O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O Fogo do Avivamento de Wesley Duewel é publicado novamente

Em todas as épocas, em todas as nações o fogo do avivamento faz com que o coração se incendeie.

O fogo do céu arde, e uma pedra do altar pega fogo. Assim começa o despertamento espiritual, o aquecimento de um fogo de reavivamento que ainda arde hoje em dia. 

Wesley Duewel, começando com Elias e aquele fenomenal um dia de reavivamento de Israel, conta histórias de reavivamentos que se estendem por todo o globo, da América à China e à África, todos eles ocasionados pela obediência e pela oração sincera. Ele ilustra a forma como Deus usa o fogo do reavivamento ao longo dos séculos para reavivar a igreja e revelar a presença gloriosa do Espírito Santo.


A editora Hagnos (re)lança uma obra oportuna para nossos dias, O Fogo do Reavivamento, outrora lançado pela editora Candeia, agora é publicado com o título O Fogo do Avivamento. Em breve estaremos disponibilizando para venda em nosso stand na Igreja Batista Renovada Moriá. Adquira e permita que seu coração seja incendiado pelos muitos testemunhos. O preço de venda será de R$ 29,90. 

Efeitos da pregação de Charles Finney numa vila próxima à cidade de Antwerp

“Falei-lhes durante algum tempo, mas quinze minutos depois de estar a falar sobre a sua responsabilidade pessoal diante de Deus, constrangendo-os ao arrependimento, de repente uma seriedade abismal apoderou-se daqueles rostos antes irados, uma solenidade fora do vulgar. Logo de seguida todas as pessoas começaram a cair nos seus joelhos, em todas as direções como que caindo dos seus assentos, clamando por misericórdia a Deus. Caso tivesse uma espada em minha mão, nada de igual havia de conseguir com efeitos parecidos e tão devastadores. Parecia que toda a congregação estava ou de joelhos, ou prostrados com o nariz no chão gritando por misericórdia logo ali. Numa questão de dois minutos toda aquela congregação estaria de joelhos a clamar. Cada um orava por si próprio, aqueles que tinham como falar.
É obvio que tive de parar com a pregação, já que ninguém me prestava mais atenção. Eu olhei e vi aquele velhinho que me endereçou o convite para pregar ali, sentado a meio da sala, olhando à sua volta muito perplexo, muito atônito com tudo aquilo. Levantei a minha voz muito alto, quase gritando, para que me ouvisse e perguntei-lhe se sabia orar. Ele de imediato caiu de joelhos e implorou por aquelas almas em agonia, entre a vida eterna e a morte. A sua voz era forte e todo o seu coração estava sendo derramado diante do Criador do mundo. Ninguém o ouvia, ninguém ali prestava qualquer atenção às suas palavras. Logo comecei a falar com algumas pessoas que clamavam assustadamente a Deus, para que me ouvissem e prestassem atenção. Eu dizia: "Olhem, ainda não estão no inferno! Deixem-me assinalar-vos o caminho para Cristo!" Por alguns instantes eu queria trazer-lhes o evangelho, mas não conseguia a sua atenção sequer. Todo o meu coração palpitava e exultava de tal modo que me controlei com muito custo para não gritar de alegria por toda aquela visão celestial, dando glória a Deus. Assim que tive como controlar meus sentimentos, debrucei-me diante dum jovem que estava ali perto e muito atarefado a orar por ele mesmo. Pus minha mão suavemente em seu ombro, atraindo a sua atenção e pregando-lhe Jesus ao ouvido em sussurro. Assim que captei a flecti a sua atenção para a cruz de Cristo, ele creu, acalmou-se, aquietando-se estranhamente pensativo durante um minuto ou dois, para logo de seguida irromper numa oração dedicada por todos aqueles aflitos, ali mesmo. Fiz o mesmo com um e outro com os mesmos resultados. Depois mais um e mais outro até que chegou a hora em que eu haveria de sair dali para cumprir com um outro compromisso na vila.”


