O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Chegada dos nossos missionários


 Em meio à multidão que desembarcava no aeroporto internacional Pinto Martins em Fortaleza, após a liberação da pista para pousos e decolagens, chegava também a dupla de missionários da Igreja Batista Renovada Moriá, o evangelista André Elias e a irmã Cleó, às 12h40min (21/08/12). Iniciando seu retorno no começo da madrugada em Guajará-Mirim (onde tem uma missão evangelística da Igreja), fizeram escala em Guarulhos (SP) logo pela manhã, sendo redirecionados para Fortaleza às 07h15min em voo direto pela TAM. Pisaram em solo Alencarino felizes pela grandiosa oportunidade de terem ido bem longe, bem próximo à divisa do Brasil com a Bolívia, cumprindo o ide de Jesus.
                Foram duas semanas de labuta na obra e conquista de almas que se renderam a Cristo através da pregação desta dupla de coragem e fé. Nossos missionários demonstraram imenso amor pelos pecadores daquela localidade. Tiveram tanto êxito no trabalho que saíram de lá com muitos pedidos de orações dos novos convertidos cuja vida agora é dedicada a Cristo.
                Foram recepcionados pela filha da irmã Cleó, Leilane, e pelo pastor Heládio Santos que representou o presbitério de Fortaleza dando as boas vindas àqueles que merecem nosso respeito e honra.
                No próximo culto de missões, teremos muitas notícias edificantes do que foi realizado em Guajará-Mirim (RO), dos frutos do trabalho e dos sonhos que alimentam essa obra. Abraços aos bravos irmão André e irmã Val que ficaram para alimentarem espiritualmente a nova leva de novos crentes anabatistas daquela cidade.
                Oremos pela obra missionária... Ide!  

domingo, 5 de agosto de 2012

MARCHA PARA “JESUS” OU ALIENAÇÃO?


A idéia de uma manifestação pública dos evangélicos em uma cidade é muito interessante. Quando a “Marcha para Jesus” surgiu, ela estava comprometida com um movimento herético que apregoava que, se marchássemos na cidade, declarando que ela era de Jesus, haveria uma conversão da cidade para Deus. Tal conceito ligava-se à idéia de pensamento positivo e à crença de que éramos pequenos deuses capazes de criar coisas por decretos. Em razão de tudo isso, eu me coloquei contra a “Marcha”.
            Eu, porém, não sou fechado de mente. Admito que a “Marcha” não é mais associada a esses conceitos heréticos com que iniciou. Ela é hoje um testemunho da presença dos evangélicos em um lugar. A idéia me parece muito interessante. O problema que vejo hoje, porém, é a falta de objetivo.
            A “Marcha” não passa de entretenimento: muita música, danças, etc. Trata-se de um espetáculo religioso. A “Parada Gay” já adquiriu conotações políticas de longo alcance, mas a “Marcha para Jesus” não passa de um vulgar entretenimento.
            Em São Paulo, os homossexuais fazem sua caminhada, exigindo uma ordem jurídico-política que promova sua causa vil. Procuram inculcar a sua impiedade na mente nas pessoas. Enquanto isso, os “crentes” estão dançando ao som de cantores astros.
            Como seria bom que os evangélicos fizessem uma manifestação com objetivos. Algo que fosse reverente e santo para transmitir seriedade, no qual triunfasse a Palavra de Deus pregada com intrepidez. Seria essa uma ótima oportunidade para dizermos a sociedade que o homossexualismo é pecado, que a corrupção na política é pecado. Poderíamos bradar com voz profética contra os pecados da nação, chamando-a a um arrependimento. Oh! Eu iria com prazer a um evento desse porte!
            É insuportável ver os pretensos crentes fazendo um simples show à moda dos mundanos, com mulheres vestidas sensualmente e muito entretenimento leviano. Enquanto isso, a nação se entrega à sodomia, à prostituição, às drogas, ao divórcio.... Na “Marcha para Jesus” em São Paulo, até os homossexuais participaram!
            Enquanto os crentes forem carnavalescos e mundanos, ignorando o mal espiritual e moral que se propaga, as coisas vão de mal a pior! Precisamos de profetas que toquem a trombeta! A igreja deve ser a consciência da nação! O sal não pode ser insípido!

