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terça-feira, 26 de maio de 2026

Assédio ao vivo

 


A vereadora Eduarda Campopiano (PL-SP) sofreu grave assédio sexual ao vivo de uma participante de esquerda em um debate. O silêncio midiático e a relativização do episódio escancaram o claro viés ideológico: se o agressor fosse um homem conservador, o caso teria provocado escândalo nacional, mas a militância protege os seus.

O silêncio conivente: O duplo padrão da mídia e do feminismo no caso Eduarda Campopiano

O que deveria ser um simples espaço democrático para o embate de ideias no Podcast RedCast transformou-se em um episódio lamentável que escancara a profunda hipocrisia que domina o debate público brasileiro. Durante um debate sobre temas comportamentais e religiosos, a vereadora conservadora de Praia Grande, Eduarda Campopiano (PL-SP), foi alvo de um assédio sexual explícito proferido por uma debatedora de esquerda e ativista.

A agressora dirigiu à parlamentar de 22 anos frases de cunho sexual altamente constrangedoras, como “Eu te chu##ria toda, garota” e “gostosa do car#lho”. Diante da insistência das investidas mesmo após demonstrar claro desconforto, a vereadora chegou a se levantar para abandonar a gravação.

O cerne do debate que se ignora não é apenas o crime de assédio por si só, que por determinação legal já deveria ter consequências severas independentemente do sexo do autor, mas sim a seletividade da indignação.

Dois pesos e uma medida

A reação da sociedade perante o caso evidenciou um duplo padrão moral inaceitável. Imagine a cena invertida: um homem de direita proferindo esse mesmo teor de palavras de cunho sexual contra uma vereadora de esquerda. A grande mídia estaria, sem sombra de dúvidas, infernizando o agressor. Seriam dias de manchetes ininterruptas, exigência imediata de cassação de mandato, notas de repúdio de coletivos e militantes exigindo a prisão do indivíduo.

Porém, como a agressora se autointitula feminista, progressista e integrante da comunidade LGBTQIA+, o que se observa do outro lado é um silêncio ensurdecedor. A mesma militância que ergue a bandeira do “Mexeu com uma, mexeu com todas” convenientemente silencia quando a vítima é uma mulher de direita e a agressora carrega o salvo-conduto ideológico da esquerda.

A maldade não tem sexo

Como bem pontuou a própria vereadora em suas redes sociais, o machismo, o assédio e a maldade não possuem sexo. O fato de o autor de uma violência ser biologicamente mulher, ou de se identificar com movimentos que teoricamente defendem o respeito às mulheres, não a isenta da responsabilidade criminal e ética. A vitimização institucional seletiva demonstra que para a esquerda, o assédio só é repudiável se for cometido por adversários políticos.

Eduarda Campopiano confirmou que tomará todas as medidas judiciais cabíveis para responsabilizar a assediadora. Que este episódio sirva como um divisor de águas na sociedade, servindo para expor definitivamente a farsa daqueles que utilizam pautas progressistas apenas como ferramenta de perseguição política contra conservadores, enquanto acobertam os crimes cometidos dentro do seu próprio espectro ideológico. A impunidade, seja de quem for, legitima a violência e enfraquece a verdadeira luta por respeito e dignidade no Brasil.

NOSSA SOLIDARIEDADE À Eduarda Campopiano!

Um comentário:

  1. Eu vi a sena grotesca nas redes sociais, realmente o mundo apodrece em um processo acelerado, e o citado silêncio seletivo da mídia em geral é algo repudiavel.

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