O Jornal Tocha da Verdade é um periódico trimestral independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Incendiados por Cristo



Antecipando algumas bênçãos que ocorrerão nas Conferências Anabatistas de 2012 (29, 30 de novembro, 01 e 02 de dezembro/2012), o Jornal Tocha da Verdade tem o prazer de apresentar a nova edição do livro Nas Chamas por Cristo, publicado primeiramente no Brasil pela Moriá Editora (Fortaleza-CE). Com nova capa, nova tradução e novo título (Incendiados por Cristo) foi reeditado pela Literatura Monte Sião do Brasil por sugestão do pastor Heládio Santos (Igreja Batista Renovada Moriá). Nathan Kreider, diretor responsável pela LMSdoBrasil, considerou o livro excelente e, prontamente, prestou-se ao trabalho desta nova publicação. A nova publicação foi preparada com um cuidado ainda maior do que a primeira. O texto flui melhor para qualquer leitor. O livro conta histórias verdadeiras de homens e mulheres que testemunharam suas convicções em Cristo e não negaram a fé genuína. Preferiram sucumbir diante de algozes cruéis por causa da perseguição religiosa de sua época, mas serviram a Cristo até a morte. São quinze histórias de mártires Anabatistas que representam milhares de homens e mulheres que testemunharem sua fé com as próprias vidas durante o século XVI. As histórias ilustradas com gravura de Jan Luyken estão baseadas no Martyrs Mirror, livro compilado por Thielemann J. Van Braght e publicado primeiramente em 1660. Os Cristãos Anabatistas se destacaram pelo batismo, confissão de fé, sacerdócio de todos os crentes, por mostrar o amor em lugar do ódio e um compromisso firme para seguir a Jesus Cristo em todas as áreas de suas vidas: nas suas palavras, relacionamentos, procedimentos nos negócios, valores, metas e prioridades. Sofrendo como mártires e perdoando os seus perseguidores, os crentes vêem o poder remissor de Deus. E da cruz de Cristo ainda nos chama a perdoar nossos inimigos. Juntamente com esta pérola da literatura cristã, teremos tambémMichael Satller: uma testemunha de Jesus CristoQue falem os primeiros cristãosO peregrino e a peregrinaNão amaram suas vidas e muitos outros.

“As Conferências Anabatistas” são programações (cultos, palestras sobre história da Igreja, estudos bíblicos, filmes temáticos etc) organizadas anualmente pela Igreja Batista Renovada Moriá, no final do mês de novembro, para celebrar mais um ano de existência de nossa Igreja. É uma forma de testemunharmos, mais uma vez, sobre a necessidade de concentrarmos nossa conduta cristã nos padrões neotestamentários e negar o fermento farisaico e de mundanismo do movimento evangélico moderno. Pregamos um retorno às raízes do verdadeiro cristianismo e a perseverança na doutrina apostólica.