SOLI DEO GLORIA

Pr. Glauco Barreira
IBRM - www.batistamoria.ning.com

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”


Leia trecho da entrevista que o pastor Silas Malafaia concede a Pedro Dias Leite, nas “Páginas Amarelas” da VEJA desta semana. A íntegra está na edição impressa da revista.
*
Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que congrega cerca de 8 500 pastores de quase todas as denominações evangélicas, o pastor Silas Mala-faia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas e o que enxerga como aumento dos privilégios dos homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: “Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores”.

A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso foi contundente. Mas influir em leis é papel de um religioso?
Se não fosse assim, a casa tinha caído. Essa lei é a lei do privilégio. O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba de governo, de estatais, é o joguinho deles. Homofobia é uma doença. Ódio aos homossexuais, querer matá-los ou agredi-los é uma doença. Agora, opinião não é homofobia.  (…). A lei que estão propondo é uma lei da mordaça. Se não aprendermos a respeitar a liberdade de expressão, será melhor mandar fechar a conta para balanço.
(…)
Fonte:

segunda-feira, 23 de abril de 2012

IMPORTANTE - ESTATUTO da "DIVERSIDADE SEXUAL" e PEC - Proposta de Emenda à Constituição querem o fim da família e violar os direitos básicos dos cidadãos



Membros da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, sob liderança da senadora Marta Suplicy (PT-SP), e a Comissão da Diversidade Sexual da OAB, presidida pela ex-desembargadora Berenice Dias, militante da intolerante, impositiva e déspota ideologia LGBT e fundadora do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito da "Família" (aspas propositais), elaboraram e entregaram à OAB - Ordem dos Advogados do Brasil, à Cãmara dos Deputados e ao Senado, no dia 23 de agosto de 2011, um "Estatuto da Diversidade Sexual". Na mesma ocasião, foi entregue uma PEC - Proposta de Emenda à Constituição. Ambos inciativas visam profundas e radicais alterações da lesgilação do país, de modo a extinguir os mais elementares valores e princípios universais que regem uma sociedade civilizada, violentar a família brasileira, coibir a liberdade de crença e de expressão, criminalizar a opinião e intervir na autonomia, no direito e na liberdade familiar, profissional e educacional, entre outras.

O Estatuto e a PEC incluem os seguintes pontos principais:

- Fim da família tradicional
- Retirada dos termos "pai" e "mãe" dos documentos
- Acabar com as festas familiares nas escolas (dia dos pais, dia das mães, etc.) para não constranger os que fazem parte de famílias "diferentes"
- Obrigatoriedade de as escolas públicas e privadas ensinarem a ideologia homossexual (argumento travestido de "combate à homofobia") e de só usarem materiais didáticos e paradidáticos que incluam a ideologia LGBT
- Preparar crianças a partir de 14 anos para cirurgias de mudança de sexo
- Cobertura pelo SUS para procedimentos de mudança de sexo e hormonoterapia para alterações anatômicas de transgêneros e travestis
- Criminalização da homofobia, com penas de reclusão para quem cometer "discriminação" contra LGBTs
- Oficialização do casamento entre pessoas do mesmo sexo (e não apenas união estável)
- Oficialização da adoção de crianças por casais homossexuais
- Direito de homossexuais de qualquer sexo escolherem que banheiro usar em estabelecimentos públicos e particulares
- Cotas para homossexuais, travestis e transsexuais nos concursos públicos e em empresas privadas
- Obrigatoriedade de instituições públicas e a iniciativa privada promoverem campanhas de qualificação profissional de travestis, transgêneros, etc.
- Proibição da oferta de qualquer forma de "reversão" ou reorientação sexual, bem como qualquer promessa de cura
- Proibição de "ingerência" da família em assuntos sexuais dos filhos
- E diversos outros pontos bastante preocupantes

O documento original pode ser obtido no site da OAB, em:http://www.oab.org.br/arquivos/pdf/Geral/ESTATUTO_DA_DIVERSIDADE_SEXUAL.pdf

Esse assunto é de extrema relevância, senão gravíssimo, e sugiro que seja considerado prioritário no que concerne à atenção, articulação e concentração de esforços de toda e qualquer liderança cristã neste país.

A seguir, parte do texto do documento original, contendo alguns dos pontos mais polêmicos da proposta (chamados de "avanços" pelo presidente da OAB), e comentários acrescentados...




Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais e impedimento dos pais de ajudar filhos com problemas sexuais:

Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.

