O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2022
Jornada Bíblica Acadêmica
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terça-feira, 24 de dezembro de 2019
Culto de Natal 2019
Anualmente, a Igreja Batista Renovada Moriá promove o Culto de Natal. A pretensão não é celebrar o Natal nas formas pelas quais é propagado pela mídia ou por determinada religião, antes, faz valer as prescrições bíblicas sobre o assunto e sobre a razão do nascimento de Cristo. Participe!
Assista à pregação do culto de Natal do ano de 2016.
terça-feira, 18 de junho de 2019
Nunca é tarde para estudar
Você
nunca fará nada neste mundo sem coragem.
É
a melhor qualidade da mente ao lado da honra.
Aristóteles
O sonho era antigo. Talvez remonte a
juventude quando por influência da irmã Helena (formada em Letras e professora
de línguas antigas na Assembleia de Deus) foi instigada a prestar vestibular para
ingressar na faculdade e ter uma profissão. Algo um tanto quanto inusitado na
época para muitos evangélicos cujas igrejas não consideravam o estudo acadêmico
importante. Era o final da década de 80, instante no qual essas mesmas Igrejas
ainda usufruíam de espiritualidade intensa e devotada para o fiel cumprimento
da vocação inspirada pelo bom Salvador. Por isso, o sonho não se realizou
naquele momento, na verdade, foi substituído por um “chamado” de Deus para
ajudar o pai (José Silva Tôrres) numa ousada investida: abrir um trabalho
missionário em lugar avesso à pregação do puro Evangelho, rebelde e tantas
vezes perseguidor.
Passaram-se anos e
através de sua ajuda incansável o trabalho prosperou, ganhando aquela obra considerada
referência na região; passando a ser, então, uma Igreja e não mais um ponto de
pregação, apesar da existência de um templo desde o começo. Durante aqueles
anos, também serviu nos negócios da família, tendo dores de cabeça e alegrias
como frutos do labor secular, mas sempre prestando o melhor trabalho possível.
Foi de fato um grande apoio para o pai. Uma década passou laborando na região
de Beberibe, aproveitando também as belezas naturais das ensolaradas praias ali
existentes, ainda puras e não tocadas pela exploração turística e imobiliária.
Um bálsamo para quem lutava desde o raiar do dia (literalmente falando) até à
noite, no apagar da luz do quarto quando era vencida pelo cansaço já na
madrugada.
Este tempo só cessou
quando retornou para a capital devido seu enlace matrimonial. A labuta passou a
ser a da sua própria casa, mas como sempre se mostrou uma pessoa com muita resiliência
queria algo mais. Retornou ao SENAC para aprender a trabalhar com o pacote
OFFICE da Microsoft. Recebeu seu certificado após a conclusão de seu curso.
Vieram as filhas para as quais dedicou cada momento, aproveitando o vínculo e
exercendo o papel de mãe com esmero. Em nenhum momento pestanejou ou relutou
pelas dádivas que o Senhor Deus havia lhe confiado. Quando as meninas
cresceram, tornando-se um pouco mais independentes, resolveu buscar cursos de
formação de nível médio para, quem sabe, cursar uma graduação. Foi em busca do
CEJA (Centro de Educação de Jovens e Adultos) em Messejana, local no qual
recebeu grandes estímulos para realizar seu antigo sonho. Nesse ínterim,
sentiu-se na responsabilidade de fazer um curso de secretariado (CETREDE) para
que no final pudesse buscar um emprego e ajudar em casa, uma vez que naquele
momento seu marido não gozava de vínculo empregatício. Foi resoluta em seu curso. Aproveitou oportunidades
como secretária na PRF (Polícia Rodoviária Federal) tirando a folga de uma
amiga de curso para ganhar algum dinheiro e assim poder ajudar nas despesas do
lar. Mas, não esquecia de seu sonho. Prestou vestibular na UECE. Não foi
aprovada. Fez suas primeiras tentativas no ENEM, mas sem uma boa preparação também
não logrou êxito. Conciliou a ida para deixar as filhas na escola, na época no
Centro, para fazer um cursinho de preparação para o ENEM. Conseguiu um curso
acessível para as condições financeiras da família: APESC (Associação dos Professores
do Ensino Superior do Ceará). Recebeu muito apoio dos professores. Cumpriu
novamente seu papel de estudante 30 (trinta) anos após concluir o ensino médio.