Por Wesley L. Duewel - O Fogo do Reavivamento

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Retiro Espiritual

                Os retiros promovidos pela Igreja Batista Renovada Moriá têm como objetivo resgatar o máximo de experiências contidas em Atos. Nossa visão é de reproduzir em pregações e através da participação da comunidade os passos da Igreja Primitiva e da doutrina de Cristo, entendendo, como Igreja, que somos responsáveis pela assimilação daqueles valores espirituais.
Neste ano, a comissão de retiros registrou 350 inscrições, acrescidas de, aproximadamente, 100 pessoas visitando diariamente a E.E.F. Maria do Socorro Gouveia, em São Gonçalo do Amarante no Ceará, local escolhido para o retiro de 2016. Neste, todos foram alocados nas salas de aula que passaram a ser quartos de repouso e descanso. As salas ficaram repletas, mas todos agiram com contentamento, apesar das acomodações não serem muito confortáveis. As reuniões (cultos), que se realizavam pela manhã, tarde e noite, eram realizadas no ginásio da escola. Muitas cadeiras bem enfileiradas e as arquibancadas serviram para acomodar os irmãos nesse espaço. Nos momentos das pregações, crianças de 3 a 11 anos eram deslocadas para programações específicas para três faixas-etárias nas quais professoras e auxiliares se prestaram ao serviço de evangelização dos infantes. Durante os intervalos, irmãos, espontaneamente, organizaram reuniões de aconselhamento, de orações, de consagração, de jovens e uma programação especial no final do retiro: um musical com a turma do Smilinguido para o público infantil do retiro e da vizinhança.
Ao observarmos a dinâmica do evento, percebemos algumas de suas particularidades. Os retirantes são heterogêneos do ponto de vista do status social: há irmãos de classe baixa, média e alta, segmentados nestes níveis. Entretanto, não se verifica a presença de segregação, pois todas as atividades e a alimentação são comuns. Direitos e deveres atingem a todos de modo que ninguém se exime de limpar banheiros, varrer os espaços utilizados, preparar cafés da manhã, almoço e jantar, entendendo que tais feitos promovem o bem estar do próximo, promovendo, assim, o ideal de Atos dos Apóstolos no qual “... todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum” (At 2:44). A solidariedade é praticada e desenvolvida de modo a impressionar os expectadores.
A pregação é objetiva e demonstra a exclusividade dos conceitos apostólicos a fim de os ouvintes anelarem para suas vidas tudo quanto está contido no texto bíblico. Não há fuga do estabelecido, não há vã intenção nem interesses de promoção pessoal, mas uma ânsia para uma intensa e profunda demonstração do conteúdo bíblico para que a Igreja seja robustecida e edificada no Caminho. A Igreja ouvinte atende ao clamor do pregador e absorve a fé valiosa que unifica o corpo. O clima espiritual que se verifica entre ambos torna a unidade doutrinária um marco muito bem arraigado. Óbvio, se o Espírito de Deus é quem opera no meio do seu povo, Ele como Paráclito (mentor e orientador) não trabalharia para promover uma desordem dos fundamentos do Cristianismo. Foi o Santo Espírito quem inspirou as pregações, tornando os corações dos participantes sensíveis às suas orientações bíblicas. Desta forma, a doutrina propagada por todos tende a homogeneidade como premissa e orientação da univocidade das Escrituras.
Há também vínculos que se estabelecem. Muitos irmãos se conhecem e estreitam seus laços fraternos através do compartilhamento de experiências de vida e perspectivas. Uns falam de suas dificuldades e logo são acolhidos pela paciência e boa instrução dos que ouvem. Traumas são remediados pela proferição de santas promessas que fortalecem o espírito. Neste contexto, pessoas que são tidas como de pouca instrução propõem sentenças sábias e coerentes de modo a valorizar o dom de Deus instaurado em suas vidas. A alegria e a felicidade é a marca destes relacionamentos que se firmaram na esperança do crente.
O resultado geral foi muitos cristãos “incendiados” e manifestando maior amor pelo Salvador; homens, mulheres, jovens e crianças foram tocados, tornando-se sedentos e dispostos a ter uma boa consciência cristã inspirada pela presença do Altíssimo. Vimos irmãos serem curados de males físicos e males da alma, vimos dureza de coração ser quebrada, vimos quebrantamentos, reconciliações e salvação. Houve casos no qual ouvintes foram salvos e poucos instantes depois estavam sendo revestidos do poder do alto. Salvação, restauração e batismos no Espírito Santo movimentaram a vida de muitos cristãos durante este feriado em nosso retiro. Algumas fotos do evento e um vídeo do musical estão postadas abaixo: 














sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

John Hyde, o homem que orava

 Muitos homens e mulheres de Deus deixaram suas marcas ao longo da História. Fizeram do chamado do Senhor a única obrigação nesta vida e não decepcionaram. Foram valentes, desprendidos, ousados e altruístas. Tudo porque permitiram à chama do Pentecoste inflamar seus corações para que pudessem pregar a salvação a multidões. Muitos países e culturas foram transformados pela influência espiritual deles; diversas pessoas, tanto pobres como ricas, iletradas ou intelectuais, tiveram uma profunda mudança ao ouvirem as vozes piedosas desses heróis da fé. Uma dessas ilustres personalidades foi John Hyde, um missionário americano que trabalhou pela conversão da Índia. Um homem que viveu uma experiência de oração e súplica profunda. 
Sua história deve ser conhecida pelos evangélicos a fim de vislumbrarem o universo espiritual que se abriu para este simples homem de modo que fiquem cientes de que também pode ser aberto para todos os que quiserem se aventurar pelos ares da oração e intercessão.

A CPAD, depois de alguns anos, publicou novamente essa obra rara. Adquira e leia essa maravilhosa história de vida:


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Leonard Ravenhill e a oração para o avivamento

Hoje precisamos de um reavivamento de vida santa. Por que temos que pendurar um sinal fora dos nossos locais de reunião [igrejas] para anunciar que somos Fundamentais e Bíblicos? O maior avivamento que varreu a América não foi encenado. Não foi anunciado. Não foi financeiramente apoiado. Não tinha estrelas de cinema e ex-jogadores de futebol. Não! O maior avivamento ocorreu em uma reunião normal, quando Jonathan Edwards pregou seu sermão "Pecadores nas mãos de um Deus irado". Não havia ninguém anunciando, nem foi projetada.
De acordo com o famoso poeta norte-americano, Oliver Wendell Holmes, a mente do homem, uma vez 'esticada' através de uma nova ideia, nunca mais consegue voltar às suas dimensões originais. O que diríamos, então, da alma que ouviu o sussurro da Voz Eterna? 'As palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida' (Jo 6:63). O segredo da oração é orar em secreto. Livros sobre oração são excelentes, mas são insuficientes. Livros sobre cozinhar podem ser muito bons, porém se tornam inúteis se não houver alimentos para se fazer algo prático; assim também é a oração. Pode-se ler uma biblioteca de livros sobre oração e não obter, como resultado, nenhum poder para orar. Precisamos aprender a orar, e para isso, é preciso orar. Enquanto estiver sentado numa cadeira, pode-se ler o melhor livro do mundo sobre saúde física e, ao mesmo tempo, ir definhando cada vez mais. Igualmente, podemos ler sobre oração, admirar a perseverança de Moisés, ficar espantados diante das lágrimas e dos gemidos do profeta Jeremias - e ainda não estar prontos, nem para o bê-á-bá da oração intercessória. Como uma bala de rifle que nunca foi usada jamais apanhará uma presa, tampouco o coração que ora sem carga do Espírito conseguirá em tempo algum alcançar resultados. 