Sob essa lei, a família nada poderá fazer para ajudar um filho que apresente um problema sexual. É uma porta aberta para impedir que a sociedade e mesmo o Estado intervenham em casos, por exemplo, de abuso sexual, considerando que o movimento pedófilo, transtorno perigoso que já vem sendo tratado como "orientação sexual" em alguns países, reivindica que crianças têm "erotismo" e devem ter garantidos seus "direitos sexuais", os quais incluiriam, entre outros, o "direito" de quererem fazer sexo com adultos (no Brasil já há alguns intelectuais, professores universitários e integrantes de movimentos sexuais defendendo abertamente a pedofilia). Igualmente, se os pais perceberem que seu(sua) filho(a) estiver sendo aliciado(a) por um(a) predador(a) homossexual ou heterossexual, estarão impedidos de intervir, sob pena de serem enquadrados nesse artigo da lei, como sendo "ingerência familiar" para "coibir" alguém de "viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais".

Retirar o termo "PAI" e "MÃE" dos documentos:

Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.

Esse artigo visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como "família". Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”. Também é uma estratégia de manipular a linguagem cotidiana e os documentos oficiais para sorrateiramente se desconstruir os valores "incômodos" aos interesses escusos de tais movimentos, incutindo novas crenças na cabeça das pessoas e se conseguir um controle ideológico, dominando as mentes e a opinião.

Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo):

Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.

Título VII, Art. 38 - As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade.

Imagine-se uma criança de 14 anos, confusa com a propaganda intensiva em todos as mídias e com o ensino obrigatório de perversões sexuais desde a infância, desejando "mudar de sexo". Hospitais e clínicas terão ordens de promoverem os procedimentos necessários para mudar a fisiologia e a anatomia dessa criança, preparando-a para uma cirurgia de "mudança de sexo" dali a 4 anos. O pior é que em alguns países em que esse procedimento tem sido praticando há mais tempo, várias dessas crianças acabam mudando de opinião, quando já é tarde demais para voltar atrás, o que provoca sofrimentos bastante sérios a estas pessoas, vítimas de uma ideologia política desastrosa como é a do movimento ativista LGBT.

Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS, financiadas pelos contribuintes:

Título VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de gênero.

Parágrafo único – É garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS.

Em outras palavras, os cidadãos brasileiros terão seus suados impostos sendo gastos em terapias hormonais e cirurgias para "transformar" o sexo de pessoas que sofrem de transtornos comportamentais previstos na CID (Classificação Internacional de Doenças), em vez de estas pessoas serem encaminhadas a tratamentos que as ajudem a se reorientar e vencer o transtorno - enquanto isso, nosso país segue com postos de saúde sem algodão, gaze, esparadrapo, linha de sutura, etc., e hospitais com médicos ausentes, leitos faltando, equipamentos sem uso, UTIs lotadas, gente morrendo de infecção hospitalar...

E vale lembrar aqui, novamente, dos vários casos em outros países em que a "mudança de sexo" é praticada há mais tempo, e os operados se arrependem da mundança feita, passando por sofrimentos terríveis por não ser possível voltar ao "sexo" original e normal em que nasceu.

O uso de banheiros e vestiários será de acordo com a "opção sexual" do dia:

Título VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero.

Isso significa que um homem poderá entrar em banheiros femininos por acreditar ou alegar que sua "identidade de gênero" está, naquele dia, pendendo para o feminino; de igual modo, uma mulher que acredite ou alegue ter uma "identidade de gênero" masculina, poderá entrar livremante no banheiro masculino. Imagine-se os graves riscos e consequências que isso poderá trazer, sem que os prejudicados tenham direito ou liberdade de fazer qualquer reclamação ou tecer opinião, sob risco de ser acusado de "homofobia" e ir parar na cadeia por 2 a 5 anos, sem direito a fiança.

Não será permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais, nem por vontade própria:

Título VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.

O CFP já proíbe, de forma inconstitucional, os psicólogos de ajudarem homossexuais que desejem voluntariamente reverter sua [des]orientação sexual, mesmo sabendo que está científica e clinicamente comprovado que isso é possível, devido ao fato de que "orientação sexual" não existe de fato, é algo inventado pelo movimento político-ideológico LGBT; o que existe são desorientações sexuais, conduzindo a pessoa a comportamentos sexuais anômalos, anti-naturais, que se manifestam na forma de transtornos, podendo ser tratados e revertidos, com inúmeros casos comprovados de sucesso em todo o mundo. Entre esses comportamentos sexuais anômalos está o homossexualismo, entre outros desvios.