Dedicou-se. Estudou. Fez inúmeras redações, ora com notas não tão boas, ora com
algumas que motivaram esperanças. Desejou caminhar pelo meio ambiente, tendo a
primeira aprovação no IFCE, no curso de Técnico em Meio Ambiente, mas algo mais
forte lhe chamava para outro caminho. Enfrentou novamente a fera do ENEM com
bravura a fim de derrubar aquele bicho papão que já lhe tinha derrubado em
momentos passados, mas não a tinha desanimado... Enfim, a fera não resistiu sua
força interior e entregou o prêmio pela sua determinação: a aprovação no curso
de Pedagogia da Universidade Federal do Ceará, um dos cursos cujas notas de
corte têm sido muito altas desde que o ENEM foi adotado como forma de ingresso.
Hoje, Maria Luísa
(carinhosamente conhecida como Maninha) conclui sua graduação, defendendo seu
aprendizado ao longo dos anos na academia. Seu olhar voltou-se para aqueles que
como ela tiveram muita dificuldade para ingressar na Universidade. Estudou,
para realizar sua monografia e concluir seu curso, “o ensino cooperativo entre
surdos”, entendendo seus anseios, suas paixões, seus desafios e suas
esperanças. Identificou-se com eles. Adora se comunicar conosco através de
sinais. Não gosto porque nada entendo (preciso fazer mais algum curso de
libras), mas percebo sua sensibilidade e seu envolvimento com seu objeto de
estudo. Nada mais louvável.
A fé, portanto, tem o
poder de transportar montes como bem disse Jesus e cumprir nosso papel enquanto
cristãos, pois somos instigados a buscar conhecimentos salutares para o
desenvolvimento humano para também podermos exercer nossa influência ética, moral,
disciplinada e compromissada com valores que exaltam o ser humano enquanto
piedosos em Cristo. Como membro da Igreja Batista Renovada Moriá, Maninha passa
a ser referência e estimula os congregados que desejam chegar mais longe a
sonharem. Aos 50 (cinquenta) anos, começa uma nova fase de
sua vida. Agora, com a certeza do dever cumprido e com uma profissão em mãos,
alcançada pela pura determinação de um nobre coração; daqui há alguns dias,
após o reitor lhe conferir o título, será graduada.
Ao longo de sua
caminhada na Universidade fez muitas amizades, certamente pelo jeito simples e
cativante de ser. Criou vínculos. Amparou muitas colegas de turma. Aconselhou.
Soube caminhar por cada situação confirmando e nunca deixando de ser esta
pequena grande mulher cristã.
Agradecimentos à prof(a). Dra. e Diretora
(Faculdade de Educação) Maria Isabel Filgueiras Lima Ciasca, ao Prof. Doutorando Hermany Vieira, à Prof(a) e Doutoranda Nágila
Rabelo e à Pedagoga Amanda Rodrigues pelo apoio na construção do conhecimento e
desenvolvimento da monografia.
Essa matéria é uma singela homenagem de
seu marido e de suas filhas (Heládio, Hévila e Lívia)
Glórias, honras e louvor sejam sempre ao
nosso grande e amoroso Deus cujo Filho, Jesus, através do Santo Espírito, nos
faz triunfar!
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quinta-feira, 22 de novembro de 2018
Celebração de Moriá 30 anos
30 anos
representa amadurecimento. Afinal, quem viveu tantas experiências individuais e
coletivas, ao longo desta jornada, se sente seguro para atestar esse fato.
Embora o preço pago tenha sido alto, Moriá não se sente enfadada nem muito
menos adestrada aos padrões modistas; muito pelo contrário, continua vivendo as
experiências do início com um vigor quase inesgotável, perpetuado pela chama do
iniciador da obra e de quem foi contagiado pelas suas pregações e unção.
Moriá
cresceu, levando consigo inúmeras vidas identificadas com os ideais puríssimos,
genuinamente cristãos, avivados pelo fogo do Espírito, dádiva inextinguível em
nossos corações. Cresceu qualitativamente, visto que tantos irmãos cientes e
convictos estão engajados e empenhados para realizar sua missão, propagando a
Sã Doutrina, seja em sua seara seja em seara alheia. A ousadia destes bravos
crentes contagia multidões, levando muitos a admirarem esta obra, apesar de não
estarem plenamente vinculados a ela. Somos centenas hoje, mas poderíamos ser
milhares. Não o somos porque ser Moriá exige compromisso e abnegação, virtudes
esquecidas in hoc tempore. Diversas
razões poderiam ser apresentadas, mas, para não desprestigiarmos alguém nem
sermos injustos num julgamento equivocado, preferimos apenas orar por quem já
foi e hoje já não é, além de interceder para que outras almas conquistadas no
futuro sintam elevado amor por esta obra, firmem-se e levem à frente para
posteriores gerações o apreço pelo sagrado encontrados nestes trinta anos.
