O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

O Exército de Redenção impactando vidas


Costumava-se dizer entre os cristãos evangélicos mais antigos que uma alma era motivo suficiente para Cristo ter morrido na Cruz para resgatá-la da condenação vindoura. Por assim dizer, essa visão não pode ser considerada pífia, pois não está em causa o quantitativo, mas a disposição redentora vista sob o olhar de quem teme ao Senhor. Essa visão é encorajadora, por mais que não pareça; é persistente e perseverante. Lutar por uma alma, seja como fruto de um trabalho grandioso seja por uma ação evangelística pontual, é também compreender o valor de uma alma e saber que ela é muito preciosa para Deus.
O Exército de Redenção Moriá tem lutado grandes batalhas em busca dessas almas. Seus oficiais e soldados têm sido resolutos para conquistarem a atenção dos seus ouvintes a fim de levá-los para Cristo. A pregação tem peso e unção! De fato, não poderia ser de outra forma já que entrar em comunidades depreciadas socialmente como a do Moura Brasil em Fortaleza requer um nível elevadíssimo da providência divina. Mas isso não se conquista da noite para o dia. Essa unção é fruto das diversas consagrações promovidas pelos membros do Exército, seja através das vigílias mensais, e até semanais, seja através dos jejuns, das orações privadas e coletivas, e, principalmente, da dependência exclusiva do Santo Espírito. São esses os fundamentos do Exército que os qualifica para o enfretamento pacífico da guerra espiritual que se propõe lutar.
Neste último final de semana, em mais uma incursão em campo inimigo, almas se viram tocadas pela mensagem e pelas ações do Exército de Redenção. Segundo o relato da Oficial Karla, um certo senhor, de idade avançada, estava sentado na ponta da calçada atento à pregação daqueles que fizeram uso da anunciação das boas novas. Seu semblante sofrido, pálido e desventurado revelavam o estado depreciativo daquele coração em amargura e desespero. Seu olhar transmitia uma dicotomia comum às pessoas vencidas pelos vícios e desprezo social: por um lado sentia sua desgraça, enquanto por outro a mensagem evangélica o estava influenciando naquela sensação de desprezo pela sua vida de pecados (um fato mais que positivo). Ainda não havia terminado a ação do Exército quando a atenta oficial o viu retirar um maço de cigarros do bolso e com um ar de grande desprezo e indignação começou a rasgá-lo, expressando uma reação repulsiva àquilo que lhe aprisionava. Foi, então, que se dirigiu a oficial em prantos, pedindo para aceitar a Cristo como Salvador. A oficial insistiu e inquiriu se realmente ele estava disposto a entregar a vida a Cristo, de modo que ele acenou positivamente recebendo o Senhor Jesus em seu coração.
Em outro caso, um jovem que já conhecia o trabalho do Exército desde quando estava em uma casa de detenção juvenil testemunhou a importância deste trabalho. Ele disse que os jovens se acalmavam com a mensagem do Exército naqueles centros e era quando eles começavam a criar novamente esperança. Pelo fato de ter saído da casa de detenção perdeu o contato com o Exército, retomando-o na noite de evangelização. Ele mencionou que desejava sair daquela vida de vício com drogas, mas se via desprestigiado sem pai e sem mãe, mortos recentemente. Pediu ajuda e disse que o trabalho do Exército não podia parar porque ajudava na restauração de vidas.
Com os casos acima noticiados, percebemos como o trabalho deste grupo de jovens valorosos tem impactado vidas desprestigiadas. Dificilmente, há alguém que se importe com essas pessoas. Lamentavelmente, são intituladas como “marginais”, ocasionando um afastamento de quem as poderia ajudar. Louvado seja Deus pelo Exército de Redenção Moriá que está cumprindo um papel de resgatador de vidas.
Se você pode ajudar o Exército de Redenção Moriá, procure seus oficiais para doar alimentos e outros recursos para poderem continuar nessa árdua e grandiosa tarefa!  