Com o Estatuto da Diversidade Sexual e a PEC, não somente os psicólogos, mas também os psiquiatras, os psicanalistas, e terapeutas de todos os tipos, incluindo as igrejas que promovem esse tipo de ajuda, estarão proibidos de ajudar os homossexuais que voluntariamente desejam deixar o homossexualismo ou outras "taras", apelidadas de "orientação sexual".

É um desrespeito inaceitável contra a liberdade profissional, bem como contra os homossexuais que encontram-se insatisfeitos com sua condição e desejam mudar.

O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor e das escolas sempre ensinar a ideologia homossexual e, consequentemente, estimular sua prática:

Título X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.

Ter "o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual" é uma forma disfarçada de dizer que professores e escolas serão obrigados por lei a ensinar a ideologia LGBT às crianças, adolescentes e jovens, o que as induzirá a esse comportamento anômalo, e que os livros escolares e as metodologias de ensino serão obrigatoriamente aqueles sancionados pelo movimento ativista LGBT, hoje com seus tentáculos entranhados em todos os segmentos da sociedade, inclusive nos governos, nas empresas, no meio acadêmico e até nas igrejas.

Trata-se de uma violência contra a autonomia das escolas, dos educadores e das editoras, se essa PEC passar e/ou esse "Estatuto" virar lei, nosso país poderá ser considerado oficialmente sob uma severa ditadura ofensiva e déspota.

Entre outros absurdos, conteúdos escolares, livros, contos infantis, etc. que apresentem casais heterossexuais e/ou famílias normais serão banidos caso também não apresentem duplas homossexuais travestidas de "casais" e "famílias" regidas por condutas pervertidas:

Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.

Idem comentário anterior.

As escolas não podem mais incentivar a comemoração do "Dia dos Pais", "Dia das Mães", etc.:

Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.

Idem comentário anterior. Será que as escolas poderão criar e comemorar o "Dia da Família LGBT", constragendo as crianças que pertençam a famílias normais? Se isso acontecesse, o movimento LGBT seria coerente para dizer: "se não pode Dia dos Pais nem Dia das Mães, também não queremos Dia da família LGBT"...? Ou, como sempre, seriam dois pesos e duas medidas, impostas por uma casta que está se tornando intocável e semeando o ódio na sociedade?

Cotas para homossexuais nos concursos públicos e em empresas privadas:

Título XI, Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.

Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas.

Doravante, a lei obrigará empresas privadas e instituições públicas a contratarem travestis, transexuais, etc., violando a autonomia destas instituições, o que inclui a liberdade de escolher seus funcionários de acordo com o perfil, as necessidades e as particularidades de cada realidade institucional.

Casos de pedofilia homossexual ou heterossexual irão correr em segredo de justiça:

Título XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.

Como dito anteriormente, o objetivo da ideologia LGBT, apoiada pela OAB, pelo IBDFAM e por diversos movimentos e autoridades, é criar uma casta intocável e acima de tudo e de todos, inclusive da lei feita para o cidadão comum. Com essas iniciativas, e outras que já se tornaram leis, os LGBT - embora nem todos concordem com as atrocidades do movimento ativista e não aceitem ser por ele representados - tornam-se donos de privilégios extraordinários negados a qualquer outro cidadão brasileiro.

Censura a piadas sobre gays:

Título XIV, Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.

E aqui entra o controle dos meios de comunicação pela ideologia LGBT. Os meios de comunicação continuarão com liberdade de brincar, fazer piada e até mesmo criticar o que e quem quer que seja, mas serão censurados caso o alvo seja alguma anomalia ou perversão sexual.


A senadora Marta Suplicy, representando o PT e a Frente Parlamentar Mista pela "Cidadania LGBT“, afirmou que "o Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço" e que "isso nunca havia sido pensado em relação às questões LGBT”, classificando o documento como de importância “inquestionável”. O presidente da OAB, Ophir Cavalcante, ignorando o perigo e a gravidade que representa ese documento para a sociedade, disse que "o Estatuto vai marcar a história da entidade na defesa da dignidade do ser humano" (em:http://www.oabsergipe.com.br/novo/conteudos_ver.php?id=162).

Uma articulação ampla e intencional precisa acontecer AGORA, contra tais iniciativas, antes que seja tarde. Líderes cristãos precisam tirar temporariamente os olhos de seus ministérios pessoais e de suas igrejas locais e se organizarem nacionalmente para resistir a tais iniciativas anticristãs.

