O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.
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segunda-feira, 11 de novembro de 2019
Curso de Teologia Avançada (FEV/2020) - Inscrições abertas
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segunda-feira, 12 de agosto de 2019
Pensamento Cristão e Filosofia
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sábado, 29 de junho de 2019
Capacitação para professores de escola bíblica - tema: Escatologia
Quando o Cristianismo iniciou sua expansão,
a preocupação apostólica se externou na forma de escrita apologética para
conter possíveis desvios do paradigma, além de orientar a Igreja quanto à condição
permanente de uniformização doutrinária, estando os cristãos perto ou longe. A
Igreja deveria estar unida através das mesmas convicções em consonância com
todos os ensinos provenientes do Salvador. A obra messiânica desdobrou-se
também para a pregação e observação do preceito absoluto e imutável nas muitas exposições
da Verdade (simbolicamente o manto de mestre de Cristo não foi
rasgado exatamente para conservar o pensamento da unidade doutrinária). Desta
maneira, a Igreja alcançaria o ideal de firmeza na Verdade, sendo forte para
resistir as intempéries filosóficas e pensamentos emergentes nos seus
respectivos tempos.
Tendo em vista
reverenciado cuidado, o Instituto Pietista de Cultura organizou neste sábado a
Primeira Capacitação de Professores de Escola Bíblica da Igreja Batista
Renovada Moriá. O tema tratado foi a Escatologia Bíblica, abordando não só o
texto em si, mas também algumas das diversas formas de pensar a profecia
apocalíptica que culminaram em equívoco teológico e heresia. Apesar de não
conseguirmos esgotar o tema, dada sua profundidade e detalhamento das
profecias, procuramos nos ater aos assuntos em evidência, colocando, assim, os
professores a par do pensamento das correntes teológicas vigentes e
fornecendo-lhes os subsídios necessários para a contraposição (quando for
necessário). Mas, a pretensão foi a visão estritamente cristã e bíblica, numa
mentalidade muito própria daquela percebida no Cristianismo primeiro.
Procurando reproduzir
aquela mentalidade, os participantes da Capacitação para professores de Escola
Bíblica foram recebidos calorosamente antes do início do evento, marcado para
às 8h. Razão pela qual se formou um ambiente de serenidade e de grandes
expectativas para aprender com profundidade a doutrina das últimas coisas. À
medida que chegavam, recebiam seus kits personalizados com todo o material
necessário para o bom aproveitamento das exposições ao longo do dia. Nos intervalos
para Coffee Break (manhã e tarde) e
almoço, o clima de confraternização e de diálogos sobre os temas até então
apresentados faziam o clima ficar ainda mais agradável. De fato, foram
conversas proveitosas, revelando o espírito de comunhão e o nível de
espiritualidade tão preciosos para a uniformidade doutrinária.
Por acreditarmos na
univocidade bíblica, trabalhamos com grande afinco para alcançá-lo, lembrando
sempre da máxima primitiva: “perseverando na doutrina dos apóstolos”, a fim de que todos caminhem pelas mesmas convicções. Dizer que
todo mundo pode ter sua própria interpretação do texto bíblico não revela
espiritualidade, antes rebeldia, algo bastante problemático para quem quer se
intitular cristão. Preferimos acreditar no livre exame, contudo, submetido às
orientações do Santo Espírito que nos remete ao profundo conhecimento da
vontade de Deus, sendo também Ele o agente vinculador que nos proporcionará a unidade preceituada em Efésios.
A participação dos
professores foi algo marcante. Todos, ou pelo menos a maioria, atenderam ao
chamado para o curso. Para o diácono Hélio Machado (também professor de escola
bíblica), a doutrina cristã passa por um momento preocupante de modo que a
única solução é retornar à simplicidade da fé apostólica com ações como essa
capacitação: “Nesses dias de doutrinas fragmentadas é necessário fortalecer a
nossa que é a mesma dos apóstolos, a bíblica, e a de Jesus Cristo”. Pitágoras
Martins destacou a importância da atribuição de professor e que o mesmo deverá
caminhar com responsabilidade no desenvolvimento de sua atividade: “importante é
que nós que estamos sendo professores, sejamos responsáveis com a incumbência
do cargo que exercemos”.
