segunda-feira, 22 de novembro de 2021
Conferências ANABATISTAS 2021 - "Anabatismo: chama que o mundo não pode apagar!"
terça-feira, 16 de novembro de 2021
Regeneração: antes ou depois da fé?
Mesmo
contrário ao bom senso da interpretação bíblica, existe no meio evangélico o
movimento calvinista que assevera ser o novo nascimento anterior ao crer. Para
justificar sua visão, citam, dentre outros textos, Efésios 2:1 que diz: “Ele
vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” e 1 Cor 2:14,
no qual está escrito: “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de
Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se
discernem espiritualmente”.
Assim,
dizem que uma pessoa não pode crer sem antes experimentar o novo nascimento, já
que está morta espiritualmente. Todavia, esquecem-se de que Jesus disse que
esse mesmo morto pode perfeitamente crer nele, veja: "Em verdade, em
verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do
Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão" (João 5:25). No caso o crer é
substituído pelo ouvir, pelo dar crédito e pelo atender ao chamado, etc.
Ao
contrário do que dizem os calvinistas, o descrente não entende as coisas do
Espírito de Deus, por isso é necessário que creia pelo conhecimento básico para
depois entender todo o complexo processo da salvação. No primeiro momento, basta
o convencimento pelo Espírito Santo do pecado, da justiça e do juízo (João
16:8). Se a regeneração é anterior à fé porquê o Espírito Santo iria ter esse
trabalho, já que a fé seria consequência dessa regeneração? Ficam sem resposta
os defensores do calvinismo, assim como não conseguem responder o porquê uma
pessoa pode ser iluminada pelo Espírito, dele participar, provar a Boa palavra,
provar os poderes do mundo vindouro (Hebreus 6: 4-6), e ainda assim não ser
crente. Por que mesmo depois dessa ação do Espírito a pessoa ainda pode não ser
um regenerado? Não seria uma ação desnecessária do Espírito agir dessa forma em
quem não foi regenerado? Isso se analisarmos pela lógica calvinista de que a
regeneração é anterior à fé.
A
ação do Espírito Santo para convencer o mundo, consequentemente o homem natural,
visa uma resposta favorável (ROMANOS 10:6-11) à graça preveniente
disponibilizada por meio da cruz do Senhor, sem a qual não haveria salvação. No
texto de Romanos, podemos perceber que: "...a palavra pregada está perto,
na boca e no coração..." e tem todas
as possibilidades para confessar Jesus depois de crer, assim usufruindo da
salvação. Percebam que ele diz "será salvo" (regenerado) após o crer
e a prova é o confessar com a boca.
No
evangelho de Marcos 10: 17-22, o jovem rico recebeu o convite para seguir o
SENHOR, mas não o atendeu. Contudo, a bíblia diz que Jesus O AMOU. A questão é:
como o Espírito Santo não regenerou alguém que recebeu o convite para seguir o
SENHOR mesmo tendo Jesus o amado? A resposta é simples, ele não creu a ponto de
ter Jesus como uma joia mais preciosa do que seus bens (MT 13:46). Além disso,
Jesus depois de dizer que a palavra não permanecia nos fariseus por não crerem
e que deveriam examinar as escrituras, pois testificavam dele, acrescenta:
"mas não quereis vir a mim para terdes vida!" (João 5:40). Apenas
esse versículo é o suficiente para destruir toda argumentação calvinista, pois
Jesus dá a ordem certa: primeiro ir a ele (pela fé, é claro) depois ter vida (salvação).
Por
fim, em Efésios 1:13, diz: “no qual também vós, tendo ouvido a palavra da
verdade, o evangelho da vossa salvação, e tendo nele também crido, fostes
selados com o Espírito Santo da promessa”. Esse texto mostra a ordem perfeita
da salvação: ouvir a palavra, crer em Jesus e ser selado pelo Espírito Santo (regeneração
que é o novo nascimento). Ninguém com uma consciência pura pode dizer que essa
não é a ordem cronológica e lógica dos fatos requeridos para a salvação.
