O Jornal Tocha da Verdade é uma publicação independente que tem como objetivo resgatar os princípios cristãos em toda sua plenitude. Com artigos escritos por pastores, professores de algumas áreas do saber e por estudiosos da teologia buscamos despertar a comunidade cristã-evangélica para a pureza das Escrituras. Incentivamos a prática e a ética cristã em vistas do aperfeiçoamento da Igreja de Cristo como noiva imaculada. Prezamos pela simplicidade do Evangelho e pelo não conformismo com a mundanização e a secularização do Cristianismo pós-moderno em fase de decadência espiritual.
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segunda-feira, 8 de maio de 2023

VOCÊ CONSIDERARIA O ABORTO NESSAS TRÊS SITUAÇÕES?

 1. Há um pregador e uma esposa que são muito, muito pobres. Eles já têm 14 filhos. Agora ela descobre que está grávida de seu 15º. Eles estão vivendo em uma pobreza tremenda. Considerando a pobreza deles e a população mundial excessiva, você consideraria recomendar o aborto?

2. Um homem estuprou uma menina negra de 13 anos e ela engravidou. Se vocês fossem os pais dela, considerariam recomendar o aborto?

3. Uma adolescente está grávida. Ela não é casada. O noivo dela não é o pai do bebê e ele está muito chateado. Você recomendaria um aborto?

Se você respondeu "sim" a qualquer uma dessas situações:

No primeiro caso você teria matado John Wesley, um dos grandes evangelistas do século XIX.

No segundo caso você teria matado Ethel Waters, a grande cantora gospel negra.

No terceiro caso, você teria recomendado o assassinato de Jesus Cristo.

Com as mortes por aborto nos Estados Unidos chegando a 30 milhões, só Deus sabe o que sacrificamos em perda de talento e criatividade humana.

Fonte: https://www.chick.com/battle-cry/article?id=Would-You-Consider-Abortion-in-These-Three-Situations

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Nosso repúdio à aprovação do aborto pelo senado da Argentina


        A insensatez humana que atenta contra a vida, sobretudo a dos indefesos, reflete uma crise profunda de compaixão. Quando o egoísmo se sobrepõe ao amor ao próximo, a sociedade perde o seu rumo ético e moral, justificando atos de extrema violência em nome da conveniência, do lucro ou da ideologia.

O documentário O Grito Silencioso (The Silent Scream), lançado em 1984 pelo médico estadunidense Dr. Bernard Nathanson, tornou-se um marco divisor de águas no debate ético global. O Dr. Nathanson era conhecido como o “Rei do Aborto”. Ele supervisionou e realizou dezenas de milhares de procedimentos ao longo de sua carreira na indústria do aborto.

Com o avanço e a popularização da tecnologia de ultrassom na década de 1970, o Dr. Nathanson pôde observar, em tempo real, o comportamento do feto no útero durante um procedimento. As imagens mostraram uma criança em desenvolvimento se esquivando dos instrumentos cirúrgicos e abrindo a boca em um movimento de extremo pânico, que ele descreveu como um grito silencioso. Isso o fez confrontar a realidade biológica e moral da vida intrauterina.

Chocado com a própria trajetória, ele abandonou a prática abortista, converteu-se em um dos maiores ativistas provida do mundo e dedicou sua vida a denunciar a violência contra os nascituros.

A trajetória de Nathanson e as discussões geradas pelo vídeo expõem o contraste entre a insensatez e a sacralidade da existência. A vida humana é o bem mais fundamental e inviolável que possuímos. Quando escolhemos fechar os olhos para o sofrimento ou para a vulnerabilidade dos que não podem se defender — sejam eles nascituros, idosos, doentes ou marginalizados —, a humanidade regride.

A verdadeira grandeza de uma sociedade é medida pelo modo como ela protege os seus membros mais frágeis. Reconhecer a dignidade em cada ser humano, desde a sua concepção, exige coragem, empatia e um compromisso ativo com a preservação da vida.


domingo, 5 de maio de 2019

"UNPLANNED" (filme antiabortista) ainda não tem data de estreia no Brasil


O filme “Unplanned” (Não planejado) é baseado em fatos reais. Narra a história de vida de Abby Johnson que foi diretora de uma clínica de aborto (Planned Parenthood) em Bryan, Texas, até 2009. O diferencial do filme destaca-se pelo drama vivenciado por Abby quando resolveu abandonar seu promissor emprego depois de assistir a um aborto realizado com ultrassom de um bebê de 13 semanas. Além de ser a mais jovem diretora de uma das unidades da PP e das clínicas americanas, auxiliou em mais de 22 mil abortos durante suas atividades por quase 8 anos. Talvez o que a tenha motivado a realizar o próprio aborto com medicamentos.
Atualmente Abby Johnson trabalha com o grupo “And Then There Were Nome” (ATTWN) do qual é a fundadora. Ela ergueu a bandeira pró-vida e luta contra toda prática abortista, dando também apoio a quem sofreu devido à prática. Em seu site (http://www.abbyjohnson.org/), ela manda um recado para compreendermos sua missão:

