confere mais um entendimento equilibrado: Sem demora, é óbvio que [o Paráclito do Montanismo] não tem nada a ver com o complemento da regra de fé ou a apresentação de novas revelações.
A evidência mais concreta que podemos aplicar ao nosso raciocínio para validar o Montanismo como autêntico movimento cristão, oriundo do anseio de querer ser a Igreja Primitiva de seu tempo, é Tertuliano. Tertuliano se apresenta não apenas como teólogo que vai confirmar as convicções montanistas, alinhando-as com as de Atos e das Epístolas, mas como membro efetivo de uma Igreja pura. Tertuliano rejeitou a Igreja em caminhos de desvio pelo seu envenenamento com o mundanismo da época, desqualificando-a como uma instituição séria com veia espiritual. A sensibilidade tertulianista foi tão profunda que conseguiu absorver a pregação de Montano, Maximila e Priscila sem se opor, visto que era a mesma pregação de Atos, e assim que pode rumou para a comunidade montanista sem pestanejar. 
Portanto, muitos estudiosos do assunto e não meros expectadores que se deixam alienar por opiniões diversas têm confirmado as orientações do Montanismo, versando sobre seu apego ao conceito primeiro da fé cristã. Essa corrente minoritária de pensadores têm tido a sensatez para compreender um dos movimentos mais incompreendidos da História do Cristianismo e demonstrar pela argumentação consistente a coerência de Montano e de seu grupo.

Heládio Santos
Prof. Instituto Pietista de Cultura

Referências
Burghardt, Walter J. Primitive Montanism: Why Condemned? in Dikran Y. Hadidian (ed.), From Faith to Faith: Essays in Honor of Donald G. Miller on his Seventieth Birthday (Pittsburgh: The Pickwick Press, 1979), p. 340.
Jensen, Anne. Prisca - Maximilla - Montanus: Who was the Founder of ‘Montanism’? in Elizabeth Livingstone (ed.), Studia Patristica, vol. 26 (Leuven: Peeter's Press, 1993), p. 148.
Soyres, John De, Montanism and the Primitive Church (Cambridge: Deighton, Bell and Co., 1878), p. 31.
Mcginn, Sheila E. The Montanist Oracles and Prophetic Theology, in Elizabeth A. Livingstone (ed.), Studia Patristica, vol. 31 (Leuven: Peeter’s Press, 1997), p. 132.
Wright, David F. Why were the Montanists Condemned? Themelios, 2, 21-22 (1970).

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Matrículas para curso de Teologia Avançada

O Instituto Pietista de Cultura abre matrículas para nova turma de TEOLOGIA AVANÇADA:

PRIMEIRO SEMESTRE:

1.    Comunicação e Expressão
2.    Bibliologia
3.    Antropologia do Antigo e do Novo Testamento

INÍCIO DAS AULAS: FEVEREIRO/2018

VALORES:

DISCIPLINAS INDIVIDUAIS: R$ 45,00 (MENSAIS) + Matrícula
TODAS AS DISCIPLINAS: R$ 100,00 (MENSAIS) + Matrícula

INFORMAÇÕES APÓS AS 15H:
(85) 98843-2284 – OI
(85) 99108-3394 – CLARO

DIAS:

SEGUNDA E QUARTA DE 18h30 ÀS 21h30
SÁBADO DAS 14h ÀS 17h.

* os horários podem sofrer alterações sem comunicação prévia devido disponibilidade dos professores.

MATRÍCULAS: todas as quintas de janeiro/18, das 18h às 21h, no templo da Igreja Batista Renovada Moriá, situada à rua Nogueira Acioli, 2195 - Joaquim Távora.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Apresentação de projetos no IPC

Nesta segunda (04/12/2017), reuniram-se para avaliação de projetos de pesquisa os professores do Instituto Pietista de Cultura, com a finalidade de avaliar o desempenho dos alunos concludentes do curso de Teologia Avançada. Apresentaram seus projetos com seus respectivos temas os alunos: Fabiano Santiago (musicalidade e soteriologia anabatista nos hinos do Ausbund), Heberth Ventura (contribuições teológicas de Conrad Grebel), Janderson (Convicção das mulheres anabatistas diante do martírio) e Rubens (escatologia montanista).

Nesta etapa final, os alunos que se dedicaram ao estudo teológico nestes últimos três anos demonstraram a assimilação do conteúdo apresentado ao longo das disciplinas. A composição dos trabalhos demonstrou não só um envolvimento com a pesquisa acadêmica, mas também com o domínio sobre os temas propostos, orientados especificamente pelos professores. Participaram da mesa que analisou os trabalhos, os professores: João Batista, Geilson, Jean Carlos e Heládio Santos.