Para maiores informações sobre as Conferências, acesse:www.batistamoria.ning.com

domingo, 30 de setembro de 2012

Evangélicos e as eleições 2012


Às vésperas das eleições para prefeito e vereadores de 2012, grandes manifestações são vistas pelas ruas da capital alencarina e pelos meios midiáticos. A intensificação das panfletagens, dos grupos de bandeirantes nas esquinas deixando as insígnias partidárias tremularem ao vento, das propagandas com propostas incríveis, dos debates televisivos com alguns dos candidatos, que não têm mais ideologias partidárias, e de longas carreatas de “vitória” acontece neste momento decisivo.
            O que mais nos chama a atenção não é essa expressão política típica de quem espera algo de bom nesta vida, mas o que nas entrelinhas está passando despercebido do grande público. Uma delas é o misto de política e religião. Por exemplo, o candidato petista à prefeitura de Fortaleza faz menção a sua atividade religiosa e católica desde a época de sua juventude. Tentativa essa de mostrar alguma moral cristã em meio às propostas por ele defendidas. Há pouco tempo, se essa proposta fosse apresentada no partido, certamente, seria menosprezada, uma vez que, antigamente, o PT tinha uma visão marxista, ou seja, cética. Portanto, um paradoxo para quem defendeu o socialismo como meio de governar.
Outra observação importante que gostaríamos de fazer é o apoio ao PT de Igrejas e de membros de alguns movimentos evangélicos à candidatura a prefeito de Fortaleza. A nosso ver, uma grande contradição. Muitos evangélicos se uniram à campanha petista, mas não levaram em consideração suas propostas que desentoam dos ideais cristãos. O PT, talvez por uma visão nietzschiana (também de Sartre e de Foucault), aderiu aos anseios do movimento homossexual de legalização do casamento e de outros favorecimentos civis dessa união. Na visão evangélica, essas propostas são um agravo à moral e à conduta digna. Unir pessoas do mesmo sexo não é bíblico, dizem. Além disso, o governo petista da presidente Dilma permitiu, liberando verba, a confecção de uma cartilha nas quais crianças seriam induzidas a práticas homossexuais na idade da inocência. A prefeita Luiziane Lins, inclusive, se manifestou muito favorável, em diversas entrevistas, a semelhantes medidas. Essas cartilhas não foram distribuídas por força das objeções, mas, segundo informações de sites, estão impressas e aguardando, quem sabe, um governo hegemônico petista ou de conchaves partidários para serem distribuídas nas escolas públicas. Para demonstrarmos a tensão corrente entre esses polos, basta nos lembrarmos das manifestações do pastor Silas Malafaia, em Brasília, contra o projeto de lei 122/2006, as diversas rejeições da bancada evangélica na câmara federal em votá-la e as reações dos grupos GLS.  
Segundo alguns estudiosos, a prática homossexual é uma prática hedonista, mas figura como uma evolução social. Infelizmente, não percebem o contrassenso que estão proferindo. Não discernem que tal conduta não é pró-criativa. Se não é pró-criativa, não é lógica, pois o lógico é a união capaz de conceber e procriar. Para classificação de família, a lógica autêntica provém da união entre homem e mulher. A única forma de proliferação da espécie (tal qual ensina a Bíblia e também entendeu Platão, filósofo grego). Na verdade, o conflito gira em torno do ideal cristalizado de família que querem alterar. Porém, não é à toa que temos a Bíblia. A Carta Magna de 1988, a Constituição Cidadã, trouxe muito do entendimento bíblico que preza pelo valor e imutabilidade da família. Infelizmente, foi interpretada de forma diferente pelo STF. É necessário entendermos que o cidadão necessita de um padrão para poder viver num estado de direito, pois sem esse o homem não poderia viver e desfrutar da tal liberdade. A liberdade tem limites e deverá ser cuidadosamente explorada. Hoje, com a união estável entre pessoas do mesmo sexo, valores foram ultrajados e superados sem o menor discernimento. Em outros tempos, isso seria entendido como a superação da liberdade pela libertinagem. A liberdade, porém, é um conceito simples de ser tratado, mas está sendo discutido na academia como algo de grande complexidade, pois o objetivo é promovê-la como algo estritamente relativa. Assim, aqueles valores são tornados obsoletos, mas lembramos-vos que foram esses valores que sustentaram a humanidade até hoje. Porém, da forma como andam as diretrizes partidárias, amanhã outras questões virão à tona, como o caso da maconha. Ela poderá ser liberada e os filhos de quem permitiu essa liberação estarão morrendo de overdose. Depois aceitarão a pedofilia e os filhos dos filhos de quem liberou estarão nesta prática etc. Essa liberdade preconizada pelo governo petista é permissiva, tende a derrocar os pilares, apesar de limitados, que alcançamos. Uma mudança desse paradigma seria coerente.
               Agora, fico a pensar na situação daqueles evangélicos que apoiam a candidatura petista. Por esse ter um governo permissivo e sem a moral cristã, hoje apoiam as questões supracitadas; amanhã, na levada do vento, outras cujas práticas também serão contra a moral cristã, enfim, distanciarão o sujeito envolvido da visão bíblica. Mas, o que está realmente se passando pelas mentes evangélicas desses apoiadores? Não têm a visão cristã preceituada nas Escrituras? Perderam o fundamento doutrinário da legítima fé? Ou será que são devedores de favores a políticos que os colocaram em função pública por “debaixo dos panos”, para que, em tempos de eleições, fossem cobrados apoio e agrupamento de pessoas para votarem no candidato da legenda? Se essa última hipótese se confirma, sabemos que a história se repete mais uma vez. Se verificarmos a folha de pagamento do pessoal de cargo em comissão (veja nos sites de órgãos públicos o “Acesso a informação”) ficaremos espantados. Veremos indivíduos que ganham muito bem as nossas custas, não trabalham o suficiente para justificarem os salários e fazem um trabalho antidemocrático, pois trabalham para perpetuar o governo que está no poder, possivelmente, em vistas de garantirem mais quatro anos de trabalhos fáceis e de ganho certo. Não seria balela dizer que alguns setores dos órgãos públicos municipais parecem estar mal-assombrados. Isso é seria resultado das intervenções de alguns agentes políticos que se aproveitam do poder que tem e agem na máquina pública para beneficiarem a si e os seus partidários às nossas custas? Quem não conhece pessoas nessa situação? Na semana passada saiu uma notícia em jornal local fazendo menção a situações como essa. Agentes políticos extrapolam em suas funções tendo como cúmplices os apadrinhados, inclusive alguns que se intitulam evangélicos. Fico indignado e revoltado ao ver pessoas que professam a mesma fé que professo e estão se vendendo para angariarem posição dentro do funcionalismo público à custa da desonestidade, do jeitinho brasileiro e mau-caratismo. Para DaMatta, isto é um ato de malandragem típico do ser brasileiro, viciado pela conduta da esperteza e pela cultura do “se dar bem” . Ele mesmo diz:

A malandragem, assim, não é simplesmente uma singularidade inconsequente de todos nós, brasileiros. Ou uma revelação de cinismo e gosto pelo grosseiro e pelo desonesto. É muito mais que isso. De fato, trata-se mesmo de um modo – jeito ou estilo – profundamente original e brasileiro de viver, e às vezes sobreviver, num sistema em que a casa nem sempre fala com a rua e as leis formais da vida pública nada têm a ver com as boas regras da moralidade costumeira que governam a nossa honra, o respeito e, sobretudo, a lealdade que devemos aos amigos, aos parentes e aos compadres. (DaMatta, Roberto. O que faz o brasil Brasil? Editora Rocco: Rio de Janeiro, 1984, pg. 104-105).

Ser brasileiro, na análise de DaMatta, é ser alguém que não está preocupado com os parâmetros das leis e insurge-se contra esse sistema. Um evangélico que se porta tal qual o brasileiro de DaMatta, presta-se ao prejuízo moral que não é nada proveitoso para o Reino de Deus, identificando-se, assim, com a corrupção. O crente deve ser exemplo, luz e sal para este mundo. Pessoas que se dizem cristãs e permitiram-se entrar no serviço público por favores de políticos são tão desonestos como foram aqueles, e não merecem respeito, antes censura e disciplina por terem alcançado um status social de forma incomum, pois, além disso, afrontaram ao trabalhador honesto e à sociedade. Portanto, se algum cristão quer entrar no serviço público faça-o com honra e dignidade: estude para passar em concurso público e não aceite os favores de políticos desonestos que abrem as portas das instituições do munícipio como se fosse um lugar em que qualquer pessoa poderia entrar e trabalhar. Eles não fazem o mesmo com as portas de suas casas, pois para eles, as instituições públicas não têm dono. Porém, gostaríamos de dizer que há donos que precisam se identificar enquanto tais para inibir a corrupção e a política dos favores.
Apesar de acreditarmos que a política em si desentoa do ideal cristão desde sua instituição, oro para que Deus nos dê um governo sério cujo objetivo seja conservar os valores morais, principalmente os da família, já que isso é uma das poucas intervenções que um cristão deve fazer: Admonesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador (I Tm 2:1-3). Entendemos que a visão cristã não preza pelas ideologias deste mundo, mas pela verdade do Reino de Deus e dos céus. Unir Igreja e estado (política) sempre foi um problema e sempre será, porquanto seus ideais são antagônicos. No cristianismo encontramos uma moral autêntica que inclusive preza pela decência, pela moral, pelo pacifismo e tem poder de transformar uma sociedade e elevá-la ao equilíbrio tão desejado.  
                   