Moriá
se renova, pois desejamos fortalecer ainda mais os pilares que nos sustentaram
até hoje. Desejamos fazer o que é para ser feito com devoção e piedade. Para
tal, não atendemos caprichos humanos de leviandade cujo sentido desvirtuam os
preceitos da prática cristã; antes procuramos com zelo efetivar a mais profunda
e pura vida de santidade. Esta vida exige muito diante do mundo de praticidade
no qual estamos inseridos, levando muitos cristãos a não entenderem nossas
motivações. Mas, somos renovados para conservar, para não perdermos o foco, para
continuarmos com nosso crescimento espiritual e, enfim, vermos um grande
avivamento atingir nossa geração por instrumentalidade de nossos membros.
Hoje
começam as comemorações de nossos 30 anos. Venha participar deste grande momento
para a História de Moriá!
Rua Nogueira Acioli, 2195 – Joaquim Távora
Fortaleza – Ceará
Conferências 30 anos Moriá: luz que não se apaga
Quinta-feira (22/11/2018) às 19h30
Sexta-feira (23/11/2018 às 19h30
Sábado (24/11/2018) às 19h
Domingo (25/11/2018) às 9h e às 18h30
Segunda-feira (26/11/2018) a partir das 19h (Buffet Via Sul)
O JORNAL TOCHA DA VERDADE
Cumprimenta e felicita a todos os
Pastores
Evangelistas
Diáconos
Líderes de congregação
Pregadores itinerantes
Líderes de grupos familiares
Professoras de crianças
Professores de escola dominical
Comissão Executiva de Missões
Comissão Executiva de Missões
Músicos
Membros
Pelo trigésimo ano de existência,
Pela perseverança na guarda dos valores cristãos,
Pelos trabalhos desenvolvidos,
Pelo acolhimento a todos os que querem viver piedosamente em Cristo
Enfim, por tudo o que é promovido e leva o selo MORIÁ.
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quinta-feira, 3 de maio de 2018
Muitas igrejas evangélicas não tem reputação para pregar o arrependimento
“Arrependei-vos”
foi estabelecido como princípio norteador da pregação cristã e a máxima
utilizada pela voz que clamava no deserto, João Batista, para prenunciar a
chegada do Messias e sua doutrina. Essa mensagem, entretanto, não se limitou ao
contexto primitivo cristão, mas ecoa pelos séculos objetivando as mesmas
orientações transmitidas no momento. Portanto, a mensagem cristã de
arrependimento deverá ser a mesma, buscando pecadores que se disponham a cumprir
o ideal de “Metanoeo”(palavra em grego que deu origem ao termo arrependimento)
cujo sentido implica reflexão e contemplação para a mudança de mente,
estabelecendo o padrão moral cristão. No arrependido, como consequência
espiritual do seu ato, não sente mera tristeza pelo pecado, mas há um estímulo
para o constrangimento constante que lhe impulsiona a temer a Deus, mudando
radicalmente seu modo de vida, seu modo de pensar e de agir. É uma consequência
que o distingue e chancela sua vocação de discípulo de Cristo. As velhas coisas
passaram e tudo se fez novo, como menciona Paulo, o apóstolo.