'Em nome de Deus, eu vos suplico, que a oração alimente vossa alma tal qual a refeição refaz seu corpo!', dizia o fiel Fenelon. Henry Martyn, certa vez, afirmou o seguinte: 'Meu atual estado de morte espiritual pode ser atribuído à falta de tempo e tranquilidade suficientes para minhas devoções particulares. Oh, que eu fosse um homem de oração!' Um escritor de tempos passados declarou: 'Grande parte da nossa oração é como o moleque que aperta a campainha da casa, mas corre antes de se abrir a porta'. Disso podemos estar certos: A área de recursos divinos menos explorada até agora é o lugar [território] da oração.
Se John Knox tivesse orado: 'Dá-me sucesso!', nunca mais teríamos ouvido falar dele. Porém, ele fez uma oração expurgada de desejos pessoais: 'Dá-me a Escócia, senão eu morro!', e assim marcou as páginas da história. Se David Livingstone tivesse orado para conseguir abrir o continente africano, como prova de seu espírito indomável e habilidade com o sextante, sua oração teria morrido com o vento da floresta; porém, sua oração foi: 'Senhor, quando será curada a ferida do pecado deste mundo?' Livingstone vivia em oração e, literalmente, morreu de joelhos, em oração.
Todo o tempo eu tentei me alimentar espiritualmente, recolhi livros e tenho uma prateleira de livros sobre oração e uma pilha inteira de livros sobre Avivamentos Históricos que nós não temos mais. Que eu saiba, a América não vivenciou um avivamento nos últimos 70 anos. Quero dizer, aquele avivamento que faz com que as pessoas fechem as lojas, cheguem em suas casas e queiram voltar para as reuniões cristãs [cultos]. Mas, não para reuniões que começam 19h e findam quando chega 20h, pelo contrário, chegam para reuniões que começam 19h até 24h, até que o Espírito Santo seja desfrutado. Eu acho que, muitas vezes oramos para o Espírito vir, mas qual é a motivação, o que queremos d'Ele? Apenas aumentar nossa membresia? Apenas para livrar nossos filhos do Diabo? Quero dizer, será que somos zelosos pela Glória de Deus? Para mim, o avivamento é apenas para a Glória de Deus. Avivamento é uma invasão de Deus pelo Espírito. Se os Estados Unidos não vivenciarem um avivamento nos próximos 10 anos, será horrível viver neste país. O crime está descontrolado, a imoralidade é abundante. Herpes, AIDS, todo o tipo de coisa diabólica está prosperando. Sem mencionar as seitas multimilionárias. É imprescindível que tenhamos um avivamento [invasão de Deus pelo Espírito].



Desperta Igreja evangélica brasileira para a oração. Deixa a ilusão das falsas doutrinas e do modismo hodierno para voltar para teu Deus!