Fotos: Exército de Redenção Moriá   

sábado, 15 de dezembro de 2018

Exército de Redenção enfrentando pacificamente a violência

Enquanto dormimos o sono da tranquilidade em nossos lares seguros, um grupo cristão invade a madrugada em busca dos marginalizados, oferecendo alimento para o corpo (sopão) e alimento para vivificar seus espíritos corrompidos pelo pecado (o Evangelho das boas novas). Uma atitude nobre do grupo que faz até mesmo as autoridades do Estado reverenciarem este tipo de enfretamento da violência se tratando de uma evangelização pacífica, apesar de o ambiente onde trabalharam afastar qualquer pessoa de boa índole com seus bons costumes por ser maculado pela prostituição, consumo de drogas, delitos e tantos outros praticados nas sombras da noite e às escondidas, demonstrando imensa a corrupção moral das pessoas do lugar. Mas, neste trabalho, mendigos, drogados, prostitutas e delinquentes são tratados como nunca esperaram, pois os membros do Exército de Redenção Moriá têm maturidade e ousadia para abraçarem esses excluídos numa tentativa de lhes dar um novo rumo de vida com a qual poderão ser inseridos na sociedade que os nega. Na verdade, não é só uma questão de inserção social para se moldar às exigências morais do coletivo urbano, mas, acima de qualquer coisa, é um resgate para Deus no qual o indivíduo também encontra dignidade para ressurgir das cinzas e da penúria.

Oremos para que o Exército de Redenção Moriá alcance muitas vidas e possa fazer o que muitos não estão fazendo.







sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Exército de Redenção Moriá

O Exército de Redenção Moriá é formado por jovens cristãos dispostos a enfrentar grandes desafios para verem multidões de almas se converterem. Seus princípios são a santidade, a abnegação, o vigor, o desprendimento e tantos outros elencados no status de cristão, demonstrando a força que dinamiza suas incursões nos campos inimigos.
Atualmente, o ERM tem trabalhado em instituições de jovens infratores, procurando resgatá-los do mundo da criminalidade para um mundo completamente diferente, o da paz com Deus. Para demonstrar o êxito do seu trabalho em instituições corretivas de jovens infratores, alguns alcançados pela pregação do Exército, hoje, fazem parte do quadro de soldados na peleja pela causa do Evangelho. Em conversa com um deles, o JTV registrou sua fala: “se soubesse a mais tempo que era assim, há muito eu teria me convertido”. Tem também buscado almas nos bairros marginalizados de Fortaleza, onde a pobreza extrema e o tráfico de drogas dominam, escravizando pessoas de todas as faixas etárias. Em outras ocasiões, é chamado para auxiliar em ações evangelísticas na capital e no interior do Ceará, dando apoio a eventos variados, desde ações sociais até cruzadas.
O Exército de Redenção é formado por um grupo de jovens que trabalha de forma independente não tendo vínculos institucionais. Procura levar a mensagem da cruz a muitos lugares a convite de instituições, sejam elas religiosas ou sociais. É uma forma ou estratégia de evangelização baseada no contexto de embate espiritual, luz contra trevas, bem contra o mal, santidade e virtude contra o mundo pecaminoso e cruel. Seu trabalho é exemplar e inspira muita devoção já que é resoluto em suas atividades, seja durante o dia, a noite ou até mesmo durante a madrugada.
Que Senhor possa levantar ainda mais recrutas para o trabalho de sua seara!










segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

O Exército de Redenção sobe morro em Fortaleza para pregar o Evangelho

O Exército de Redenção Moriá surgiu com o objetivo de enfrentar os problemas espirituais e sociais provenientes da classe menos favorecida da pirâmide social, marginalizada pela sociedade que por sua vez se omite ao não fornecer providências diante do caos onde vivem milhares de indivíduos carentes. Desta forma, o ERM tem a “preocupação com o bem estar social, com foco na reintegração e reinserção num ambiente social saudável e equilibrado, abrangendo as áreas física, psicossocial e espiritual”, como asseverou a tenente Fidelis sobre a proposta do agrupamento.
         Como prova consistente das pretensões do Exército, inúmeras atividades sociais e evangelísticas já foram realizadas nestes últimos anos. Bairros de Fortaleza, cidades do interior do Estado e cidades de outros estados receberam a visita desta força tarefa que trouxe grande despertamento entre os atendidos. A percepção quanto às ações, principalmente a atenção que o Exército dedica aos indivíduos marginalizados, faz sentirem-se lembrados, entendendo que alguém se importa com eles. Basta isto para eles darem atenção a sua mensagem. A forma de abordagem e atenção do ERM encoraja os diversos sujeitos em situação de risco a saírem do estado depreciativo no qual se encontram para anelarem outro que possa lhe dar uma vida digna.
         Em mais uma ação do Exército, em dezembro/17, o grupo realizou uma incursão em zona “minada” cujo histórico remonta décadas de marginalidade. O local escolhido ou inspirado por Deus para visitação destes valentes de Deus foi a comunidade do Moura Brasil, vulgarmente  conhecido como “oitão preto”, termo pejorativo que elenca todas as formas de atos pecaminosos, desde prostituição até homicídios. Em 20/12/17 foi realizado um evangelismo ostensivo com distribuição de sopão na comunidade. Conforme atestou a tenente Fidelis, “uma verdadeira cracolândia em Fortaleza, onde muitas pessoas que se encontram ali pareciam literalmente zumbis, não só pelo aspecto cadavérico, mas também pelo excesso de consumo de crack, cocaína, cola, bebida alcoólica e toda sorte de vício que aprisionam o corpo e a alma do ser humano”.
         Imagine a cena. Becos e ruelas escuras e sujas. O odor excessivamente podre, capaz de afugentar qualquer pessoa com bons hábitos de higiene pessoal. Edificações em ruínas, abandonadas quando os pobres começaram a se estabelecerem no local há décadas, quando Fortaleza vivenciou a “Belle Epoque”, tempos em que houve uma inserção de modos e comportamentos franceses na cultura cearense, algo que enobrecia a população fortalezense. O Passeio Público, praça situada bem próxima onde o ERM atuou, era o ponto de encontro de autoridades e personalidades da alta sociedade, trajados com seus longos e requintados vestidos, com ternos finos e bem engomados e bigodes bem afilados. Um verdadeiro contraste se compararmos os dois períodos. Entretanto, a falta de higiene, de pavimentação para uma adequada mobilidade e o clima de medo devido à hostilidade dos moradores percebido por quem tem a experiência no local não representou obstáculo para o Exército. Com um grupo de aproximadamente 21 soldados, o ERM entrou em “solo inimigo” marchando, empunhando cada um suas Bíblias e louvando com todo o fervor e a plenos pulmões o hino 15 da Harpa Cristã, hinário utilizado por Igrejas Evangélicas. No evento, foram realizadas 3 pregações ao ar livre, evangelismos pessoais e foi servido dois caldeirões de sopa com pão.
         Ousadamente, o capitão Braga fez uma incursão morro acima (o Moura Brasil é uma comunidade que fica em um morro), deparando-se com uma situação ainda mais deprimente: grupos de jovens, homens e mulheres de diversas idades abrigados em casebres sem iluminação com seus cachimbos de crack, numa reunião extremamente pesada. Um grande desafio! Uma senhora descrente que ajudou nos custos do sopão não aguentou a pressão daquele “inferno”, não achando que existia lugar tão tenebroso em Fortaleza e resolveu retornar daquela atividade. Mas, tendo os integrantes do Exército se reagrupado, oraram e subiram marchando e louvando o hino “Soldados somos de Jesus...”, ao “som de trovão”. Muitos dos que estavam apegados ao vício correram ou se esconderam diante do alarde, tamanho foi o espanto, enquanto outros saíram para verificar do que se tratava. Aquelas densas trevas foram dissipadas pelo raio de luz da pregação do Evangelho que gerou reconciliação.
         Depois de saírem do local, os irmãos ficaram sabendo que era necessária a autorização dos chefões da localidade para as referidas atividades. Respirando profundamente, os irmãos relataram que entraram no lugar sob a permissão do Chefe Maior, Jesus Cristo!

Oremos para que Deus levante mais valentes para o Exército de Redenção Moriá a fim de vermos muitas vidas alcançadas.  