Concluímos esse evento
na certeza de que o conteúdo foi apresentado com toda diligência pela comitiva
de professores do IPC, acreditando na internalização dos assuntos pelos
participantes, principalmente nos momentos nos quais as dúvidas foram
apresentadas, gerando um salutar debate que resultou em grande satisfação pela
argumentação explicativa e convincente. Para Luiz Sousa, o curso de capacitação
foi “maravilhoso, enriquecedor e esclarecedor... momento épico de Moriá”. Para
Fábio Silva, a crise teológica é tamanha que nos obriga a fortalecer os
laços, pois “em virtude da grande mistura e falta de amor pela sã doutrina,
faz-se extremamente propícios momentos como o que se realizou no dia de hoje
para que haja alinhamento e padronização doutrinária, e acima de tudo, a
propagação da Palavra de Deus na sua integralidade e verdade”. Certamente, os
participantes ainda irão revisitar os pontos apresentados até a plena
assimilação da doutrina, seja individualmente seja em outros encontros ora
programados, de menores proporções, para a continuidade do aprofundamento da
Escatologia Cristã, visto que todos poderão usufruir de um olhar mais atento os últimos
dias.
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terça-feira, 7 de maio de 2019
Livro "de Aldergate a Azuza" da Editora Sal Cultural
O livro narra histórias de mulheres e homens que,
por causa de sua preocupação comum pela apropriação em fé da santidade pessoal
e comunal, sob a ação poderosa do Espírito Santo, se esforçaram não só por uma
vida de intensa piedade interior, mas também por um testemunho público no mundo
a fim de corrigir problemas de injustiça sistêmica, a ponto de acolherem
lideranças clérigas e leigas que frequentemente desafiaram as prevalecentes
exclusões de raça e gênero na sociedade norte-americana. Infelizmente,
historiadores da igreja em geral, e do metodismo e do pentecostalismo em
particular, não têm dado suficiente atenção a esses históricos antecedentes
teológicos do Movimento Pentecostal. O livro editado por Henry Knight III
procura preencher essa lacuna e deve despertar entre estudiosos brasileiros o
interesse acadêmico renovado nesta negligenciada trajetória de metodistas e
pentecostais.
Num tempo de grande confusão
identitária entre metodistas e pentecostais brasileiros no caldo da
pós-modernidade desvairada dos neopentecostalismos que nos invadem por todos os
lados, a publicação em português pela Editora Sal Cultural de “De Aldersgate a
Azusa”, deve ser saudada com grande entusiasmo (sem trocadilhos!) por todas as
pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos histórico-teológicos
sobre o metodismo e o pentecostalismo e deve passar a ser bibliografia
obrigatória em todo e qualquer curso de graduação e pós-graduação que preze sua
credibilidade acadêmica.
Este livro
estará disponível no templo da Igreja Batista Renovada Moriá para compra por
ocasião da palestra do ministro e teólogo Eduardo Vasconcelos, editor chefe da
Editora Sal Cultural no dia 27/05/2019.
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Evento do Instituto Pietista de Cultura
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quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Curso de Teologia Avançada
O Instituto Pietista de Cultura
abre inscrições para seu curso livre de TEOLOGIA AVANÇADA. O curso objetiva
capacitar cristãos para os desafios que enfretam diante das proposituras
céticas do mundo acadêmico. Os professores são Doutores, Mestres e
Especialistas, dedicando parte dos seus estudos ao aprofundamento de temas
relevantes da Modernidade que inquietam a Igreja.
O Curso
será ministrado em 6 (seis) semestres e receberão os certificados aqueles que
lograrem êxito nas disciplinas com notas e presença exigidas pela carga
horária.
