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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Banco Santander criticado por promover exposição tida por "promíscua"

O Banco Santander foi alvo de críticas nesses últimos dias em razão de ter promovido a exposição “queermuseu”, tendo como base uma política de defesa dos direitos lgbts. A exposição de pinturas e de imagens com diversos personagens, sendo adultos, crianças, animais e elementos religiosos suas temáticas, foi censurada em redes sociais porque parece que hoje ninguém sabe discernir entre a arte e a indecência. O debate ficou acirrado em razão de alguns quadros fazerem indiscriminadamente apologia à pedofilia, à zoofilia e, mais uma vez, ao ultraje à fé cristã.
O apreciador da arte que se depara com algumas dessas imagens fica surpreso e extasiado procurando onde está a arte (os mais liberais não sentem esse impacto). Algumas imagens são da mais baixa qualidade artística, expressam termos de baixo escalão, não tem expressão de talento ou de uma veia natural para o que pretende ser a arte. Para além dessa crítica, a pretensão da exposição parece ter sido mais uma propaganda lgbt na qual pretende chocar as pessoas que querem viver dentro de sua modéstia e bom senso. Para isso, o banco Santander recebeu quase R$ 1.000.000,00 (Hum milhão de reais), justificado e proveniente das instituições da cultura do governo, fundamentados pela Lei Rouanet, para promover o evento de acordo com sites.
Como esse tipo de manifestação inquietou muitos internautas, a reação foi imediata nas redes sociais nas quais uma série de recomendações foram divulgadas para que clientes do banco repudiassem a iniciativa da instituição e deixassem de ser seus clientes em protesto à exposição. As divulgações da rede foram tão impactantes que o banco Santander se viu obrigado a tirar de imediato a exposição do seu espaço cultural um mês antes do previsto. Para quem acha que isso foi coisa de internauta, até o prefeito Nelson Marchezan, de Porto Alegre, sinalizou contra o que ele chamou de “imagens de zoofilia e pedofilia”.
Alguns meios de comunicação ainda divulgaram que essa reação dos internautas não passa de intolerância religiosa, ocasionando mais uma vez discriminação e homofobia. Entretanto, se eles pensam sob esse viés jamais saberão o que é viver entre os diferentes, pois pelo que vimos nos diversos relatos dos movimentos cristãos não há uma agressão às pessoas que optaram pelo comportamento diferente de sua natureza. Há uma crítica na promoção de conceitos que não são bem recepcionados pelo povo, que de forma geral, confessa a fé cristã e seus valores. O leitor da Bíblia sabe que as práticas promovidas na exposição, tais como sexo grupal, relações sexuais com pessoas do mesmo sexo, promoção da promiscuidade infantil e o desvio do ser da natureza criada por Deus, são censuradas pela Bíblia, de modo que os cristãos querem e pretendem guardar esse padrão de comportamento. Por que não podem? A guarda do instituto obriga a manifestação de oposição a este tipo de promoção contrariante, visto que há uma política moderna que trabalha insistentemente para incutir um estilo de vida oposto à sua regra de vida.

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