sábado, 20 de janeiro de 2018

MIssão: Exército de Redenção

Of. Karla, Cap. Braga, Of. Fidélis
e Cap. Cláudio
Diante do clima de violência instaurado nos últimos anos no Estado, estando a capital cearense até bem pouco tempo entre as mais violentas do Brasil, segundo pesquisa realizada pela ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal, cujos índices elevadíssimos de criminalidade chamaram a atenção da mídia, principalmente pelo aumento de jovens ingressos neste hábito nada salutar, algo que alimentou ainda mais a sensação de insegurança social, um grupo evangélico-anabatista tem se destacado no “enfrentamento” deste problema. O Exército de Redenção Moriá tem trabalhado no resgate e no redirecionamento de jovens transgressores da lei nos centros socioeducativos do Estado do Ceará, localizados na capital alencarina, em parceria com a Superintendência do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo, órgão do governo estadual. Os integrantes do ERM são jovens e adultos convertidos a tempo suficiente para entenderem a responsabilidade do trabalho, de modo que são abnegados, ousados, cheios do Espírito Santo e tem acima de tudo esse compromisso como missão dada pelo Rei dos reis. A missão que Cristo deu deve ser cumprida, missão delegada por Cristo é missão cumprida. O grupo do Exército é muito bem organizado e zeloso, tem amparado aqueles projetos de forma constante e semanal. Além do atendimento evangelístico dentro dos centros, já houve casos em que os jovens que foram libertos seguiram a orientação do ERM para terem um novo comportamento diante da sociedade.
Em Dezembro/17, o ERM realizou uma semana inteira de atividades complementares àquelas propostas na CECAL (Centro Educacional Cardeal Aloísio Lorscheider), tais como programações envolvendo gincanas com perguntas e respostas consultadas na Bíblia, evangelismos pessoais, dinâmicas e cultos evangelísticos, envolvendo os jovens com os preceitos cristãos. No centro socioeducativo Dom Bosco, desde o dia 03/01/18, muitas atividades tem acontecido: orações, louvores, meditações bíblicas, discussões temáticas dos assuntos bíblicos, filmes evangelísticos e estudos bíblicos. No Centro socioeducativo São Miguel, os cultos são realizados na sexta feira e concentra uma boa quantidade de jovens atentos à pregação da Palavra.
Em uma das últimas atividades, destacamos a seguinte. Após a exibição do filme “a Cruz e o Punhal”, uma das oficiais do ERM relatou que muitas coisas maravilhosas aconteceram, até mesmo semelhantes ao que foi retratado entre Nick Cruz e os integrantes dos maus maus e os bishops. Aquele espírito de contrição apresentado no final quando da pregação do pastor David Wilkerson se estabeleceu e deu resultados bastante favoráveis para as vidas dos jovens internos. Uma das oficiais relatou: “quebrou o espírito de rivalidade entre facções e promoveu um espírito de unidade e quebrantamento, peculiar a ação do Espírito Santo na vida do pecador”.
A principal ação desenvolvida pelo ERM é a pregação do Evangelho de Cristo para regeneração do indivíduo. O potencial da graça divina opera no sujeito de tal maneira que sua vida é transformada, deixando de lado a vida de pecados para trilhar uma nova vida em Cristo através da fé e das verdades cristãs. O sujeito regenerado passa a considerar os valores para sua relação com Deus, enquanto entende que esses mesmos valores possibilitam uma integração social pacífica, visto que concebe a ideia do significado do que seja um cidadão com perspectivas bem orientadas de dignidade da pessoa humana e da valorização do sujeito.

Oremos pelo ERM. É uma obra levantada por Deus nestes tempos sombrios em que muitos outros movimentos evangélicos deixaram a pregação ousada para se acomodarem aos ditames deste mundo. 
Veja o destaque dado no facebook da instituição do Estado:


A participação dos internautas:


Integrantes do Exército de Redenção Moriá:



sábado, 29 de julho de 2017

Superintendente da SEAS convida Exército de Redenção Moriá para participar de plano estratégico de segurança pública

Nesta semana, o capitão Jean Carlos e a Tenente Débora Fidélis (Exército de Redenção Moriá) foram convidados pela Superintendência do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo, órgão que trabalha com jovens em conflito com a lei, para fazerem parte de um plano estratégico para diminuir a violência entre jovens nas casas de privação, juntamente com outros grupos de evangelização juvenil de igrejas evangélicas. A lógica é simples. O Exército de Redenção Moriá tem evangelizado diversas casas de privação, levando a mensagem do Evangelho que transforma o indivíduo, não sendo uma ação social, mas um instrumento de resgate do indivíduo. Os trabalhos de evangelismos dos grupos estão resultando na restauração de jovens perdidos, razão pelo qual o Superintendente do órgão organizou a reunião para conhecer não só o ERM, mas os outros que trabalham nesse sentido provenientes de outras igrejas. Para o capitão Jean, a atitude e a percepção da autoridade estadual é louvável, pois abriu ainda maior oportunidade para reforçarem seu trabalho. Agora, a proposta do Superintendente é agregar a força evangelística de todos os grupos e focarem num projeto juntos para resolverem os problemas dos jovens no crime. 
Lembremos que o trabalho do ERM é sério e abnegado. Arde no peito desses oficiais a paixão pelas almas, como diria Oswald Smith; os perdidos são objetos de seu clamor e oração durante os cultos e vigílias, como faria John Hyde; as pregações são profundas e ousadas, cheias de unção, para atingir os mais duros corações e levá-los ao arrenpendimento, como fez Jonanthans Edwards. Enfim, é um trabalho levantado por Deus. Que Deus abra mais portas!