Nos dois
primeiros semestres serão cobrados R$ 100,00 (Cem Reais) por mês, desde a
matrícula até o sexto mês. A partir do terceiro semestre, o valor será alterado
para R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais).
O curso
funcionará às segundas, quartas, sextas (à noite) e sábado (à tarde), conforme
o IPC decidir. O local das aulas será na rua Nogueira Acioli, 2195, Joaquim
Távora, Fortaleza, Ceará.
Número de
vagas: 20
Faça já
sua inscrição.
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quinta-feira, 5 de julho de 2018
INSCRIÇÕES para o curso de TEOLOGIA AVANÇADA - IPC
Começam hoje às inscrições para nova turma de Teologia Avançada do Instituto Pietista de
Cultura.
Local da inscrição: Rua
Nogueira Acioly, 2195 – Joaquim Távora – Fortaleza – Ceará
Dias para inscrição: 05, 12,
19 e 26 de julho das 18h às 21h.
Valor da Matrícula: R$ 99,00 (este valor deverá ser pago no ato da inscrição)
No início das aulas
será disponibilizado carnê com as outras 5 (cinco) mensalidades de igual valor
da matrícula.
Início das aulas: Agosto/2018
Disciplinas ofertadas do primeiro
semestre: Comunicação e Expressão, Bibliologia e Antropologia do Antigo e
do Novo Testamento.
Duração do curso: 3 anos (6
semestres)
OBSERVAÇÃO:
os dias das aulas serão informados previamente aos alunos. A previsão é que
ocorram nas noites dos dias de segunda, quarta, sexta (das 18h30 às 21h30) ou
sábado (das 14h às 17h);
OBSERVAÇÃO:
o material didático será em formato de apostila com textos diversos, livros ou
outros meios que os professores julgarem necessários (os custos do material
serão por conta do aluno);
OBSERVAÇÃO: Certificado emitido pela AMEC – Associação Moriá de
Educação Cristã. O curso de Teologia Avançada é um curso livre, de acordo com
nova regulamentação do MEC não poderá ser utilizado para convalidação de curso
posterior de graduação em Teologia.
OBSERVAÇÃO:
o Instituto Pietista de Cultura se reserva ao direito de realizar o curso somente
a partir de um número mínimo de alunos matriculados em todas as disciplinas, ou
seja, 10 (dez) alunos.
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segunda-feira, 4 de junho de 2018
Os Montanistas e o Cristianismo genuíno
Quando
Jesus encontrou Mateus, ordenando, em seguida, que deixasse seu posto fiscal
para segui-lo; quando Pedro, João e Tiago foram chamados para deixarem de lado
a pescaria a fim de se tornarem pregadores exclusivos do Evangelho; quando
competiu a Igreja se concentrar durante dez dias em Jerusalém para orar, em
intenso clamor, pelo Espírito da promessa; quando Paulo abnegou sua posição
religiosa e cultural, tendo em vista se dedicar ao ministério vocacional de
apóstolo; todos não viveram experiências “exageradas” aos olhos convencionais e
seculares? Quando o próprio Cristo, enquanto homem, jejuou durante quarenta
dias; quando não descansava durante as noites, pretendendo dedicar-se à oração;
quando pregava duramente contra a hipocrisia farisaica, desnudando o caráter
medonho desse grupo religioso; não estava ele propondo um caminho a seguir bem
diferente do convencional e tradicional? Esse comportamento incomodou as
tendências religiosas porque se erigia contra o marasmo religioso reinante.
A internalização daqueles comportamentos prenunciou doutrinas
como a renúncia aos bens materiais (Mateus 19:16-24), sobre a renúncia à
própria vida (Mateus 16:24-26), com a máxima que dizia o modo de ser verdadeiro de um discípulo de Cristo: “Assim, pois,
qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu
discípulo” (Lucas 9:33); também revelou as intenções divinas sobre a negação
das paixões carnais (Colossenses 3:5) e o apego àquilo que estava sendo
revelado e, ainda, por ser revelado em posteriores eventos.