E, com extrema urgência, os juristas brasileiros que acreditam nos valores que esse Estatuto e essa PEC estão tentando destruir, precisam se comunicar, se organizar e se pronunciar, se necessário promovendo alguma forma de ação judicial contra o Estatuto e a PEC em pauta.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Justin Bieber, evangélico?!


Tendo surgido de forma inusitada no cenário midiático americano, Justin, como alguns o chamam, logo ganhou fama pelo mundo com suas músicas divertidas e joviais. É, muitos jovens e adolescentes vibram ao som de “oh, baby”, cantando com paixão o hit que foi febre durante meses lá e cá. Os ritmos, as letras melodramáticas e tantos outros componentes fizeram com que o nome Justin Bieber ganhasse fama e admiração. A meu ver, seu jeito menino de ser é uma das ferramentas mais potentes para massificação do produto que está sendo oferecido: uma música que influencia. Não é de admirar o fato de ele ter feito tanto sucesso na indústria secular: é um ritmo pop do mundo e do momento. Fazer sucesso em início de carreira é o que todo cantor, cantora ou banda almeja, principalmente, quando tem atrás de si alguém que lhes projete com uma finalidade estritamente capitalista. Contudo a questão não é essa, mas o fato de Justin se dizer evangélico, “abençoar” seu público em shows e cantar músicas seculares e estar influenciando grande parte da juventude evangélica brasileira.
                Por mais que alguns digam que as letras de suas músicas são ingênuas e não apelam, nem despertam paixões carnais, devemos nos preocupar para saber se realmente são tão ingênuas como dizem. Outro problema é que ao som de Justin Bieber nasce outra geração de “seguidores de Cristo”; uma geração misturada entre o secular e o espiritual. Muitos filhos de crentes estão ouvindo suas músicas e refazendo suas perspectivas cristãs. Os valores que nossos jovens têm recebido em lar cristão tendem a mudar e a declinar porque muitos outros jovens caíram na teia de Bieber. “Se eles podem, porque nós não podemos também!”. Pensam alguns jovens sem entenderem o que está por trás da fachada. Se não houver uma reflexão crítica, amparada de um diálogo direto, o problema que isto pode causar para nossos jovens será grande, pois quem sabe, daqui a pouco irão querer cantar nos cultos uma música de Bieber. Se é que já não tentaram.
                Justin Bieber é reflexo de um evangelicalismo que ruiu nos EUA. A falta de devoção está tão ausente das famílias cristãs de lá que a formação que dão aos seus filhos parece ser para glória mundana. Ser evangélico virou ser religioso, ter compromisso com o ritual e não com a vida santificada e reta. Evangélico pode fazer qualquer coisa, inclusive, comportar-se tal qual um mundano. A única exceção é o agravo à moral (que moral e que contradição!). Não percebem que essa inserção de Bierber como atração secular causa inversões de valores, inclusive, na cristandade evangélica brasileira. Por que isso acontece? Simples. O brasileiro é tão americanizado que não tem restrições para abrir as portas de suas casas para a onda americana, no caso, Bieber. No Brasil, ele tem sido recepcionado por tietes evangélicas, participantes de fãs clube que exaltam o cantor e que passaram horas e dias na fila para assistir seus shows em São Paulo e no Rio de Janeiro. Será que esses jovens são tão fervorosos nas reuniões de oração e vigílias, na vida em comunhão com Deus? Certamente que não, pois quem tem essa paixão bierberiana não consegue sentir o amor pelas dádivas divinas. Corroborando, Paulo disse que isso ocorre porque não há unidade entre Cristo e belial, entre o que é espiritual e o mundano. Portanto, não sendo espirituais, não sendo servos nem filhos de Deus, amam o menino mundano Justin Bieber

