A
vereadora Eduarda Campopiano (PL-SP) sofreu grave assédio sexual ao vivo de uma
participante de esquerda em um debate. O silêncio midiático e a relativização
do episódio escancaram o claro viés ideológico: se o agressor fosse um homem
conservador, o caso teria provocado escândalo nacional, mas a militância
protege os seus.
O
silêncio conivente: O duplo padrão da mídia e do feminismo no caso Eduarda
Campopiano
O
que deveria ser um simples espaço democrático para o embate de ideias no Podcast
RedCast transformou-se em um episódio lamentável que escancara a profunda
hipocrisia que domina o debate público brasileiro. Durante um debate sobre
temas comportamentais e religiosos, a vereadora conservadora de Praia Grande,
Eduarda Campopiano (PL-SP), foi alvo de um assédio sexual explícito proferido
por uma debatedora de esquerda e ativista.
A
agressora dirigiu à parlamentar de 22 anos frases de cunho sexual altamente
constrangedoras, como “Eu te chu##ria toda, garota” e “gostosa do car#lho”.
Diante da insistência das investidas mesmo após demonstrar claro desconforto, a
vereadora chegou a se levantar para abandonar a gravação.
O
cerne do debate que se ignora não é apenas o crime de assédio por si só, que
por determinação legal já deveria ter consequências severas independentemente
do sexo do autor, mas sim a seletividade da indignação.
Dois
pesos e uma medida
A
reação da sociedade perante o caso evidenciou um duplo padrão moral
inaceitável. Imagine a cena invertida: um homem de direita proferindo esse
mesmo teor de palavras de cunho sexual contra uma vereadora de esquerda. A
grande mídia estaria, sem sombra de dúvidas, infernizando o agressor. Seriam
dias de manchetes ininterruptas, exigência imediata de cassação de mandato,
notas de repúdio de coletivos e militantes exigindo a prisão do indivíduo.
Porém,
como a agressora se autointitula feminista, progressista e integrante da
comunidade LGBTQIA+, o que se observa do outro lado é um silêncio ensurdecedor.
A mesma militância que ergue a bandeira do “Mexeu com uma, mexeu com todas”
convenientemente silencia quando a vítima é uma mulher de direita e a agressora
carrega o salvo-conduto ideológico da esquerda.
A
maldade não tem sexo
Como
bem pontuou a própria vereadora em suas redes sociais, o machismo, o assédio e
a maldade não possuem sexo. O fato de o autor de uma violência ser
biologicamente mulher, ou de se identificar com movimentos que teoricamente
defendem o respeito às mulheres, não a isenta da responsabilidade criminal e
ética. A vitimização institucional seletiva demonstra que para a esquerda, o
assédio só é repudiável se for cometido por adversários políticos.
Eduarda
Campopiano confirmou que tomará todas as medidas judiciais cabíveis para
responsabilizar a assediadora. Que este episódio sirva como um divisor de águas
na sociedade, servindo para expor definitivamente a farsa daqueles que utilizam
pautas progressistas apenas como ferramenta de perseguição política contra
conservadores, enquanto acobertam os crimes cometidos dentro do seu próprio
espectro ideológico. A impunidade, seja de quem for, legitima a violência e
enfraquece a verdadeira luta por respeito e dignidade no Brasil.
NOSSA
SOLIDARIEDADE À Eduarda Campopiano!

Eu vi a sena grotesca nas redes sociais, realmente o mundo apodrece em um processo acelerado, e o citado silêncio seletivo da mídia em geral é algo repudiavel.
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