Diante do exposto, percebe-se que o
Cristianismo foi fundado sobre princípios bem diferentes da vida cotidiana, sendo
privilegiados aqueles que tiveram a oportunidade de ouvir a pregação do
Evangelho direto da fonte. Esses princípios não se restringiram ao modus daquele tempo, já que se tratava
da apresentação de conceitos absolutos e imutáveis, regidos pelos atributos
invariáveis da Divindade. Apesar disso, o pensamento reinante dentre a maioria das
vertentes cristãs modernas foi de que essa visão e seu conjunto de práticas estavam
limitados ao cânon bíblico, não devendo ser aplicada sua regra no todo aos
seguidores posteriores, mas em parte, muito embora esteja claro no texto
bíblico a abrangência e a amplitude da soberana vontade sobre seus preceitos.
Deste modo, por razões alheias e diversas, preferiram deixar de lado a
possibilidade de reprodução daquelas práticas nos movimentos posteriores ao
Cristianismo Primitivo (certamente, essa mentalidade em muito contribuiu para a
corrente “cristã” de liberalismo teológico e se mostrou contraditória já que
muitos destes movimentos reivindicam ligação com o primitivismo sem guardarem
seus postulados). Afora isso, somos impelidos a acreditar que esta aceitação
restritiva rejeita também a pura pregação, o puro comportamento e as muitas
ações neotestamentária, pois, através das diversas tentativas, fazem releituras
daqueles eventos dando outras interpretações a que pretendiam os protagonistas
bíblicos e readaptam os preceitos segundo a própria conveniência. O erro de
tomar a revelação divina e sujeita-la à mentalidade humana com seus incrementos
produziu o misto entre Cristo e belial,
prática rejeitada pelo apostolado severamente, visto que essa mistura provocou
um hibridismo ocasional, diminuindo o poder de subsistência das verdades
bíblicas, incorrendo na ausência da providência divina e abrindo precedentes
para a formação de um “cristão” adaptado, modelado e sujeito às tendências
culturais, aos processos de inovação temporal e às políticas eclesiásticas
dominadoras.
Essa impressão herdada da teologia das
reinvenções (termo nosso referente à maneira de pensar a teologia com
adaptações) projetou a possibilidade e a necessidade de algo que não deveria
ser possível nem necessário: alterar sensivelmente o legado de Cristo e de seus
apóstolos. Quem olha o Cristianismo de hoje verifica um movimento profundamente
alterado, modificado e recriado, confirmando a tese de que o hidridismo
evolutivo do cristianismo produziu outro movimento, fugindo à regra primordial
de ser o que era no princípio. Essa regra de conservação, apesar de rejeitada
pela corrente híbrida, repousou serena nos grupos marginalizados que viveram
paralelamente àqueles impostores da fé cristã. Logo, quando tratamos de
movimentos como o Montanismo, devido à rejeição aos postulados apostólicos e
não somente a sua história, faz-se ouvir aquele eco ensurdecedor de que ele não
representou o puro Cristianismo. Por qual razão? Em razão de Eusébio de
Cesareia, um historiador bajulador de Constantino e adepto da teologia das
adaptações, assim ter falado? Então, é preferível acreditar em alguém que não
foi fiel ao paradigma da eclesiologia primitiva a acreditar em quem queria
viver segundo aqueles preceitos?
A rejeição aos montanistas é tão grande
que foram taxados como a heresia mais antiga que surgiu na História da Igreja.
Apesar disso, devemos fazer uma pergunta: eles foram heréticos ou reacionários?
Quais diferenças devem ser apresentadas para podermos extrair uma compreensão
mais coerente dentro da pretensão do texto? O parecer de alguns estudiosos
sobre o assunto poderá nos amparar nesse desafio.