Ilustrativamente, basta pensarmos na moeda com suas duas faces para daí
conseguirmos enxergar que na salvação ocorre o crê e o arrependimento. Diante
disso, podemos tirar muitas outras conclusões consequentes como: a expiação
geral (já que a Bíblia mostra que Deus exige uma resposta do homem quando ele
ouvir a Palavra), a necessidade de pregarmos a palavra, o amor de Deus por
todos (revelado através da entrega de seu único filho por amor a nós) e a não
existência de determinismo fatalista.
Pr. Jander Lira
quarta-feira, 30 de junho de 2021
Atenção CRISTÃOS!
APESAR DE INÚMERAS DISCORDÂNCIAS COM O PASTOR SILAS MALAFAIA, NÃO PODEMOS NEGAR SUA FALA NO VÍDEO ABAIXO:
Escola cristã é acusada de homofobia, seria isso o início do novo modelo de perseguição aos cristãos?
Uma escola cristã em Pernambuco está sendo acusada de homofobia por se manifestar contra a propaganda do burger king. Veja a matéria clicando no link abaixo:
Será que ninguém está vendo a possibilidade de perseguição contra os cristãos por serem quem são e defender seus princípios?
terça-feira, 29 de junho de 2021
O orgulho sob a perspectiva bíblica
quarta-feira, 30 de dezembro de 2020
Nosso repúdio à aprovação do aborto pelo senado da Argentina
O
documentário O Grito Silencioso (The Silent Scream), lançado em 1984 pelo
médico estadunidense Dr. Bernard Nathanson, tornou-se um marco divisor de águas
no debate ético global. O Dr. Nathanson era conhecido como o “Rei do Aborto”.
Ele supervisionou e realizou dezenas de milhares de procedimentos ao longo de
sua carreira na indústria do aborto.
Com
o avanço e a popularização da tecnologia de ultrassom na década de 1970, o Dr.
Nathanson pôde observar, em tempo real, o comportamento do feto no útero
durante um procedimento. As imagens mostraram uma criança em desenvolvimento se
esquivando dos instrumentos cirúrgicos e abrindo a boca em um movimento de
extremo pânico, que ele descreveu como um grito silencioso. Isso o fez
confrontar a realidade biológica e moral da vida intrauterina.
Chocado
com a própria trajetória, ele abandonou a prática abortista, converteu-se em um
dos maiores ativistas provida do mundo e dedicou sua vida a denunciar a
violência contra os nascituros.
A
trajetória de Nathanson e as discussões geradas pelo vídeo expõem o contraste
entre a insensatez e a sacralidade da existência. A vida humana é o bem mais
fundamental e inviolável que possuímos. Quando escolhemos fechar os olhos para
o sofrimento ou para a vulnerabilidade dos que não podem se defender — sejam
eles nascituros, idosos, doentes ou marginalizados —, a humanidade regride.
A
verdadeira grandeza de uma sociedade é medida pelo modo como ela protege os
seus membros mais frágeis. Reconhecer a dignidade em cada ser humano, desde a
sua concepção, exige coragem, empatia e um compromisso ativo com a preservação
da vida.
sábado, 26 de dezembro de 2020
Histórias de pescador do meu sogro: ilustrações para o Reino de Deus
Meu
sogro sempre foi uma pessoa muito simples e humilde. Por seu comportamento
gracioso, conquistou muitas posições no labor secular da pesca e na obra do
mestre. Certa vez, ao ficar doente e retornar para casa por orientação do seu mestre
de pesca, foi chamado, no dia seguinte, pelo dono da empresa onde trabalhava para
uma entrevista, a fim de assegurar ao homem de negócios que ele poderia assumir
o posto mais elevado entre os pescadores sem lhe causar prejuízo numa
embarcação recém-liberada para pesca da lagosta. Segundo ele, a enfermidade foi
embora em razão do susto repentino logo ao ser noticiado sobre o interesse daquele
empresário em querer falar-lhe e por saber que poderia assumir o barco que
clamava por um capitão, pois antigo mestre havia assumido um barco maior.
No
gabinete na sede da empresa, o empresário viu um homem de roupas singelas e
chapéu de palha entrar, contrastando com o escritório e com os demais
participantes da reunião. Então, perguntou-lhe o empresário: “Zé Américo, você
me garante trazer quantos quilos de lagosta se eu te entregar o Gaivota?” – ao que meu sogro respondeu: “Nenhum!!!”.