quinta-feira, 8 de março de 2012

A decadência moral dos evangélicos

Desde o início do século XXI, inúmeras mudanças ocorreram no meio evangélico provocando um redirecionamento da fé. Fruto de um processo lento e avassalador ocorrido desde a década de 80 (talvez até antes), sua moral, dentre outras, entrou em declínio. Por que isto aconteceu? A resposta para tal questão é robusta, não podendo ser apresentada como algo específico. As alterações são resultados de muitas interferências dos homens de poder que ficaram secularizados e modificaram o discurso da pregação de um Evangelho que muda vidas para vidas que mudam o Evangelho.
            Kenneth Hagin e Benny Hinn transformaram suas experiências em doutrinas, rompendo com a ortodoxia histórica da Igreja e fermentando o evangelicalismo com heresias. Adeptos de suas convicções, alguns brasileiros crédulos (pastores e pastoras liberais), recepcionaram o bojo doutrinário advindo dos EUA e proclamam em seus púlpitos as falácias daqueles “profetas”. A consequência foi danosa. O tradicionalismo que é visto como conservador foi desbancado para dar lugar às experiências particulares de alguns oráculos desta nova ordem evangélica. O conservadorismo foi e continua sendo rejeitado, pois os novos valores adquiridos com tantas experiências extra bíblicas e anti-bíblicas caíram na graça de um povo não compromissado com a causa maior do Evangelho: a abnegação. O credo apostólico foi ignorado, porém afirma que o todo doutrinário é aquilo que altera a parte, o indivíduo. Jamais deveria ter sido esquecido, mas para confirmar a apostasia isto tem que acontecer.
            A igreja evangélica está numa situação tão escandaloso que o testemunho pessoal já não mais importa. Ter uma conduta irrepreensível, ilibada e devotada é tida como obsoleta, quadrada. O crente moderno gosta de fazer o que o mundano faz: torce pelo time do coração, é aproveitador (um dos males da cultura brasileira), age por egoísmo e interesses, não se preocupa com uma vida interior devotada a Deus, mas com o embelezamento artificial exterior, gosta de ouvir músicas mundanas, veste-se sem pudor, tem a língua afiada para exigir direitos, mas não aceita os deveres de ser cristão etc. Na verdade, ser evangélico hoje é uma mistura de tendências da moda, hedonismo, falsa religiosidade e de uma rebeldia explícita. Além disso, os referenciais dessa massa sem conversão são artistas midiáticos, entre outros que são convertidos desse novo momento. 
Essa modificação no cenário evangélico reprimiu a influência do Santo Espírito. Não há muitas conversões com constrangimento e compulsão como houve em Atos. Não há mais temor como existe nas Escrituras. As pessoas acham que o papel delas enquanto cristãs se limita a programações das mais diversificadas, porém à Noiva de Cristo cabe pregar a Palavra e viver por ela. A maioria dos evangélicos esqueceu esse preceito e também será esquecida no tempo das bodas...  

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

As tendências Globais e a mercantilização da música gospel


Ontem(13/02/12), ao assistir ao telejornal da rede Record e vê as notícias sobre a greve dos bombeiros e policiais do Rio de Janeiro fiquei surpreso com a cobertura que essa emissora deu a um evento que passou quase despercebido. Uma equipe da rede Globo que faria a cobertura de uma manifestação, promovida por cerca de 400 policias militares e bombeiros grevistas que reivindicavam melhores condições de trabalho e a liberação de seus líderes presos, foi expulsa do local por serem acusados de distorcerem as informações. Os repórteres e cinegrafistas da Globo saíram do local onde ocorria a passeata sob vaias e gritos de “Fora Globo”. Eles foram acusados de fazer cobertura tendenciosa sobre a greve, favorecendo o governo. Os grevistas cercaram a equipe desde o foco da manifestação até o carro. Acompanhada pela turba enfurecida e debaixo de xingamentos e tentativas de agressões, o grupo jornalístico se retirou do local debaixo de inúmeros protestos.
Hoje(14/02/12), ao assistir o telejornal da manhã da rede Globo, ouvi na abertura do jornal a notícia que dizia “casal homossexual é agredido em aeroporto do Rio de Janeiro”. Imaginei logo mais uma repulsa agressiva ao fato de pessoas serem homossexuais. Melhor dizendo, “mais lenha para a fogueira” da discussão sobre o problema da homofobia que é a rejeição por completo da opção sexual de determinados indivíduos. Biblicamente falando, a homossexualidade é pecado. Portanto, desaprovada por Deus. No entanto, agredir uma pessoa pelo fato de ser um homossexual é algo que revolta qualquer pessoa que tem o senso de dignidade da pessoa humana (não confundir com dignidade de ser homossexual, pois não existe) e de justiça. O fato de ser contra a prática homossexual não me dá o direito de favorecer a prática agressiva contra tais sujeitos. Os agressores devem ser julgados pelos atos cometidos.
            Porém, ao assistir a reportagem completa verifiquei que o problema não foi de homofobia, como o título da notícia no início do jornal quis dramatizar. Inclusive, a própria pessoa agredida disse que a agressão não fora causada pela discriminação sexual, mas simplesmente porque o “casal” e um sobrinho de uma das vítimas não quiseram embarcar em um táxi clandestino. A negação, desde o saguão do aeroporto até a saída, gerou uma revolta no taxista que impulsivamente agrediu aqueles rapazes. Mais uma vez a Globo com uma notícia tendenciosa. A Globo parece estar fazendo uma apologia ao homossexualismo e apelando para todas as situações que aparecem os agentes da discussão do momento. Que coisa! Será que os cursos de graduação em comunicação social não têm uma cadeira de ética da profissão?
            Desde algum tempo após minha conversão, tive muitas ressalvas à Globo. Como cristão vejo que a programação exibida nessa rede televisiva fere princípios cristãos, principalmente, nesses últimos dias que a referida emissora defende, de forma explícita, a prática homossexual em toda sua plenitude. Em duas notícias vimos que a Globo mostra-se tendenciosa, ou seja, não tem um parecer próprio sobre os acontecimentos. Parece beneficiar-se com as veiculações da programação para agradar aquele que tem maior poder. Infelizmente, muitos cristãos, iludidos, estão vivendo um período de grande estima a ela pelo fato da emissora ter realizado um “Festival de música gospel”. Algo que a meu ver, denegriu ainda mais a imagem desviada do evangelicalismo nacional.