Para John de Soyres: Nossa
conclusão é que não havia nada [no Montanismo] oposto ao credo. Anne Jensen afirmou: A erudição moderna demonstrou a ortodoxia
essencial do movimento original da Frígia. Sheila E. McGinn reforça a informação quando, referindo-se aos
oráculos, enfatizou: Estes poucos
oráculos demonstram a ortodoxia doutrinária da Nova Profecia – um ponto que
agora é uma questão de consenso entre os estudiosos montanistas. Mesmo quem
se opunha religiosamente ao movimento, mas dedicou-se a uma compreensão sensata
do movimento soube reconhecer seus valores. O estudioso jesuíta Walter J. Burghardt asseverou: Não posso encontrar evidências convincentes
de que o Montanismo primitivo fosse culpado de heresia. David
Wrigth confere mais um entendimento equilibrado: Sem demora, é óbvio que [o Paráclito do
Montanismo] não tem nada a ver com o complemento da regra de fé ou a
apresentação de novas revelações.
A evidência mais concreta
que podemos aplicar ao nosso raciocínio para validar o Montanismo como
autêntico movimento cristão, oriundo do anseio de querer ser a Igreja Primitiva
de seu tempo, é Tertuliano. Tertuliano se apresenta não apenas como teólogo que
vai confirmar as convicções montanistas, alinhando-as com as de Atos e das
Epístolas, mas como membro efetivo de uma Igreja pura. Tertuliano rejeitou a
Igreja em caminhos de desvio pelo seu envenenamento com o mundanismo da época,
desqualificando-a como uma instituição séria com veia espiritual. A
sensibilidade tertulianista foi tão profunda que conseguiu absorver a pregação
de Montano, Maximila e Priscila sem se opor, visto que era a mesma pregação de
Atos, e assim que pode rumou para a comunidade montanista sem pestanejar.
Portanto, muitos
estudiosos do assunto e não meros expectadores que se deixam alienar por
opiniões diversas têm confirmado as orientações do Montanismo, versando sobre
seu apego ao conceito primeiro da fé cristã. Essa corrente minoritária de
pensadores têm tido a sensatez para compreender um dos movimentos mais
incompreendidos da História do Cristianismo e demonstrar pela argumentação
consistente a coerência de Montano e de seu grupo.
Heládio Santos
Prof. Instituto Pietista de Cultura
Referências
Burghardt, Walter J. Primitive Montanism: Why Condemned? in
Dikran Y. Hadidian (ed.), From Faith to Faith: Essays in Honor of
Donald G. Miller on his Seventieth Birthday (Pittsburgh: The Pickwick
Press, 1979), p. 340.
Jensen, Anne. Prisca - Maximilla - Montanus: Who was the Founder of ‘Montanism’?
in Elizabeth Livingstone (ed.), Studia Patristica, vol. 26
(Leuven: Peeter's Press, 1993), p. 148.
Soyres, John De, Montanism
and the Primitive Church (Cambridge: Deighton, Bell and Co., 1878),
p. 31.
Mcginn, Sheila E. The Montanist Oracles and Prophetic Theology,
in Elizabeth A. Livingstone (ed.), Studia Patristica, vol. 31
(Leuven: Peeter’s Press, 1997), p. 132.
Wright, David F. Why were the Montanists Condemned? Themelios, 2,
21-22 (1970).
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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Matrículas para curso de Teologia Avançada
O
Instituto Pietista de Cultura abre matrículas para nova turma de TEOLOGIA
AVANÇADA:
PRIMEIRO
SEMESTRE:
1. Comunicação e
Expressão
2. Bibliologia
3. Antropologia
do Antigo e do Novo Testamento
INÍCIO
DAS AULAS: FEVEREIRO/2018
VALORES:
DISCIPLINAS
INDIVIDUAIS: R$ 45,00 (MENSAIS) + Matrícula
TODAS
AS DISCIPLINAS: R$ 100,00 (MENSAIS) + Matrícula
INFORMAÇÕES
APÓS AS 15H:
(85)
98843-2284 – OI
(85)
99108-3394 – CLARO
DIAS:
SEGUNDA
E QUARTA DE 18h30 ÀS 21h30
SÁBADO
DAS 14h ÀS 17h.
*
os horários podem sofrer alterações sem comunicação prévia devido
disponibilidade dos professores.