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Chegada dos nossos missionários


 Em meio à multidão que desembarcava no aeroporto internacional Pinto Martins em Fortaleza, após a liberação da pista para pousos e decolagens, chegava também a dupla de missionários da Igreja Batista Renovada Moriá, o evangelista André Elias e a irmã Cleó, às 12h40min (21/08/12). Iniciando seu retorno no começo da madrugada em Guajará-Mirim (onde tem uma missão evangelística da Igreja), fizeram escala em Guarulhos (SP) logo pela manhã, sendo redirecionados para Fortaleza às 07h15min em voo direto pela TAM. Pisaram em solo Alencarino felizes pela grandiosa oportunidade de terem ido bem longe, bem próximo à divisa do Brasil com a Bolívia, cumprindo o ide de Jesus.
                Foram duas semanas de labuta na obra e conquista de almas que se renderam a Cristo através da pregação desta dupla de coragem e fé. Nossos missionários demonstraram imenso amor pelos pecadores daquela localidade. Tiveram tanto êxito no trabalho que saíram de lá com muitos pedidos de orações dos novos convertidos cuja vida agora é dedicada a Cristo.
                Foram recepcionados pela filha da irmã Cleó, Leilane, e pelo pastor Heládio Santos que representou o presbitério de Fortaleza dando as boas vindas àqueles que merecem nosso respeito e honra.
                No próximo culto de missões, teremos muitas notícias edificantes do que foi realizado em Guajará-Mirim (RO), dos frutos do trabalho e dos sonhos que alimentam essa obra. Abraços aos bravos irmão André e irmã Val que ficaram para alimentarem espiritualmente a nova leva de novos crentes anabatistas daquela cidade.
                Oremos pela obra missionária... Ide!  

domingo, 5 de agosto de 2012

MARCHA PARA “JESUS” OU ALIENAÇÃO?


A idéia de uma manifestação pública dos evangélicos em uma cidade é muito interessante. Quando a “Marcha para Jesus” surgiu, ela estava comprometida com um movimento herético que apregoava que, se marchássemos na cidade, declarando que ela era de Jesus, haveria uma conversão da cidade para Deus. Tal conceito ligava-se à idéia de pensamento positivo e à crença de que éramos pequenos deuses capazes de criar coisas por decretos. Em razão de tudo isso, eu me coloquei contra a “Marcha”.
            Eu, porém, não sou fechado de mente. Admito que a “Marcha” não é mais associada a esses conceitos heréticos com que iniciou. Ela é hoje um testemunho da presença dos evangélicos em um lugar. A idéia me parece muito interessante. O problema que vejo hoje, porém, é a falta de objetivo.
            A “Marcha” não passa de entretenimento: muita música, danças, etc. Trata-se de um espetáculo religioso. A “Parada Gay” já adquiriu conotações políticas de longo alcance, mas a “Marcha para Jesus” não passa de um vulgar entretenimento.
            Em São Paulo, os homossexuais fazem sua caminhada, exigindo uma ordem jurídico-política que promova sua causa vil. Procuram inculcar a sua impiedade na mente nas pessoas. Enquanto isso, os “crentes” estão dançando ao som de cantores astros.
            Como seria bom que os evangélicos fizessem uma manifestação com objetivos. Algo que fosse reverente e santo para transmitir seriedade, no qual triunfasse a Palavra de Deus pregada com intrepidez. Seria essa uma ótima oportunidade para dizermos a sociedade que o homossexualismo é pecado, que a corrupção na política é pecado. Poderíamos bradar com voz profética contra os pecados da nação, chamando-a a um arrependimento. Oh! Eu iria com prazer a um evento desse porte!
            É insuportável ver os pretensos crentes fazendo um simples show à moda dos mundanos, com mulheres vestidas sensualmente e muito entretenimento leviano. Enquanto isso, a nação se entrega à sodomia, à prostituição, às drogas, ao divórcio.... Na “Marcha para Jesus” em São Paulo, até os homossexuais participaram!
            Enquanto os crentes forem carnavalescos e mundanos, ignorando o mal espiritual e moral que se propaga, as coisas vão de mal a pior! Precisamos de profetas que toquem a trombeta! A igreja deve ser a consciência da nação! O sal não pode ser insípido!

SOLI DEO GLORIA

Pr. Glauco Barreira
IBRM - www.batistamoria.ning.com

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”


Leia trecho da entrevista que o pastor Silas Malafaia concede a Pedro Dias Leite, nas “Páginas Amarelas” da VEJA desta semana. A íntegra está na edição impressa da revista.
*
Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que congrega cerca de 8 500 pastores de quase todas as denominações evangélicas, o pastor Silas Mala-faia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas e o que enxerga como aumento dos privilégios dos homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: “Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores”.