Hoje é um novo dia de um novo tempo que começou para a Globo e os evangélicos...
A emissora, tradicionalmente ligada à Igreja Católica, dedica 75 minutos de programação ao segmento. Vão ao ar às 13h trechos do festival Promessas, produzido pela Globo com os principais nomes da música gospel.

Qual será a finalidade desse evento? Seria a proclamação da Palavra de Deus ou a criação de uma mídia gospel mundanizada? Continua a Folha:

O festival teve tratamento VIP na Globo e consumiu R$ 2,9 milhões da Prefeitura do Rio...A Globo confirma o encontro e diz que "coincidiu com intenção antiga de se aproximar mais do segmento gospel". Circulam nesse mercado R$ 2 bilhões anuais.

            E como isso chegou ao estado atual? Responde a Folha:

A estratégia de aproximação começou há dois anos, após o "Jornal Nacional" fazer uma série de reportagens sobre trabalho social de igrejas. Desde então, a rede tem dado destaque em seu noticiário a eventos da comunidade evangélica. A presença de músicos gospel nos programas de Xuxa e Faustão cresceu, e há planos para um programa aos sábados.

No momento em que vivemos, o capitalismo está saturado. Os mercados locais e globais já não têm a facilidade de escoamento de sua produção em vistas da concorrência globalizada. Toda nova maneira de ganhar dinheiro, digo, muito dinheiro, é a oportunidade que muitos estavam esperando. Por isso, o meio evangélico está sendo “atacado” pelas táticas mercadológicas do mercado mundano. Nunca tivemos a oportunidade de ouvir música gospel em FMs seculares. Hoje, esta barreira foi rompida. Por qual razão? Do retorno capitalista. O mercado gospel movimenta cerca de 2 bilhões anuais e em breve movimentará muito mais. Por essa razão, muitos cantores gospel não fazem música para adorar a Deus, mas para terem altos contratos com a SOM LIVRE e outras gravadoras importantes. O que importa é vender para ganhar. A Globo, com suas táticas, está promovendo um novo movimento evangélico sim, um movimento híbrido. Doutrinas mudaram e irão mudar, o comportamento cristão é outro e as pessoas descrentes já não veem o brilho da legítima espiritualidade em muitas igrejas. Concluo que as tendências Globais visam o lucro e a atenção de telespectadores evangélicos (tem crente até que gosta e vota no big brother brasil-Permitam-me colocar em minúsculo o título do programa dado seu depreciativo entretenimento e por ter uma moral negativa e profana). Essas são suas intenções. Como a maioria dos crentes está crendo na doutrina da prosperidade, eis aqui um prato cheio para ambos. Enquanto isso, as virgens prudentes estão sendo esquecidas e não mais ouvidas pela grande multidão evangélica. Porém, incessantemente aguardam a volta do Cristo e purificam-se dessas mazelas. Devemos estar atentos a qualquer intervenção na vida da Igreja. Oremos para que o Senhor possa guardar os seus e elevar-nos a sua presença.