MATRÍCULAS: todas as quintas de janeiro/18, das 18h às 21h, no templo da Igreja Batista Renovada Moriá, situada à rua Nogueira Acioli, 2195 - Joaquim Távora.
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terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Apresentação de projetos no IPC
Nesta segunda (04/12/2017),
reuniram-se para avaliação de projetos de pesquisa os professores do Instituto
Pietista de Cultura, com a finalidade de avaliar o desempenho dos alunos
concludentes do curso de Teologia Avançada. Apresentaram seus projetos com seus
respectivos temas os alunos: Fabiano Santiago (musicalidade e soteriologia anabatista
nos hinos do Ausbund), Heberth Ventura (contribuições teológicas de Conrad
Grebel), Janderson (Convicção das mulheres anabatistas diante do martírio) e
Rubens (escatologia montanista).
Nesta etapa final, os alunos
que se dedicaram ao estudo teológico nestes últimos três anos demonstraram a
assimilação do conteúdo apresentado ao longo das disciplinas. A composição dos
trabalhos demonstrou não só um envolvimento com a pesquisa acadêmica, mas
também com o domínio sobre os temas propostos, orientados especificamente pelos
professores. Participaram da mesa que analisou os trabalhos, os professores:
João Batista, Geilson, Jean Carlos e Heládio Santos.
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| apresentação Fabiano - hinologia anabatista |
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| Banca - prof. João Batista, Prof. Jean Carlos e Prof. Heládio Santos |
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| Janderson - Mulheres anabatistas diante do martírio |
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| Heberth - Contribuições teológicas de Conrad Grebel |
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| Rubens - escatologia montanista |
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domingo, 26 de novembro de 2017
Escola Bíblica sobre os Anabatistas
Em continuidade às celebrações
do aniversário de Moriá, hoje (26/11/17) pela manhã, tivemos uma Escola Bíblica
diferente, mas não menos edificante. Muito pelo contrário. Os alunos do
Instituto Pietista de Cultura fizeram explanações sobre seus projetos de
pesquisa que versam sobre diversos aspectos do Anabatismo, tanto do passado
como do presente. Em seus temas aludiram acerca da escatologia montanista, as
convicções de salvação femininas diante do martírio, virtudes da mulher
anabatista, baseado em provérbios 31, os ideais de Conrad Grebel e a
musicalidade anabatista a partir do canto dos mártires contidos no Ausbund,
hinário mais antigo em uso atualmente. Rubens Carlos, Janderson, Luiz Sousa,
Heberth Ventura e Fabiano Santiago foram os alunos que abrilhantaram o evento
com uma revisitação ao passado, resgatando muitos valores necessários para
nossos tempos através de anabatistas (homens e mulheres) do século XVI. Apesar
da Escola ter se prolongado para além do horário convencional, ninguém se
sentiu impulsionado a deixar o templo, pois a cada informação transmitida e
entoada prendia a atenção dos participantes de modo que aproveitamos ao máximo
o conteúdo da manhã.
Destacamos o projeto
de Fabiano Santiago cujo tema versa sobre o hinário Ausbund, do século XVI.
Este hinário ainda é usado pelas comunidades Amish nos EUA e tem um conteúdo
repleto de belos hinos dos quais alguns tivemos a oportunidade de ouvir na mais
pura voz anabatista americana. As letras de Michael Sattler, grande expoente
dos irmãos suíços, impactaram nossos corações através de sua composição robusta
cuja profundidade exalta a simplicidade dos ensinos cristãos.
Para o professor João
Batista, responsável pela disciplina do projeto de pesquisa, os alunos fizeram
um trabalho grandioso. Segundo ele, ao longo destes últimos meses, prestou-se a
ajudar cada um deles na orientação e foco do que pretendiam pesquisar para que
o sentido objetivo do trabalho fosse alcançado. Esses trabalhados sob sua
supervisão têm a possibilidade de maior alcance, visto que alguns deles têm um
caráter inédito para a produção literária cristã em português.