A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso foi contundente. Mas influir em leis é papel de um religioso?
Se não fosse assim, a casa tinha caído. Essa lei é a lei do privilégio. O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba de governo, de estatais, é o joguinho deles. Homofobia é uma doença. Ódio aos homossexuais, querer matá-los ou agredi-los é uma doença. Agora, opinião não é homofobia.  (…). A lei que estão propondo é uma lei da mordaça. Se não aprendermos a respeitar a liberdade de expressão, será melhor mandar fechar a conta para balanço.
(…)
Fonte:

segunda-feira, 23 de abril de 2012

IMPORTANTE - ESTATUTO da "DIVERSIDADE SEXUAL" e PEC - Proposta de Emenda à Constituição querem o fim da família e violar os direitos básicos dos cidadãos



Membros da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, sob liderança da senadora Marta Suplicy (PT-SP), e a Comissão da Diversidade Sexual da OAB, presidida pela ex-desembargadora Berenice Dias, militante da intolerante, impositiva e déspota ideologia LGBT e fundadora do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito da "Família" (aspas propositais), elaboraram e entregaram à OAB - Ordem dos Advogados do Brasil, à Cãmara dos Deputados e ao Senado, no dia 23 de agosto de 2011, um "Estatuto da Diversidade Sexual". Na mesma ocasião, foi entregue uma PEC - Proposta de Emenda à Constituição. Ambos inciativas visam profundas e radicais alterações da lesgilação do país, de modo a extinguir os mais elementares valores e princípios universais que regem uma sociedade civilizada, violentar a família brasileira, coibir a liberdade de crença e de expressão, criminalizar a opinião e intervir na autonomia, no direito e na liberdade familiar, profissional e educacional, entre outras.

O Estatuto e a PEC incluem os seguintes pontos principais:

- Fim da família tradicional
- Retirada dos termos "pai" e "mãe" dos documentos
- Acabar com as festas familiares nas escolas (dia dos pais, dia das mães, etc.) para não constranger os que fazem parte de famílias "diferentes"
- Obrigatoriedade de as escolas públicas e privadas ensinarem a ideologia homossexual (argumento travestido de "combate à homofobia") e de só usarem materiais didáticos e paradidáticos que incluam a ideologia LGBT
- Preparar crianças a partir de 14 anos para cirurgias de mudança de sexo
- Cobertura pelo SUS para procedimentos de mudança de sexo e hormonoterapia para alterações anatômicas de transgêneros e travestis
- Criminalização da homofobia, com penas de reclusão para quem cometer "discriminação" contra LGBTs
- Oficialização do casamento entre pessoas do mesmo sexo (e não apenas união estável)
- Oficialização da adoção de crianças por casais homossexuais
- Direito de homossexuais de qualquer sexo escolherem que banheiro usar em estabelecimentos públicos e particulares
- Cotas para homossexuais, travestis e transsexuais nos concursos públicos e em empresas privadas
- Obrigatoriedade de instituições públicas e a iniciativa privada promoverem campanhas de qualificação profissional de travestis, transgêneros, etc.
- Proibição da oferta de qualquer forma de "reversão" ou reorientação sexual, bem como qualquer promessa de cura
- Proibição de "ingerência" da família em assuntos sexuais dos filhos
- E diversos outros pontos bastante preocupantes

O documento original pode ser obtido no site da OAB, em:http://www.oab.org.br/arquivos/pdf/Geral/ESTATUTO_DA_DIVERSIDADE_SEXUAL.pdf

Esse assunto é de extrema relevância, senão gravíssimo, e sugiro que seja considerado prioritário no que concerne à atenção, articulação e concentração de esforços de toda e qualquer liderança cristã neste país.

A seguir, parte do texto do documento original, contendo alguns dos pontos mais polêmicos da proposta (chamados de "avanços" pelo presidente da OAB), e comentários acrescentados...




Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais e impedimento dos pais de ajudar filhos com problemas sexuais:

Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.

Sob essa lei, a família nada poderá fazer para ajudar um filho que apresente um problema sexual. É uma porta aberta para impedir que a sociedade e mesmo o Estado intervenham em casos, por exemplo, de abuso sexual, considerando que o movimento pedófilo, transtorno perigoso que já vem sendo tratado como "orientação sexual" em alguns países, reivindica que crianças têm "erotismo" e devem ter garantidos seus "direitos sexuais", os quais incluiriam, entre outros, o "direito" de quererem fazer sexo com adultos (no Brasil já há alguns intelectuais, professores universitários e integrantes de movimentos sexuais defendendo abertamente a pedofilia). Igualmente, se os pais perceberem que seu(sua) filho(a) estiver sendo aliciado(a) por um(a) predador(a) homossexual ou heterossexual, estarão impedidos de intervir, sob pena de serem enquadrados nesse artigo da lei, como sendo "ingerência familiar" para "coibir" alguém de "viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais".

