O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.

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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Afeiçoes Religiosas


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Imitação de Cristo


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William Carey


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George Muller


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Hudson Taylor

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Fator Melquisedeque



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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Nova Revista de Escola Bíblica Dominical



Aborto e o STF


Após a conclusão das audições e argumentações no Supremo Tribunal Federal sobre a legalização ou não do aborto, podemos destacar que a máxima mais utilizada entre os defensores do direito ao aborto foi: “A mulher deve ter o direito de fazer uso sobre seu próprio corpo, desta forma podendo abortar o feto indesejado”.
Manifesta-se com isso uma posição que privilegia a mulher e deprecia o feto concebido, vivo e em fase de formação. O porquê desta reclamação feminista está no fato de simplesmente desejarem o mero prazer, irresponsável prazer. As feministas que levantaram a bandeira do aborto estão tão cegas que não tem o menor amor pelo próximo (trocadilho). São hedonistas e preocupam-se apenas com a satisfação e o prazer não medindo suas consequências.
O meio evangélico é muito censurado por defender o direito a vida porque preza pela constituição e preservação da família, entendendo que esse coletivo com propósito jamais se prestará a um serviço como este. De fato, a conservação de um padrão de moral que valoriza a vida está ultrapassado para os que defendem o assassinato, a tortura e a privação da vida do feto. Nesta linha de pensamento, os movimentos que se dizem defensores dos Direitos Humanos transmitem uma tremenda contradição. Por quê? Porque só são direitos humanos de nome uma vez que se esquecem do direito do ser humano concebido. Será que pelo fato de o feto ainda não ter sido conhecido, não ter criado vínculos e ser uma incógnita ele está fora da agenda deles? Que direitos humanos desumanos, hein?   
Quem Deus tenha misericórdia dos que estão tão cegos com essas propostas medonhas.
Maranata!