Hoje à noite, a
celebração continuará com o culto de encerramento. Participe!| Prof. João Batista |
| Rubens |
| Heberth |
| Janderson |
| Luiz |
| Fabiano |
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quarta-feira, 26 de julho de 2017
Culto em Leipzig - Alemanha (Pr.Glauco) / Viagem 500 anos da Reforma Pro...
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terça-feira, 25 de julho de 2017
Pr. Glauco descrevendo o Muro dos Reformadores em Genebra - Suiça
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Mensagem do Pr. Glauco dentro do mosteiro agostiniano onde Lutero viveu ...
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sábado, 15 de julho de 2017
Noite de lançamento do livro "500 anos do Protestantismo"
Ocorreu na noite
desta sexta (14/07/17) o lançamento do tão esperado livro do prof. Ivanildo
Mendes: “500 anos do Protestantismo – uma breve História da Reforma”, publicado
pelo INTESI. O evento ocorreu na Capela Moriá, local muito propício para a abordagem
do tema visto que o templo recém-reformado remete a um contexto medieval,
próprio da Reforma. Foi uma noite maravilhosa, principalmente, para Ivanildo
Mendes e os representantes do INTESI, Silvailde Rocha (presidente) e Cintia
(vice-presidente), que puderam apresentar um trabalho muito bem elaborado e de
refinado capricho. Para Silvailde que pronunciou a primeira fala da noite, fazendo
um retrospecto dos primeiros contatos com Ivanildo, os rascunhos iniciais do
texto quando foram recepcionados e lidos pelos membros do INTESI refletiram que
a obra seria um sucesso dado à forma didática do ensaio, fazendo aparecer a
capacidade de atingir desde o mais leigo até o mais profundo conhecedor do
assunto. O reverendo Glauco Barreira Magalhães Filho, prefaciador do livro,
também fez uma exposição, dentre outras, sobre as razões que o motivaram a
indicar o prof. Ivanildo Mendes para a composição de obra tão valiosa para o
meio evangélico. Ele informou que Ivanildo é um professor (Instituto Pietista
de Cultura) que se dedica com afinco ao estudo de História da Igreja,
transmitindo seus conhecimentos com versatilidade no seminário de forma a não
ter outro nome capaz de cumprir tão bem o papel delegado pelo INTESI.
Quem participou do
evento se sentiu muito agraciado com tudo o que foi dito de púlpito. O INTESI
foi conhecido, bem como suas propostas sérias em favor da propagação do
Evangelho, visto que se opõe às formas educacionais de gênero e é contra o
feminismo. Também procura integrar ao máximo as comunidades evangélicas para
uma reflexão sobre a forma de o cristão conduzir sua vida, interagindo com o
meio onde está, seja social, cultural, acadêmico, laboral etc, dignificando os
princípios do autêntico Cristianismo.
O Instituto Pietista
de Cultura (IPC) foi representado pelo evangelista e professor Jean Carlos que
conduziu o lançamento e fez algumas ponderações muito pertinentes sobre a obra
e o escritor. Compartilhou com os presentes a sensação prazerosa de está no
evento, obtendo tantos conteúdos proveitosos para a caminhada cristã.
Adquira seu exemplar
com o INTESI ou com o professor Ivanildo Mendes.
![]() |
| Evangelista Jean Carlos |
![]() |
| Silvailde Rocha (presidente do INTESI) |
![]() |
| Reverendo Glauco B M Filho |
![]() |
| prof. Ivanildo Mendes (o autor) |
![]() |
| Prof. Ivanildo Mendes e alunos do seminário |
![]() |
| Rev. Glauco, Cintia e Silvailde |
![]() |
| pr. Heládio, pr. Edmilson (Deão), pr. Glauco, prof. Ivanildo e ev. Jean Carlos, professores do IPC |
![]() |
| INTESI e prof. Ivanildo |
![]() |
| Pr. Glauco, INTESI, Ivanildo e Lília (esposa) |
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