O Jornal Tocha da Verdade é um periódico trimestral independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.

Comunie

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sábado, 10 de agosto de 2013

Marco Feliciano sofre assédio em voo

O deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) usou o Twitter nesta sexta-feira para reclamar do comportamento de passageiros que o acompanhavam em um voo da companhia Azul, que partiu de Brasília com destino a Guarulhos (SP). Segundo o deputado, um grupo de "cerca de 10 gays" o assediou, cantando a músicaRobocop Gay, da banda Mamonas Assassinas, causando constrangimento e colocando "em risco a segurança dos passageiros".
"Ao decolarmos em Brasília cerca de 10 gays me constrangeram, 2 vieram à minha poltrona gritando, cantando música bizarra. Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam (sic) crianças no voo, famílias", afirmou o deputado.
Um assessor de Feliciano, que o acompanhava no voo, deu detalhes sobre o que considerou uma "falta de vergonha". "Sentamos e ficamos quietos, aí depois da decolagem, 2 deles vieram à nossa poltrona e cantaram a música Robocop Gay, dançando rebolando. Um deles com a câmera na mão filmava, enquanto o outro esfregava o bumbum no meu braço, e também o órgão genital, rebolando e cantando", afirmou o cantor Roberto Marinho.
Segundo Feliciano, os passageiros repudiaram a atitude do grupo. "Como não reagi, tocaram no meu rosto. Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito, mas não respeitam. E assim fazem com qualquer pessoa que discorde de suas práticas. Que Deus nos guarde. Não sou contra gays, sou defensor da família natural!", esbravejou o deputado.
O assessor de Feliciano afirmou que os manifestantes só não foram detidos porque o deputado não quis prestar queixa. "Durante todo tempo eu e @marcofeliciano ficamos parados sem reagir a nada. Eu tremia, suava, fiquei indignado com tamanha barbaridade. Chegando em Guarulhos, eles tornaram a desrespeitar e se preparavam para de novo nos afrontar, mas aPolícia Federal estava aguardando. O agente federal nos pediu para identificar os arruaceiros e os levar detidos, mas @marcofeliciano não quis prestar queixa e liberou eles", relatou.

Alexandre Garcia, critica manifestações contra o Dep. Marcos Feliciano

O jornalista Alexandre Garcia, durante a programação da Rádio Metrópoli, fez o seu comentário sobre as manifestações contra Marco Feliciano. O Jornalista se posicionou com relação ao assunto e começou seu comentário com a seguinte afirmação:
“Olá ouvintes da rádio Metrópoli, está uma novela essa história do Pastor Marco Feliciano na presidência da comissão de direitos humanos da câmara”. O jornalista continuou declarando: “Ontem dois militantes, manifestantes foram presos, eu vi uma foto no jornal, uma coisa horrível, um manifestante em pé, em cima da mesa que é ocupada pelos deputados, aí não dá, é um exagero…”.
Alexandre argumentou que segundo a Constituição brasileira, a liberdade de opinião é um ato de direito “Cada um pode ter a sua opinião”, afirmou. Ele falou sobre a diferença entre uma opinião e a prática dela, principalmente se houver índice de violência. Ele também falou sobre a diferença de racismo ou uma constatação, falou que Feliciano é apoiado pelo partido, que deputado não tem chefe e sobre cargos no ministérios.