Porém,
essa mensagem de mudança não está presente em muitas das pregações proclamadas
nos púlpitos evangélicos. Por qual razão? Por causa da mudança indecente do
primeiro conceito de arrependimento. Em muitas dessas igrejas, houve uma
readaptação para agregar mais pessoas e aumentar os rendimentos provenientes de
suas contribuições (pelo menos é o que parece). Hoje, não se prega mais “arrependei-vos”
e deixe o pecado para servir a Deus em santidade, mas prega-se um
arrependei-vos aleijado que estimula a vaidade e que diz “aceite a Cristo e
continue a fazer tudo o que você faz no mundo, mudando apenas a roupagem de
seus atos”. Dizem, por exemplo, o seguinte:
Deixe
de ouvir rock mundano para ouvir rock evangélico;
Deixe
de ser vaidosa para o mundo para “ficar mais bonita”, usando toda sorte de
maquiagens, adornos e atavios, para Jesus;
Abandone
os shows mundanos para ir aos shows evangélicos (que são verdadeiros cultos a
deuses estranhos e idólatras);
Dizem
que não há problemas em mulheres usarem calças compridas (vestes peculiares
masculinas) e homens terem cabeleira cumprida, peculiaridade feminina. Acham
isso muito pertinente para quem “tem liberdade”;
Dizem
que não há problemas no divórcio, por isso aceitam muitos casais divorciados
sem o devido trâmite e julgamento das Escrituras;
Não
há problemas em apoiar candidaturas, pois os futuros políticos nos
representarão (como se as nossas armas fossem carnais e não espirituais em
Deus), muito embora tenha se visto como essas igrejas caíram na malha do engano
de seus “ilustres” representantes devido a muitas falcatruas;
Não
vamos pregar Palavra de Deus na sua pureza, mas façamos um misto fermentado por
objetivos mundanos e por ideologias para atrair mais público, inserindo formas
de ganhar dinheiro, ter sucesso na vida, ser feliz e ter autoestima à mensagem
do púlpito. Segundo eles, isso desperta mais interesse do público para igrejas,
pois visam uma realização material, entretanto, esquecem-se que em primeiro
lugar vem o Reino e a sua justiça;
Escondam
sua honra, pintem seus cabelos e seus bigodes, criem uma pessoa artificial que
não são vocês mesmos (com isso, não percebem que menosprezam a identidade
criada pelo Senhor);
A
serpente do mundanismo deu um bote tão certeiro cujo veneno inoculou cegueira
espiritual nessas igrejas evangélicas que elas não aceitam nossa exortação,
acreditando que isso é legalismo. Seria legalismo cumprir exatamente o que está
escrito? Está errado seguir o que está escrito? Se estiver, caro leitor, é importante
dizer que em muitas circunstâncias da vida precisamos cumprir determinados
preceitos. Precisamos cumprir as ordenações da lei, do contrário seremos
punidos: entre na contramão de uma rua, ultrapasse um sinal vermelho ou
estacione em fila dupla onde exista um agente da autoridade de trânsito ou
câmeras de vídeo monitoramento para ver se em alguns dias não chega na sua
residência o auto de infração que é um instrumento disciplinador que o obriga a
seguir determinado procedimento. No Enem, por exemplo, se você não marcar a
opção verdadeira, julgando que sua mera ponderação pela errada deverá ser
considerada, você também incorrerá em problemas, pois não chegará à
Universidade. Ou seja, precisamos entender a necessidade de estarmos sujeitos a
determinados conceitos para termos equilíbrio e equidade na vida. Ser cristão
não é mera opção de nomenclatura. É comportamento decente em conformidade com o
texto sagrado.
Além
disso, uma das razões para estarmos vivendo a crise moral de inversão de
valores é culpa dessas igrejas que abandonaram os bons costumes. Preferiram
ceder ante os dilemas de uma fé fragilizada pela não opção de renunciar a tudo
para viverem similarmente ao mundo. Ao viver desta maneira, assumiram um papel
sem moral, sem reputação, sem a dignidade de poder censurar o erro e o pecado,
pois acobertaram o pecado sob um teto evangélico da suposta proteção divina.
Tem crente que acha que pode pecar livremente simplesmente por estar dentro de
quatro paredes, como se isso lhe garantisse o benefício divino. O autêntico
crente deseja viver sem pecado, por mais que isso pareça difícil, mas é mais
fácil fazer o certo do que o errado, principalmente porque a graça de Deus nos
assiste.
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sexta-feira, 20 de abril de 2018
Gigantes da Bíblia, mito ou verdade?
Veja
as fotos abaixo:
Robert Pershing Wadlow (22 de fevereiro de 1918
- 15 de julho de 1940). Wadlow atingiu 8 ft 11,1 polegadas (2,72 m) de
altura e pesava 439 libras (199 kg) em sua morte aos 22 anos. Seu grande
tamanho e seu crescimento continuado na idade adulta foi devido à hipertrofia
de sua glândula pituitária, o que resulta em um anormal alto nível de hormônio
de crescimento humano. Ele não mostrou nenhuma indicação de um fim ao seu
crescimento, mesmo no momento de sua morte.
Fotos atuais:
Você
ainda duvida que os gigantes da Bíblia existiram?
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