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Sacrifício e oração

Em Provérbios (15:8) encontramos dois temas de grande relevância nas Escrituras: sacrifício e oração. Aparentemente duas práticas que não se relacionam. Mas, qual seria o sentido espiritual para estarem dentro de um mesmo contexto?
         Sacrifício faz menção à prática de imolação de animais, ritual cujo objetivo era transmitir a verdade de expurgação de pecados. Uma prefiguração da morte vicária de Cristo no Calvário para que houvesse a internalização dos seus efeitos e facilitasse o entendimento no momento da epifania. Portanto, há um sentido simbólico, destacado nas Escrituras como “sombras do que haveria de vir” (Cl 2:17), de modo que práticas do Antigo Testamento ilustram realidades espirituais do Novo. Para tanto, a prática do sacrifício é estrita, ou seja, nem todos poderiam realizá-lo. A razão é simples: somente aquele que estivesse convencido do seu malfeito ou que estivesse disposto a consagrar o cerimonial ao Senhor poderiam usufruir dos seus benefícios. O ímpio, termo aplicado ao que não dispõe de fé ou que despreza o propósito do sacrifício estaria privado da execução do feito, porque ao fazê-lo provocaria abominação ao Senhor. Marcel Mauss explica que o simbolismo presente no ritual confere uma ligação/comunhão entre o que consagra com aquele a quem é consagrado para que o receber e o retribuir se efetivem. No sacrifício, portanto, há uma transmissão de pecados do indivíduo para o animal (cordeiro sem mácula e sem defeito). Esse ato de oferecimento é o retribuir, porquanto se espera receber o benefício do perdão. Além disso, o feito deveria propor uma elevação do sujeito para alcançar o entendimento dos propósitos divinos. Entra em cena a oração íntima, na qual o temente, sensibilizado pela sua culpa, seria provocado a pronunciar suas súplicas ao Senhor em prol dos seus favores; é a motivação exterior e visível aplicada naquele tempo para percepção dos conceitos espirituais.
         Então, a oração é proposta como a ferramenta fundamental na relação do homem com o Sagrado. Através dela, alcança-se o intangível, por mais paradoxal que pareça. Segundo uma mentalidade humana, seria impossível a comunicação com o Senhor, mas sua permissão, tornando possível o acesso, motiva-nos à busca. Uma oração sincera, como dizia o salmista Davi, com um coração contrito e humilhado, não recusaria Deus por entender que a oração verdadeira o contenta. Ao propor o estado de contentamento, Salomão entendeu a satisfação com a qual se encontra o Senhor ao perceber a oração autêntica do crente. Essa oração não é aquela recheada de palavras belas e bonitas, bem articuladas com as devidas medições e evitação de impróperios. Uma oração decente é aquela de cunho simples, mas que exprime um sentimento franco na qual se pode confiar.
         Portanto, a relação entre sacrifício e oração é o poder de se alcançar os favores do Altíssimo. Obviamente, o sacrifício na dispensação da graça, tempo da Igreja, não exige mais os significados de outrora, figura apenas como meio de instrução para se entender as premissas veterotestamentárias. De modo que cabe à Igreja a oração intensa e oportuna, resgatando todo o seu significado e suas particularidades. “Orai sem cessar!” é a ordenação nesse momento, tempo de crises e de tribulações.
Heládio Santos
Prof. IPC


Mauss, Marcel (2003), Sociologia e antropologia. São Paulo: Cosac & Naify.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Justiça condena Igreja Evangélica por citar texto bíblico contra o homossexualismo

Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo condenou uma Igreja Evangélica por suposta prática de homofobia. A motivação foi a exposição em outdoor, na cidade de Ribeirão Preto, do texto bíblico encontrado em Levítico 20:13, no qual há o preceito de que o homem não deverá se deitar com outro homem, prática coerente na visão judaica e cristã que conserva o sentido e o comportamento natural.
     Cabe salientar que a pregação evangélica sempre discordou desse posicionamento (homossexualismo), mas nunca foi intolerante, nunca foi agressiva e sempre respeitou as escolhas de cada sujeito. No entanto, nesses últimos anos há uma prática na qual grupos lgbts ridicularizam a fé evangélica e os símbolos cristãos sem que haja vigor das autoridades para inibi-los.
         Desta forma, as decisões dos tribunais que julgam causas desta natureza parecem não se alinharem com o princípio da isonomia, ou seja, tratam a ética coerente e equilibrada evangélica, que visa à conservação de uma moral decente e modesta cujo benefício à sociedade é inegável, como uma ação criminosa; enquanto que nas paradas do orgulho gay e em passeatas de manifestação dessa ideologia há um ultraje dos símbolos cristãos de forma explícita, atentando contra o pudor e promovendo atos de promiscuidades sem que qualquer autoridade exerça papel condenatório, nos quais também políticos estimulam o excesso de liberdade, culminando com atos obscenos sem a menor intimidação. É ou não é um descompasso?
         O que os evangélicos promovem, indiretamente, é a conservação de valores que sustentaram a sociedade, porquanto são essenciais a sua subsistência. Mas a paixão está tão inflamada nos grupos lgsbts citados que muitos perderam a razão, promovendo muitas ações vergonhosas e desrespeitosas contra quem se opõe às práticas não naturais da ideologia de gênero. Então, perguntamos, é preferível a mentalidade de gênero com esses atos escandalosos ao estímulo de um comportamento decente promovido pelas Igrejas evangélicas?


DESPERTA POVO DE DEUS, É HORA DE ORARMOS POR UM VERDADEIRO AVIVAMENTO!