apresentação Fabiano - hinologia anabatista

Banca - prof. João Batista, Prof. Jean Carlos e Prof. Heládio Santos

Janderson - Mulheres anabatistas diante do martírio

Heberth - Contribuições teológicas de Conrad Grebel



Rubens - escatologia montanista


domingo, 26 de novembro de 2017

Escola Bíblica sobre os Anabatistas

Em continuidade às celebrações do aniversário de Moriá, hoje (26/11/17) pela manhã, tivemos uma Escola Bíblica diferente, mas não menos edificante. Muito pelo contrário. Os alunos do Instituto Pietista de Cultura fizeram explanações sobre seus projetos de pesquisa que versam sobre diversos aspectos do Anabatismo, tanto do passado como do presente. Em seus temas aludiram acerca da escatologia montanista, as convicções de salvação femininas diante do martírio, virtudes da mulher anabatista, baseado em provérbios 31, os ideais de Conrad Grebel e a musicalidade anabatista a partir do canto dos mártires contidos no Ausbund, hinário mais antigo em uso atualmente. Rubens Carlos, Janderson, Luiz Sousa, Heberth Ventura e Fabiano Santiago foram os alunos que abrilhantaram o evento com uma revisitação ao passado, resgatando muitos valores necessários para nossos tempos através de anabatistas (homens e mulheres) do século XVI. Apesar da Escola ter se prolongado para além do horário convencional, ninguém se sentiu impulsionado a deixar o templo, pois a cada informação transmitida e entoada prendia a atenção dos participantes de modo que aproveitamos ao máximo o conteúdo da manhã.
Destacamos o projeto de Fabiano Santiago cujo tema versa sobre o hinário Ausbund, do século XVI. Este hinário ainda é usado pelas comunidades Amish nos EUA e tem um conteúdo repleto de belos hinos dos quais alguns tivemos a oportunidade de ouvir na mais pura voz anabatista americana. As letras de Michael Sattler, grande expoente dos irmãos suíços, impactaram nossos corações através de sua composição robusta cuja profundidade exalta a simplicidade dos ensinos cristãos.
Para o professor João Batista, responsável pela disciplina do projeto de pesquisa, os alunos fizeram um trabalho grandioso. Segundo ele, ao longo destes últimos meses, prestou-se a ajudar cada um deles na orientação e foco do que pretendiam pesquisar para que o sentido objetivo do trabalho fosse alcançado. Esses trabalhados sob sua supervisão têm a possibilidade de maior alcance, visto que alguns deles têm um caráter inédito para a produção literária cristã em português.
Hoje à noite, a celebração continuará com o culto de encerramento. Participe!


Prof. João Batista



Rubens

Heberth

Janderson

Luiz

Fabiano
Perguntas e resposta após a exposição:










sábado, 15 de julho de 2017

Noite de lançamento do livro "500 anos do Protestantismo"

Ocorreu na noite desta sexta (14/07/17) o lançamento do tão esperado livro do prof. Ivanildo Mendes: “500 anos do Protestantismo – uma breve História da Reforma”, publicado pelo INTESI. O evento ocorreu na Capela Moriá, local muito propício para a abordagem do tema visto que o templo recém-reformado remete a um contexto medieval, próprio da Reforma. Foi uma noite maravilhosa, principalmente, para Ivanildo Mendes e os representantes do INTESI, Silvailde Rocha (presidente) e Cintia (vice-presidente), que puderam apresentar um trabalho muito bem elaborado e de refinado capricho. Para Silvailde que pronunciou a primeira fala da noite, fazendo um retrospecto dos primeiros contatos com Ivanildo, os rascunhos iniciais do texto quando foram recepcionados e lidos pelos membros do INTESI refletiram que a obra seria um sucesso dado à forma didática do ensaio, fazendo aparecer a capacidade de atingir desde o mais leigo até o mais profundo conhecedor do assunto. O reverendo Glauco Barreira Magalhães Filho, prefaciador do livro, também fez uma exposição, dentre outras, sobre as razões que o motivaram a indicar o prof. Ivanildo Mendes para a composição de obra tão valiosa para o meio evangélico. Ele informou que Ivanildo é um professor (Instituto Pietista de Cultura) que se dedica com afinco ao estudo de História da Igreja, transmitindo seus conhecimentos com versatilidade no seminário de forma a não ter outro nome capaz de cumprir tão bem o papel delegado pelo INTESI.
Quem participou do evento se sentiu muito agraciado com tudo o que foi dito de púlpito. O INTESI foi conhecido, bem como suas propostas sérias em favor da propagação do Evangelho, visto que se opõe às formas educacionais de gênero e é contra o feminismo. Também procura integrar ao máximo as comunidades evangélicas para uma reflexão sobre a forma de o cristão conduzir sua vida, interagindo com o meio onde está, seja social, cultural, acadêmico, laboral etc, dignificando os princípios do autêntico Cristianismo.
O Instituto Pietista de Cultura (IPC) foi representado pelo evangelista e professor Jean Carlos que conduziu o lançamento e fez algumas ponderações muito pertinentes sobre a obra e o escritor. Compartilhou com os presentes a sensação prazerosa de está no evento, obtendo tantos conteúdos proveitosos para a caminhada cristã.


Adquira seu exemplar com o INTESI ou com o professor Ivanildo Mendes.
Evangelista Jean Carlos
Silvailde Rocha (presidente do INTESI)



Reverendo Glauco B M Filho


prof. Ivanildo Mendes (o autor)






Prof. Ivanildo Mendes e alunos do seminário

Rev. Glauco, Cintia e Silvailde

pr. Heládio, pr. Edmilson (Deão), pr. Glauco, prof. Ivanildo e ev. Jean Carlos, professores do IPC

INTESI e prof. Ivanildo

Pr. Glauco, INTESI, Ivanildo e Lília (esposa)