Retirar o termo "PAI" e "MÃE" dos documentos:

Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.

Esse artigo visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como "família". Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”. Também é uma estratégia de manipular a linguagem cotidiana e os documentos oficiais para sorrateiramente se desconstruir os valores "incômodos" aos interesses escusos de tais movimentos, incutindo novas crenças na cabeça das pessoas e se conseguir um controle ideológico, dominando as mentes e a opinião.

Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo):

Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.

Título VII, Art. 38 - As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade.

Imagine-se uma criança de 14 anos, confusa com a propaganda intensiva em todos as mídias e com o ensino obrigatório de perversões sexuais desde a infância, desejando "mudar de sexo". Hospitais e clínicas terão ordens de promoverem os procedimentos necessários para mudar a fisiologia e a anatomia dessa criança, preparando-a para uma cirurgia de "mudança de sexo" dali a 4 anos. O pior é que em alguns países em que esse procedimento tem sido praticando há mais tempo, várias dessas crianças acabam mudando de opinião, quando já é tarde demais para voltar atrás, o que provoca sofrimentos bastante sérios a estas pessoas, vítimas de uma ideologia política desastrosa como é a do movimento ativista LGBT.

Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS, financiadas pelos contribuintes:

Título VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de gênero.

Parágrafo único – É garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS.

Em outras palavras, os cidadãos brasileiros terão seus suados impostos sendo gastos em terapias hormonais e cirurgias para "transformar" o sexo de pessoas que sofrem de transtornos comportamentais previstos na CID (Classificação Internacional de Doenças), em vez de estas pessoas serem encaminhadas a tratamentos que as ajudem a se reorientar e vencer o transtorno - enquanto isso, nosso país segue com postos de saúde sem algodão, gaze, esparadrapo, linha de sutura, etc., e hospitais com médicos ausentes, leitos faltando, equipamentos sem uso, UTIs lotadas, gente morrendo de infecção hospitalar...

E vale lembrar aqui, novamente, dos vários casos em outros países em que a "mudança de sexo" é praticada há mais tempo, e os operados se arrependem da mundança feita, passando por sofrimentos terríveis por não ser possível voltar ao "sexo" original e normal em que nasceu.

O uso de banheiros e vestiários será de acordo com a "opção sexual" do dia:

Título VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero.

Isso significa que um homem poderá entrar em banheiros femininos por acreditar ou alegar que sua "identidade de gênero" está, naquele dia, pendendo para o feminino; de igual modo, uma mulher que acredite ou alegue ter uma "identidade de gênero" masculina, poderá entrar livremante no banheiro masculino. Imagine-se os graves riscos e consequências que isso poderá trazer, sem que os prejudicados tenham direito ou liberdade de fazer qualquer reclamação ou tecer opinião, sob risco de ser acusado de "homofobia" e ir parar na cadeia por 2 a 5 anos, sem direito a fiança.

Não será permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais, nem por vontade própria:

Título VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.

O CFP já proíbe, de forma inconstitucional, os psicólogos de ajudarem homossexuais que desejem voluntariamente reverter sua [des]orientação sexual, mesmo sabendo que está científica e clinicamente comprovado que isso é possível, devido ao fato de que "orientação sexual" não existe de fato, é algo inventado pelo movimento político-ideológico LGBT; o que existe são desorientações sexuais, conduzindo a pessoa a comportamentos sexuais anômalos, anti-naturais, que se manifestam na forma de transtornos, podendo ser tratados e revertidos, com inúmeros casos comprovados de sucesso em todo o mundo. Entre esses comportamentos sexuais anômalos está o homossexualismo, entre outros desvios.

Com o Estatuto da Diversidade Sexual e a PEC, não somente os psicólogos, mas também os psiquiatras, os psicanalistas, e terapeutas de todos os tipos, incluindo as igrejas que promovem esse tipo de ajuda, estarão proibidos de ajudar os homossexuais que voluntariamente desejam deixar o homossexualismo ou outras "taras", apelidadas de "orientação sexual".