Minha missão - e a missão da minha equipe - é simples: estamos na luta pela vida porque somos pró-amor. Vemos que todas as vidas, desde a criança no útero, até os idosos - e entre elas, incluindo a vida do trabalhador da clínica de aborto, têm valor e valor incríveis. Acreditamos que o aborto retira as mulheres de sua dignidade. Acreditamos que a maternidade é empoderadora. Acreditamos que não se conformar e ceder às pressões sociais quando se trata de feminilidade é fortalecedor.
Acreditamos que a justiça se aplica a todos os seres humanos nesta terra. Acreditamos na redefinição do movimento pró-vida para incluir todos, todas as idades, raças, gêneros, religião e todos os empregos.

O filme foi lançado nos Estados Unidos no último 29 de Março, mas ainda não tem previsão no Brasil. O trailer, porém, mostra muito bem o drama abordado no filme gerando grandes expectativas dos que são opositores das práticas do aborto. Assista ao trailer:






segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Aborto e o STF


Após a conclusão das audições e argumentações no Supremo Tribunal Federal sobre a legalização ou não do aborto, podemos destacar que a máxima mais utilizada entre os defensores do direito ao aborto foi: “A mulher deve ter o direito de fazer uso sobre seu próprio corpo, desta forma podendo abortar o feto indesejado”.
Manifesta-se com isso uma posição que privilegia a mulher e deprecia o feto concebido, vivo e em fase de formação. O porquê desta reclamação feminista está no fato de simplesmente desejarem o mero prazer, irresponsável prazer. As feministas que levantaram a bandeira do aborto estão tão cegas que não tem o menor amor pelo próximo (trocadilho). São hedonistas e preocupam-se apenas com a satisfação e o prazer não medindo suas consequências.
O meio evangélico é muito censurado por defender o direito a vida porque preza pela constituição e preservação da família, entendendo que esse coletivo com propósito jamais se prestará a um serviço como este. De fato, a conservação de um padrão de moral que valoriza a vida está ultrapassado para os que defendem o assassinato, a tortura e a privação da vida do feto. Nesta linha de pensamento, os movimentos que se dizem defensores dos Direitos Humanos transmitem uma tremenda contradição. Por quê? Porque só são direitos humanos de nome uma vez que se esquecem do direito do ser humano concebido. Será que pelo fato de o feto ainda não ter sido conhecido, não ter criado vínculos e ser uma incógnita ele está fora da agenda deles? Que direitos humanos desumanos, hein?   
Quem Deus tenha misericórdia dos que estão tão cegos com essas propostas medonhas.
Maranata!

terça-feira, 8 de maio de 2018

Argumentos contra o aborto - não ao aborto

Entrevista de Ives Gandra da Silva Martins por
Augustus Nicodemus (parte)




Você é contra ou favor do aborto?

Se você tivesse sido abortado não estaria lendo esse texto. E aí, o que você acha do aborto?


Blood Money - Aborto Legalizado

O aborto em debate

Quem tem o direito sobre a vida do feto após a concepção? Quem tem o poder de determinar se morre ou se fica vivo? O aborto é uma ação sensata ou insensata?
Será dentro deste contexto de questionamentos e de muitas argumentações que a Faculdade de Direito (UFC) presenciará hoje (08/05/2018) mais um debate acirrado sobre o tema ABORTO. Os debatedores serão a prof(a) Letícia Krouz e o prof. Glauco Barreira Magalhães Filho.
A prof(a). Letícia Krouz argumentará em favor do aborto, articulando suas reflexões para convencer que tal medida paira pela coerência sob diversos aspectos.
Opondo-se ao aborto, o prof. Glauco Filho defenderá a vida, demonstrando que nenhum homem ou mulher tem o direito de privar um ser humano de vir ao mundo. O professor Glauco, também pastor da Igreja Batista Renovada Moriá, tem levantado a bandeira em defesa da vida, provocando sobre si grande rejeição dos defensores das causas liberais e de valores invertidos dos últimos anos. Apesar disso, usufrui grande admiração de acadêmicos, professores, religiosos, médicos, juristas etc, pelo posicionamento convicto de conservar um valor alicerçado nos preceitos cristãos.