“Como assim?!”, retrucou o homem com ar de observação. Respondeu-lhe meu sogro,
então, com segurança e honestidade: “a lagosta que cair no manzuá[1], eu trarei para o senhor,
mas aquela que não cair, não tenho como garantir trazer”. Aquele empresário se
agradou da resposta e promoveu meu sogro para o ofício. Antes dele, haviam sido
entrevistados outros dois pescadores que prometeram trazer mais lagosta do que
o barco era capaz de suportar, demonstrando, assim, imperícia e falta de
conhecimento necessário para aquele serviço. Em meio à satisfação pelo
reconhecimento e confiança, também se deparou com a insatisfação dos pescadores
antigos e mais velhos (sua tripulação) que deveriam se submeter àquele que fora
anteriormente um com eles, porquanto havia sido colocado em nível superior como
mestre. Foi, talvez, o primeiro grande obstáculo. Contudo, Deus tinha seus
propósitos e foi nas duas primeiras viagens que qualquer estigma foi superado.
Geralmente,
a viagem até o talude, circunvizinhando as regiões onde se assentavam cardumes
daquele animal que era como ouro do mar (pelo menos naquela época), durava
cerca de quinze dias, pois essa era a estimativa para os frigoríficos encherem.
Na sua primeira viagem, como mestre de embarcação, ele pescou uma tonelada e duzentos
quilos em oito dias, obrigando-o a retornar ao porto para descarregar a
produção e recarregar de provisões para o restante dos dias de pescaria. Ao retornar,
ainda pescou quase uma tonelada de lagosta em quatro dias ao que a empresa ordenou
que ele retornasse para o porto imediatamente. O resultado foi uma produção de
duas toneladas numa navegação de pequeno porte em doze dias, enquanto aquelas
de maior capacidade, mesmo passando um mês no mar, não conseguiram superar uma
tonelada. Foi com esses atos providenciais que meu sogro acumulou algum recurso
para expandir a mensagem do Evangelho em vários distritos de Beberibe-CE:
realizou centenas de cultos campais em vários lugarejos, incluindo alguns à base
de luz de lamparina, proveu de equipamento de som esses cultos e os carregava
nas costas nos dias marcados que eram muitos durante a semana, organizou e
realizou cruzadas nos lugares centrais, comprou terrenos, construiu vários
templos na região e supriu de bancos, cadeiras e outros utensílios esses
templos.
Duas
reflexões poderemos extrair da narrativa acima:
Essa
história é um entrave para os prepotentes, para os soberbos, para os que se
acham superiores, para os que não se dobram nem gostam de se submeter, para os
que não respeitam e desconfiam dos humildes, para os que se fazem senhores de
igrejas, para aqueles que escravizam e dominam suas igrejas para usufruto próprio.
Moral
da história, a humildade é o segredo de todo o sucesso espiritual, é uma das mais
encantadoras virtudes cristãs, é poder querer ajudar o próximo mesmo quando
este próximo não o considera, ou o menospreza ou age com desconfiança, é poder
olhar nos olhos de quem quer que seja para ser honesto (tanto homem ou mulher,
autoridade ou não etc), é conhecer seu lugar no propósito de Deus e colocar seu
coração à mercê de sua vontade.
Que
Deus nos torne plenos de tão profunda e verdadeira virtude.
Pr.
Heládio Santos
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
Enxergando além
Oh,
que alma feliz eu sou,
Embora eu não possa ver,
estou decidida que neste mundo
ficarei feliz.
Quantas
bênçãos eu gozo
Que outras pessoas não
Pra chorar e suspirar porque sou cega
Não posso nem vou.
§
Bíblia
bendita, tesouro sagrado,
Livro precioso, de todos os melhores,
Há conforto que nunca falha,
E um repouso permanente e tranquilo.
Leia com reverência, e pratique-a,
versículo por versículo, dia a dia;
a palavra que Deus falou,
E não pode passar.
Poemas
de Fanny Crosby
Fonte:
https://www.wholesomewords.org/poetry/crosby2.html