É um desrespeito inaceitável contra a liberdade profissional, bem como contra os homossexuais que encontram-se insatisfeitos com sua condição e desejam mudar.

O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor e das escolas sempre ensinar a ideologia homossexual e, consequentemente, estimular sua prática:

Título X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.

Ter "o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual" é uma forma disfarçada de dizer que professores e escolas serão obrigados por lei a ensinar a ideologia LGBT às crianças, adolescentes e jovens, o que as induzirá a esse comportamento anômalo, e que os livros escolares e as metodologias de ensino serão obrigatoriamente aqueles sancionados pelo movimento ativista LGBT, hoje com seus tentáculos entranhados em todos os segmentos da sociedade, inclusive nos governos, nas empresas, no meio acadêmico e até nas igrejas.

Trata-se de uma violência contra a autonomia das escolas, dos educadores e das editoras, se essa PEC passar e/ou esse "Estatuto" virar lei, nosso país poderá ser considerado oficialmente sob uma severa ditadura ofensiva e déspota.

Entre outros absurdos, conteúdos escolares, livros, contos infantis, etc. que apresentem casais heterossexuais e/ou famílias normais serão banidos caso também não apresentem duplas homossexuais travestidas de "casais" e "famílias" regidas por condutas pervertidas:

Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.

Idem comentário anterior.

As escolas não podem mais incentivar a comemoração do "Dia dos Pais", "Dia das Mães", etc.:

Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.

Idem comentário anterior. Será que as escolas poderão criar e comemorar o "Dia da Família LGBT", constragendo as crianças que pertençam a famílias normais? Se isso acontecesse, o movimento LGBT seria coerente para dizer: "se não pode Dia dos Pais nem Dia das Mães, também não queremos Dia da família LGBT"...? Ou, como sempre, seriam dois pesos e duas medidas, impostas por uma casta que está se tornando intocável e semeando o ódio na sociedade?

Cotas para homossexuais nos concursos públicos e em empresas privadas:

Título XI, Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.

Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas.

Doravante, a lei obrigará empresas privadas e instituições públicas a contratarem travestis, transexuais, etc., violando a autonomia destas instituições, o que inclui a liberdade de escolher seus funcionários de acordo com o perfil, as necessidades e as particularidades de cada realidade institucional.

Casos de pedofilia homossexual ou heterossexual irão correr em segredo de justiça:

Título XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.

Como dito anteriormente, o objetivo da ideologia LGBT, apoiada pela OAB, pelo IBDFAM e por diversos movimentos e autoridades, é criar uma casta intocável e acima de tudo e de todos, inclusive da lei feita para o cidadão comum. Com essas iniciativas, e outras que já se tornaram leis, os LGBT - embora nem todos concordem com as atrocidades do movimento ativista e não aceitem ser por ele representados - tornam-se donos de privilégios extraordinários negados a qualquer outro cidadão brasileiro.

Censura a piadas sobre gays:

Título XIV, Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.

E aqui entra o controle dos meios de comunicação pela ideologia LGBT. Os meios de comunicação continuarão com liberdade de brincar, fazer piada e até mesmo criticar o que e quem quer que seja, mas serão censurados caso o alvo seja alguma anomalia ou perversão sexual.


A senadora Marta Suplicy, representando o PT e a Frente Parlamentar Mista pela "Cidadania LGBT“, afirmou que "o Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço" e que "isso nunca havia sido pensado em relação às questões LGBT”, classificando o documento como de importância “inquestionável”. O presidente da OAB, Ophir Cavalcante, ignorando o perigo e a gravidade que representa ese documento para a sociedade, disse que "o Estatuto vai marcar a história da entidade na defesa da dignidade do ser humano" (em:http://www.oabsergipe.com.br/novo/conteudos_ver.php?id=162).

Uma articulação ampla e intencional precisa acontecer AGORA, contra tais iniciativas, antes que seja tarde. Líderes cristãos precisam tirar temporariamente os olhos de seus ministérios pessoais e de suas igrejas locais e se organizarem nacionalmente para resistir a tais iniciativas anticristãs.

E, com extrema urgência, os juristas brasileiros que acreditam nos valores que esse Estatuto e essa PEC estão tentando destruir, precisam se comunicar, se organizar e se pronunciar, se necessário promovendo alguma forma de ação judicial contra o Estatuto e a PEC em pauta.